Da Folha de S.Paulo:
"A turbulência que atingiu as Bolsas em todo o mundo na semana passada causou estragos no mercado brasileiro, mas não deve afetar a economia nem afastar os investidores estrangeiros do país. Para analistas, o Brasil está mais bem preparado para enfrentar instabilidades -a dívida externa é cada vez menor, o nível das reservas internacionais avança e a relação dívida/PIB está em queda.
"Nunca vi uma situação externa tão positiva para o país. O Brasil tem produzido um superávit em conta corrente [saldo das transações do país com o exterior] de 1,5% do PIB, nossa balança está melhorando e o investimento está crescendo", afirma Luiz Fernando Figueiredo, diretor do Banco Central de 1999 a 2003 (leia entrevista à pág. B3).
"Se as reservas internacionais daqui até o final do governo Lula chegarem a US$ 140 bilhões [na semana passada, superaram os US$ 100 bilhões], o que é um cenário possível, ao mesmo tempo em que a dívida externa se reduzir, o impacto de uma mudança no ambiente internacional é completamente diferente do que se tinha", diz Fabio Giambiagi, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada."
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Encontro reafirma aliança entre Síria e Venezuela
DAMASCO - O presidente Bashir Assad discutiu ontem questões sobre o Oriente Médio com o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, que, por sua vez, convidou o mandatário sírio a visitar a Venezuela, informou a agência estatal SANA. Assad e Maduro falaram também das relações entre os dois países e formas de fortalecê-las.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, durante uma visita a Damasco em agosto do ano passado, disse que ele e a Síria construiriam "um novo mundo" livre do domínio dos Estados Unidos. A visita de Maduro à Síria ocorre poucos dias depois de a companhia aérea nacional do Irã ter iniciado vôos para a Venezuela com escala em Damasco.
A SANA informou que Maduro convidou Assad a visitar a Venezuela e que o presidente sírio aceitou o convite. A agência disse também que a conversa sobre o Oriente Médio foi centrada na situação do Iraque e dos territórios palestinos.
Chávez e Assad compartilham uma profunda oposição às políticas dos EUA. Washington acusa a Síria de não fazer o suficiente para evitar que combatentes estrangeiros cruzem suas fronteiras para o Iraque, algo que o país árabe nega.
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Alcoolbrás?
Alerta Total
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"A turbulência que atingiu as Bolsas em todo o mundo na semana passada causou estragos no mercado brasileiro, mas não deve afetar a economia nem afastar os investidores estrangeiros do país. Para analistas, o Brasil está mais bem preparado para enfrentar instabilidades -a dívida externa é cada vez menor, o nível das reservas internacionais avança e a relação dívida/PIB está em queda.
"Nunca vi uma situação externa tão positiva para o país. O Brasil tem produzido um superávit em conta corrente [saldo das transações do país com o exterior] de 1,5% do PIB, nossa balança está melhorando e o investimento está crescendo", afirma Luiz Fernando Figueiredo, diretor do Banco Central de 1999 a 2003 (leia entrevista à pág. B3).
"Se as reservas internacionais daqui até o final do governo Lula chegarem a US$ 140 bilhões [na semana passada, superaram os US$ 100 bilhões], o que é um cenário possível, ao mesmo tempo em que a dívida externa se reduzir, o impacto de uma mudança no ambiente internacional é completamente diferente do que se tinha", diz Fabio Giambiagi, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada."
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Encontro reafirma aliança entre Síria e Venezuela
DAMASCO - O presidente Bashir Assad discutiu ontem questões sobre o Oriente Médio com o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, que, por sua vez, convidou o mandatário sírio a visitar a Venezuela, informou a agência estatal SANA. Assad e Maduro falaram também das relações entre os dois países e formas de fortalecê-las.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, durante uma visita a Damasco em agosto do ano passado, disse que ele e a Síria construiriam "um novo mundo" livre do domínio dos Estados Unidos. A visita de Maduro à Síria ocorre poucos dias depois de a companhia aérea nacional do Irã ter iniciado vôos para a Venezuela com escala em Damasco.
