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No site da BBC Brasil, existem uma série de artigos e reportagens dando conta dos problemas brasileiros no âmbito do Mercosul, das dificuldades quês os produtos estão criando para nossas exportações em um mercado que deveria ser “garantia” líquida e certa de vendas, e as críticas que recebemos dos parceiros pela atuação fraca do presidente Lula na defesa da coesão do bloco.
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Tais acertos e desacertos se derivam de duas ações que Lula tem imprimido em seu governo e que entendemos desastrosas para os interesses do Brasil. De um lado, o câmbio, do qual falamos aqui ontem na análise sobre o pretendido desejo dos petistas em varrer do governo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por entenderem ser ele o culpado pelo baixo crescimento do PIB nacional. Conforme demonstramos, o presidente do BC é apenas um agente da política econômica imposta pelo governo. Apontá-lo como culpado pelo baixo crescimento é querer fugir daquilo que deveria regular a análise: nossos problemas estão nas coisas que o governo deveria fazer e não faz para não pagar o preço político. Daí que os juros altos não são impostos por um desejo macabro de “matar” o crescimento do país. Se fosse assim, é de se supor que nos demais quesitos o país já teria feito tudo certo, em tempo e na hora. Pois então por que o câmbio hoje está no centro da discussão ? O câmbio é decorrência da política de juros altos ? Não, ela é conseqüência de outras políticas da ação governamental. A começar pela questão fiscal, e principalmente por ela. Quando se gasta além do que se pode, algum preço teremos que pagar. No caso, o governo federal ao desonerar a entrada de dólares para aplicação em letras de dívida pública, provocou uma brutal valorização do real frente ao dólar que está contribuindo para o processo de “desindustrialização” do mercado interno.
Tais acertos e desacertos se derivam de duas ações que Lula tem imprimido em seu governo e que entendemos desastrosas para os interesses do Brasil. De um lado, o câmbio, do qual falamos aqui ontem na análise sobre o pretendido desejo dos petistas em varrer do governo o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por entenderem ser ele o culpado pelo baixo crescimento do PIB nacional. Conforme demonstramos, o presidente do BC é apenas um agente da política econômica imposta pelo governo. Apontá-lo como culpado pelo baixo crescimento é querer fugir daquilo que deveria regular a análise: nossos problemas estão nas coisas que o governo deveria fazer e não faz para não pagar o preço político. Daí que os juros altos não são impostos por um desejo macabro de “matar” o crescimento do país. Se fosse assim, é de se supor que nos demais quesitos o país já teria feito tudo certo, em tempo e na hora. Pois então por que o câmbio hoje está no centro da discussão ? O câmbio é decorrência da política de juros altos ? Não, ela é conseqüência de outras políticas da ação governamental. A começar pela questão fiscal, e principalmente por ela. Quando se gasta além do que se pode, algum preço teremos que pagar. No caso, o governo federal ao desonerar a entrada de dólares para aplicação em letras de dívida pública, provocou uma brutal valorização do real frente ao dólar que está contribuindo para o processo de “desindustrialização” do mercado interno.
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Pois ainda há uma segunda questão também contrária ao interesse nacional: a política externa do governo Lula é danosa ao interesse brasileiro. Apenas para relembrar vale citar duas ações. A primeira, quando o Brasil reconheceu a China como economia de mercado. Com isto abriu tanto o mercado brasileiro quando o do Mercosul para o avanço Chinês, e disto os artigos da BBC Brasil dão mostras dos prejuízos. Junto, o governo brasileiro tem insistido em direcionar sua política externa para a “fraternidade universal”. Ou seja, estamos perdoando nossos devedores, apesar dos nossos credores não perdoarem nossas dívidas, estamos nos aproximando de países que nada nos podem oferecer na relação de trocas comerciais, e estamos abrindo mão de nossos interesses para abraçar a causa dos outros. Basta ver o que tem sido a questão do gás boliviano. O gás estava lá debaixo da terra, sem permitir que a Bolívia o convertesse em produto de exportação. Pois bem, a Petrobrás foi lá, investiu mais de 1 bilhão de dólares, tornou o gás comercial e de sobra, garantiu um mercado cativo e seguro. Em troca, a Bolívia deveria cobrar-nos um preço menor do que o pago no mercado internacional. Nada mais justo. Ao assumir, o índio Evo Morales expropriou-nos a Petrobrás e tem armado um circo horroroso em torno de sua soberania sobre seus recursos naturais. Primeiro, que o gás exigiu não apenas investimentos brasileiros em solo boliviano. Estamos pagando por aquilo que a Bolívia nos entrega. Não é de graça. Não é favor. Há um contrato que estamos respeitando e cumprindo. Pois então, o que fez o Brasil em reação ao assalto à Petrobrás. Nada. E ainda deu razão ao boliviano. E isto, senhores, tem sido uma das marcas da nossa política externa: defendemos em primeiro lugar o interesse dos outros, e não os nossos.
