Jornal do Brasil, com agências
Uma reportagem do jornal El País trata de uma questão que, para os brasileiros de bom senso e que não se deixam seduzir pela cantilenária petista, já sabiam há muito tempo: a de que o PT tem verdadeiro horror à imprensa. Não uma imprensa qualquer, mas aquela livre das artimanhas esquerdopatas, que tem miolos, que pensa, que critica, que pondera, que sabe identificar a idiotia, a ideologia, a partidarização das instituições, e da anarquização das instituições. Em suma, uma imprensa livre das tolices do atraso e da mistificação com que as esquerdas tentam se valer para impor seu anacronismo.
Hoje, a tática das esquerdas caducas é se valerem dos caminhos que a democracia proporciona, para atingirem o poder e ceifar a própria democracia. Na legislatura passada, vimos como isto se dá: o governo tudo fez para amordaçar a justiça e censurar a imprensa. Depois, tratou de enterrar a credibilidade como instituição do Poder Legislativo colocando-o a reboque do Executivo em favor de uma causa, a causa socialista. Ainda no tempo da campanha presidencial, alertamos várias aqui no COMENTANDO A NOTICIA que, se reeleito, Lula endereçaria sua estratégia para cima do judiciário.
Claro que o Legislativo em muito facilitou o caminho para os esquerdopatas doentios do petê. Claro que um juiz vendido e corrupto não é bom para o sistema político de nenhum país. Mas a investida violenta com que o petê jogou a Polícia Federal, (que um dia foi republicana e hoje se tornou em polícia política a serviço de um partido), para cima do judiciário nos últimos dias, é apenas o começo de tudo que se alertou aqui. É parte consistente de um método, aquele que se serve do Estado para minar sua resistência até este cair enfraquecido no colo do regime pretendido.
No caso da reportagem do El País, eles comentam acerca da mudança de gabinete de Arlindo Chinagglia, presidente da Câmara, distanciando-se o mais que pode da imprensa. Entrará e sairá sem ser visto ou sequer notado. Os autoritários tem muito disto: detestam prestar contas na forma como a democracia impõem aos governantes. Eles se colocam no altar da suprema graça, e acham que tudo que dizem e fazem deve ser aceito e reverenciado sem discussão ou contrariedades.
Sendo assim, não apenas os petistas são alérgicos à imprensa livre de sua cretinice ideológica: eles nutrem verdadeiro ódio à democracia, ao capitalismo, às liberdades de expressão e de pensamento. Seu desejo maior seria trancafiar a todos os “liberais” em um casulo irreversível. Por conta disso, por onde passaram, o rastro de cadáveres que deixaram somou milhões. Nem todos são idiotas, nem todos se contentam com a ração diária de atraso com que os canalhas tentam alimentar e subjugar as “massas“.
Leiam a reportagem e reflitam sobre as escolhas que este país têm feito. Apesar de ser difícil a empreitada, ainda há tempo de revertemos o quadro de imbecilidade com que o governo Lula tenta conduzir o Brasil.
Uma reportagem do jornal El País trata de uma questão que, para os brasileiros de bom senso e que não se deixam seduzir pela cantilenária petista, já sabiam há muito tempo: a de que o PT tem verdadeiro horror à imprensa. Não uma imprensa qualquer, mas aquela livre das artimanhas esquerdopatas, que tem miolos, que pensa, que critica, que pondera, que sabe identificar a idiotia, a ideologia, a partidarização das instituições, e da anarquização das instituições. Em suma, uma imprensa livre das tolices do atraso e da mistificação com que as esquerdas tentam se valer para impor seu anacronismo.
Hoje, a tática das esquerdas caducas é se valerem dos caminhos que a democracia proporciona, para atingirem o poder e ceifar a própria democracia. Na legislatura passada, vimos como isto se dá: o governo tudo fez para amordaçar a justiça e censurar a imprensa. Depois, tratou de enterrar a credibilidade como instituição do Poder Legislativo colocando-o a reboque do Executivo em favor de uma causa, a causa socialista. Ainda no tempo da campanha presidencial, alertamos várias aqui no COMENTANDO A NOTICIA que, se reeleito, Lula endereçaria sua estratégia para cima do judiciário.
Claro que o Legislativo em muito facilitou o caminho para os esquerdopatas doentios do petê. Claro que um juiz vendido e corrupto não é bom para o sistema político de nenhum país. Mas a investida violenta com que o petê jogou a Polícia Federal, (que um dia foi republicana e hoje se tornou em polícia política a serviço de um partido), para cima do judiciário nos últimos dias, é apenas o começo de tudo que se alertou aqui. É parte consistente de um método, aquele que se serve do Estado para minar sua resistência até este cair enfraquecido no colo do regime pretendido.
No caso da reportagem do El País, eles comentam acerca da mudança de gabinete de Arlindo Chinagglia, presidente da Câmara, distanciando-se o mais que pode da imprensa. Entrará e sairá sem ser visto ou sequer notado. Os autoritários tem muito disto: detestam prestar contas na forma como a democracia impõem aos governantes. Eles se colocam no altar da suprema graça, e acham que tudo que dizem e fazem deve ser aceito e reverenciado sem discussão ou contrariedades.
Sendo assim, não apenas os petistas são alérgicos à imprensa livre de sua cretinice ideológica: eles nutrem verdadeiro ódio à democracia, ao capitalismo, às liberdades de expressão e de pensamento. Seu desejo maior seria trancafiar a todos os “liberais” em um casulo irreversível. Por conta disso, por onde passaram, o rastro de cadáveres que deixaram somou milhões. Nem todos são idiotas, nem todos se contentam com a ração diária de atraso com que os canalhas tentam alimentar e subjugar as “massas“.
