Da Gazeta Press
Uma manifestação de operários tumultuou a manhã desta sexta-feira nas obras do Estádio João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro. Cerca de 200 trabalhadores deixaram suas atividades e fizeram uma concentração do lado de fora da instalação, reivindicando melhores condições de trabalho. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada do Rio de Janeiro (SITRAICP), a manifestação foi um alerta.
Uma manifestação de operários tumultuou a manhã desta sexta-feira nas obras do Estádio João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro. Cerca de 200 trabalhadores deixaram suas atividades e fizeram uma concentração do lado de fora da instalação, reivindicando melhores condições de trabalho. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Pesada do Rio de Janeiro (SITRAICP), a manifestação foi um alerta.
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"O que aconteceu hoje serviu como uma lição para o Consórcio", avisa um dos diretores do Sindicato, Sérgio Luís Silva da Fonseca. De acordo com ele, os trabalhadores apresentaram uma pauta de reivindicações solicitando melhorias nas instalações sanitárias, condições de higiene, alimentação, além de água filtrada e gelada.
"O que aconteceu hoje serviu como uma lição para o Consórcio", avisa um dos diretores do Sindicato, Sérgio Luís Silva da Fonseca. De acordo com ele, os trabalhadores apresentaram uma pauta de reivindicações solicitando melhorias nas instalações sanitárias, condições de higiene, alimentação, além de água filtrada e gelada.
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"Colocamos tudo isso em um documento que será assinado por representantes do Consórcio, do Sindicato e dos trabalhadores. Foi dado prazo de uma semana para atenderem tudo e neste período os trabalhos vão seguir normalmente. Se daqui a uma semana nada for feito, acredito que os trabalhadores vão se mobilizar".
"Colocamos tudo isso em um documento que será assinado por representantes do Consórcio, do Sindicato e dos trabalhadores. Foi dado prazo de uma semana para atenderem tudo e neste período os trabalhos vão seguir normalmente. Se daqui a uma semana nada for feito, acredito que os trabalhadores vão se mobilizar".
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A Empresa Municipal de Urbanização (Riourbe), responsável pela gestão das obras municipais, afirmou que o ritmo de trabalhos está normal no canteiro do Engenhão e que, em relação às condições de trabalho, a obra 'obedece rigorosamente as exigências da legislação trabalhista em vigor'. Para o órgão, a manifestação fez parte da movimentação estratégica do Sindicato para chamar atenção para a negociação da convenção coletiva com o sindicato patronal. Fonseca nega
"Não teve nada a ver com o dissídio coletivo. Nossa data-base é 1º de fevereiro", garante o sindicalista. O Engenhão é uma das obras sob responsabilidade da Prefeitura do Rio para os Jogos Pan-americanos. Orçada em R$ 350 milhões, terá capacidade para 45 mil pessoas e tem previsão de entrega para o final de maio. O secretário de Obras, Eider Dantas, disse que uma greve ou problemas climáticos seriam os únicos fatores que poderiam comprometer o calendário. Cerca de 2.300 operários trabalham na construção do estádio, que será a sede do futebol e do atletismo durante o Pan.
A Empresa Municipal de Urbanização (Riourbe), responsável pela gestão das obras municipais, afirmou que o ritmo de trabalhos está normal no canteiro do Engenhão e que, em relação às condições de trabalho, a obra 'obedece rigorosamente as exigências da legislação trabalhista em vigor'. Para o órgão, a manifestação fez parte da movimentação estratégica do Sindicato para chamar atenção para a negociação da convenção coletiva com o sindicato patronal. Fonseca nega
"Não teve nada a ver com o dissídio coletivo. Nossa data-base é 1º de fevereiro", garante o sindicalista. O Engenhão é uma das obras sob responsabilidade da Prefeitura do Rio para os Jogos Pan-americanos. Orçada em R$ 350 milhões, terá capacidade para 45 mil pessoas e tem previsão de entrega para o final de maio. O secretário de Obras, Eider Dantas, disse que uma greve ou problemas climáticos seriam os únicos fatores que poderiam comprometer o calendário. Cerca de 2.300 operários trabalham na construção do estádio, que será a sede do futebol e do atletismo durante o Pan.
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