A SANA informou que Maduro convidou Assad a visitar a Venezuela e que o presidente sírio aceitou o convite. A agência disse também que a conversa sobre o Oriente Médio foi centrada na situação do Iraque e dos territórios palestinos.
Chávez e Assad compartilham uma profunda oposição às políticas dos EUA. Washington acusa a Síria de não fazer o suficiente para evitar que combatentes estrangeiros cruzem suas fronteiras para o Iraque, algo que o país árabe nega.
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Alcoolbrás?
Alerta Total
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A Petrobras estuda a possibilidade de constituir uma nova subsidiária voltada exclusivamente para a operação e comercialização do álcool combustível.
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Foi esse o balão de ensaio lançado ontem pelo presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. Foi durante a assinatura de um memorando de entendimento com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC), que demonstrou interesse em financiar projetos no Brasil ligados ao setor.
Foi esse o balão de ensaio lançado ontem pelo presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. Foi durante a assinatura de um memorando de entendimento com o Japan Bank for International Cooperation (JBIC), que demonstrou interesse em financiar projetos no Brasil ligados ao setor.
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Meta gigante
A nova empresa só deve ser criada a médio prazo.
Meta gigante
A nova empresa só deve ser criada a médio prazo.
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A meta de curto prazo da empresa é expandir as exportações de etano para países como Venezuela, Nigéria, Japão e, possivelmente, a União Européia.
A meta de curto prazo da empresa é expandir as exportações de etano para países como Venezuela, Nigéria, Japão e, possivelmente, a União Européia.
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A expectativa da Petrobras é quadruplicar a venda externa de álcool combustível até 2001, dos atuais 850 milhões de litros do produto para 3,5 bilhões de litros.
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Justiça popular
Cláudio Humberto
Tem explicação o fato de o ministro Guido Mantega (Fazenda) não haver registrado queixa na polícia de Ibiúna (SP) do assalto que sofreu: ele espera que um cidadão assaltado pela carga tributária também não faça o mesmo.
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Desnutrição e alcoolismo assolam aldeias em MS
Da Folha de S.Paulo:
"Donos de menos de 40 mil hectares de terra, cerca de 30 mil índios guaranis e caiuás de Mato Grosso do Sul estão confinados. Falta terra em um ambiente de miséria.
Há casos de desnutrição infantil, alcoolismo, prostituição, filhas grávidas do pai, violência (ao menos 60 índios são presidiários), suicídios (11 enforcamentos em 2006) e conflito pela posse da terra (uma índia de 70 anos foi morta a tiros em janeiro dentro de uma fazenda).
Com esse quadro, as famílias dependem de cestas de alimentos dos governos estadual e federal. Apesar disso, algumas famílias trocam cestas por bebida alcoólica, segundo lideranças.
Nas duas etnias, a desnutrição causou a morte de 47 crianças indígenas menores de quatro anos de 2005 a fevereiro deste ano, segundo a Funasa (Fundação Nacional de Saúde)."
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Uísque do santo
Cláudio Humberto
Prefeito de São Simão (SP), Padre Plínio Toldo (PFL) agradava autoridades às quais pedia recursos. Certa vez, ao receber dele uma garrafa de uísque, um secretário paulista brincou: "O sr. está querendo me comprar, padre?"- Nada disso, meu filho - respondeu Toldo - Esse uísque é feito lá mesmo em São Simão. E eu vou lhe contar um segredo: se Jesus soubesse que a gente produz esse uísque, tinha feito a Santa Ceia lá na minha cidade.