Pois ainda há uma segunda questão também contrária ao interesse nacional: a política externa do governo Lula é danosa ao interesse brasileiro. Apenas para relembrar vale citar duas ações. A primeira, quando o Brasil reconheceu a China como economia de mercado. Com isto abriu tanto o mercado brasileiro quando o do Mercosul para o avanço Chinês, e disto os artigos da BBC Brasil dão mostras dos prejuízos. Junto, o governo brasileiro tem insistido em direcionar sua política externa para a “fraternidade universal”. Ou seja, estamos perdoando nossos devedores, apesar dos nossos credores não perdoarem nossas dívidas, estamos nos aproximando de países que nada nos podem oferecer na relação de trocas comerciais, e estamos abrindo mão de nossos interesses para abraçar a causa dos outros. Basta ver o que tem sido a questão do gás boliviano. O gás estava lá debaixo da terra, sem permitir que a Bolívia o convertesse em produto de exportação. Pois bem, a Petrobrás foi lá, investiu mais de 1 bilhão de dólares, tornou o gás comercial e de sobra, garantiu um mercado cativo e seguro. Em troca, a Bolívia deveria cobrar-nos um preço menor do que o pago no mercado internacional. Nada mais justo. Ao assumir, o índio Evo Morales expropriou-nos a Petrobrás e tem armado um circo horroroso em torno de sua soberania sobre seus recursos naturais. Primeiro, que o gás exigiu não apenas investimentos brasileiros em solo boliviano. Estamos pagando por aquilo que a Bolívia nos entrega. Não é de graça. Não é favor. Há um contrato que estamos respeitando e cumprindo. Pois então, o que fez o Brasil em reação ao assalto à Petrobrás. Nada. E ainda deu razão ao boliviano. E isto, senhores, tem sido uma das marcas da nossa política externa: defendemos em primeiro lugar o interesse dos outros, e não os nossos.
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Na ação agressiva em termos comerciais do avanço chinês no mercado brasileiro, e até do Mercosul, pode ser condenada ? Não, de parte dos chineses, estão absolutamente certos em defenderem os empregos de lá, não os de cá. Deveríamos ter reagido ? Sim, mas continuamos com um presidente que não sai do palanque, defendendo uma ideologia de atraso cuja conseqüência tem sido a de exportar capital e empregos para os outros. Somos a alegria do crescimento econômico dos parceiros. Já, por aqui, nosso desemprego estacionou nos 10%, nossa estagnação já comemora 26 anos (a mesma idade do PT, quanta coincidência!), estamos perdendo liderança continental para um ditadorzinho de arrabalde, nossa infra-estrutura cada dia mais sucateada. E o presidente já no segundo mês de seu segundo mandato afirma impávido colosso não ter pressa para compor seu ministério !
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Ah, que o resto do país se dane, é isto ? Então, tá, sem pressa para trabalhar, para fazer seu dever de casa, caminhamos órfãos de governo federal para o quinto ano de mediocridade. E percebam o detalhe: no período de bonança econômica mundial. Isto representa dizer o seguinte: estamos jogando uma preciosa oportunidade de encaminhar o país para um crescimento vertiginoso, melhorando a qualidade de vida dos brasileiros e consolidando nossa liderança continental, podendo andar em passos decisivos para nos alinharmos às maiores economias do planeta. Mas não: nossa opção é o pobrismo deprimente, conduzidos por uma ideologia decadente, guiados por governantes e auxiliares delinqüentes. E diante do descalabro, o senhor Lula da Silva vem e diz não ter pressa ! Beleza, Haiti e Somália, alô, alô, aí vamos nós!
Ah, que o resto do país se dane, é isto ? Então, tá, sem pressa para trabalhar, para fazer seu dever de casa, caminhamos órfãos de governo federal para o quinto ano de mediocridade. E percebam o detalhe: no período de bonança econômica mundial. Isto representa dizer o seguinte: estamos jogando uma preciosa oportunidade de encaminhar o país para um crescimento vertiginoso, melhorando a qualidade de vida dos brasileiros e consolidando nossa liderança continental, podendo andar em passos decisivos para nos alinharmos às maiores economias do planeta. Mas não: nossa opção é o pobrismo deprimente, conduzidos por uma ideologia decadente, guiados por governantes e auxiliares delinqüentes. E diante do descalabro, o senhor Lula da Silva vem e diz não ter pressa ! Beleza, Haiti e Somália, alô, alô, aí vamos nós!
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Seguem as transcrições dos textos editados pela BBC Brasil. Aliás, a partir de amanhã, na relação ao lado dos links recomendados de mídia, teremos duas novas indicações: a BBC Brasil e o Invertia, tudo dentro do objetivo de aprimorar o acesso à informação qualificada dos nossos amigos leitores.
Seguem as transcrições dos textos editados pela BBC Brasil. Aliás, a partir de amanhã, na relação ao lado dos links recomendados de mídia, teremos duas novas indicações: a BBC Brasil e o Invertia, tudo dentro do objetivo de aprimorar o acesso à informação qualificada dos nossos amigos leitores.