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Governo de MG tem prejuízo em venda de banco
Da Folha de S.Paulo:
"A liquidação judicial do Banco Open, que faliu nos anos 90, acabou muito mal para o governo de Minas Gerais. Ex-maior credor do banco, o Estado vendeu seus créditos, em leilão privado, por R$ 1,7 milhão, em julho de 2006. A liquidação estava na reta final. No mês passado, a Justiça do Rio pagou R$ 12,4 milhões pelos créditos.
O ganho de R$ 10,7 milhões, foi embolsado pela MPL Asset Management, que lucrou 630% com o negócio, em sete meses. A empresa é registrada em um paraíso fiscal, em nome do brasileiro Antonio Pinheiro Maciel. A sede da empresa, indicada em documentos da MPL, fica em Nova York.
Os créditos pertenciam à estatal MGI - Minas Gerais Participações, subordinada à Secretaria Estadual de Fazenda. A empresa tem como acionistas o governo de Minas e o Banco de Desenvolvimento do Estado e a Cemig, da qual o Estado é também acionista."
A expectativa da Petrobras é quadruplicar a venda externa de álcool combustível até 2001, dos atuais 850 milhões de litros do produto para 3,5 bilhões de litros.
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Justiça popular
Cláudio Humberto
Tem explicação o fato de o ministro Guido Mantega (Fazenda) não haver registrado queixa na polícia de Ibiúna (SP) do assalto que sofreu: ele espera que um cidadão assaltado pela carga tributária também não faça o mesmo.
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Desnutrição e alcoolismo assolam aldeias em MS
Da Folha de S.Paulo:
"Donos de menos de 40 mil hectares de terra, cerca de 30 mil índios guaranis e caiuás de Mato Grosso do Sul estão confinados. Falta terra em um ambiente de miséria.
Há casos de desnutrição infantil, alcoolismo, prostituição, filhas grávidas do pai, violência (ao menos 60 índios são presidiários), suicídios (11 enforcamentos em 2006) e conflito pela posse da terra (uma índia de 70 anos foi morta a tiros em janeiro dentro de uma fazenda).
Com esse quadro, as famílias dependem de cestas de alimentos dos governos estadual e federal. Apesar disso, algumas famílias trocam cestas por bebida alcoólica, segundo lideranças.
Nas duas etnias, a desnutrição causou a morte de 47 crianças indígenas menores de quatro anos de 2005 a fevereiro deste ano, segundo a Funasa (Fundação Nacional de Saúde)."
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Uísque do santo
Cláudio Humberto
Prefeito de São Simão (SP), Padre Plínio Toldo (PFL) agradava autoridades às quais pedia recursos. Certa vez, ao receber dele uma garrafa de uísque, um secretário paulista brincou: "O sr. está querendo me comprar, padre?"- Nada disso, meu filho - respondeu Toldo - Esse uísque é feito lá mesmo em São Simão. E eu vou lhe contar um segredo: se Jesus soubesse que a gente produz esse uísque, tinha feito a Santa Ceia lá na minha cidade.
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Governo de MG tem prejuízo em venda de banco
Da Folha de S.Paulo:
"A liquidação judicial do Banco Open, que faliu nos anos 90, acabou muito mal para o governo de Minas Gerais. Ex-maior credor do banco, o Estado vendeu seus créditos, em leilão privado, por R$ 1,7 milhão, em julho de 2006. A liquidação estava na reta final. No mês passado, a Justiça do Rio pagou R$ 12,4 milhões pelos créditos.
O ganho de R$ 10,7 milhões, foi embolsado pela MPL Asset Management, que lucrou 630% com o negócio, em sete meses. A empresa é registrada em um paraíso fiscal, em nome do brasileiro Antonio Pinheiro Maciel. A sede da empresa, indicada em documentos da MPL, fica em Nova York.
Os créditos pertenciam à estatal MGI - Minas Gerais Participações, subordinada à Secretaria Estadual de Fazenda. A empresa tem como acionistas o governo de Minas e o Banco de Desenvolvimento do Estado e a Cemig, da qual o Estado é também acionista."