Leiam a reportagem e reflitam sobre as escolhas que este país têm feito. Apesar de ser difícil a empreitada, ainda há tempo de revertemos o quadro de imbecilidade com que o governo Lula tenta conduzir o Brasil.
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“A decisão do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT), de afastar os jornalistas dos deputados durante as sessões no plenário teve repercussão internacional. O jornal espanhol El País deu destaque para a iniciativa de Chinaglia, que quer mudar o local de trabalho da imprensa, e chamou de confinamento a idéia de transferir os profissionais para um espaço isolado do plenário.
O jornal frisa que o presidente da Câmara pretende instalar seu próprio gabinete deixando para os jornalistas um pequeno espaço sem acesso direto aos deputados. O jornal questiona a intenção de Chinaglia ao propor a mudança. Levanta a hipótese de a medida funcionar como manobra para driblar o assédio dos profissionais.
A reportagem também relembra que, há 30 anos, o espaço é destinado aos jornalistas com o propósito de oferecer aos deputados a oportunidade de conversar com os comunicadores.
Mas, a presidência da Câmara rebate e informa que a proposta de mudança se apoiou em dois motivos: o primeiro seria a existência, no projeto original, de um espaço reservado para o gabinete da presidência da Casa e o segundo a necessidade de alojar o PSOL. O que os socialistas negam.
"Há tempo que Chinaglia trabalha para evitar que os jornalistas entrassem no sistema de intranet parlamentar, uma página interna em que aparecem as decisões administrativas do Congresso, mas uma revolta dos jornalistas o fez desistir", publicou o jornal espanhol. "O certo é que o PT sempre demonstrou uma certa alergia à excessiva presença dos jornalistas no parlamento. Recentemente enviou uma circular aos novos deputados em que aconselhou evitar longas conversas com a imprensa".
O El País atribuiu a "alergia" dos petistas aos escândalos de corrupção que atingiram o partido em 2005. Até mesmo a decisão do presidente Lula de criar uma TV pública foi citada na matéria como forma de contornar o tratamento negativo do governo no noticiário.
Ontem, o presidente da Câmara admitiu que poderá mudar o comitê de imprensa da Casa de lugar para acomodar lideranças partidárias no espaço. Chinaglia negou, no entanto, que isso seja uma estratégia para evitar o contato com a imprensa - já que o seu gabinete ficaria onde funciona atualmente o comitê.
Com a eventual mudança, Chinaglia teria do novo gabinete uma passagem direta para o plenário da Casa, o que evitaria os jornalistas que ficam nos corredores da Câmara.
- Isso surgiu como especulação - rebateu o petista. - Agora que já foram feitos estudos em legislaturas passadas, vamos analisar a ocupação do espaço, pois algumas bancadas não tem nenhum espaço na Câmara.
O presidente da Câmara negou que a Mesa Diretora tenha discutido a mudança:
- Isso foi inventado, não falaram comigo.
Chinaglia, porém, reconheceu que as modificações poderão efetivamente ocorrer:
- É obvio que isso pode acontecer nesta legislatura ou em qualquer outra.”
“A decisão do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT), de afastar os jornalistas dos deputados durante as sessões no plenário teve repercussão internacional. O jornal espanhol El País deu destaque para a iniciativa de Chinaglia, que quer mudar o local de trabalho da imprensa, e chamou de confinamento a idéia de transferir os profissionais para um espaço isolado do plenário.
O jornal frisa que o presidente da Câmara pretende instalar seu próprio gabinete deixando para os jornalistas um pequeno espaço sem acesso direto aos deputados. O jornal questiona a intenção de Chinaglia ao propor a mudança. Levanta a hipótese de a medida funcionar como manobra para driblar o assédio dos profissionais.
A reportagem também relembra que, há 30 anos, o espaço é destinado aos jornalistas com o propósito de oferecer aos deputados a oportunidade de conversar com os comunicadores.
Mas, a presidência da Câmara rebate e informa que a proposta de mudança se apoiou em dois motivos: o primeiro seria a existência, no projeto original, de um espaço reservado para o gabinete da presidência da Casa e o segundo a necessidade de alojar o PSOL. O que os socialistas negam.
"Há tempo que Chinaglia trabalha para evitar que os jornalistas entrassem no sistema de intranet parlamentar, uma página interna em que aparecem as decisões administrativas do Congresso, mas uma revolta dos jornalistas o fez desistir", publicou o jornal espanhol. "O certo é que o PT sempre demonstrou uma certa alergia à excessiva presença dos jornalistas no parlamento. Recentemente enviou uma circular aos novos deputados em que aconselhou evitar longas conversas com a imprensa".
O El País atribuiu a "alergia" dos petistas aos escândalos de corrupção que atingiram o partido em 2005. Até mesmo a decisão do presidente Lula de criar uma TV pública foi citada na matéria como forma de contornar o tratamento negativo do governo no noticiário.
Ontem, o presidente da Câmara admitiu que poderá mudar o comitê de imprensa da Casa de lugar para acomodar lideranças partidárias no espaço. Chinaglia negou, no entanto, que isso seja uma estratégia para evitar o contato com a imprensa - já que o seu gabinete ficaria onde funciona atualmente o comitê.
Com a eventual mudança, Chinaglia teria do novo gabinete uma passagem direta para o plenário da Casa, o que evitaria os jornalistas que ficam nos corredores da Câmara.
- Isso surgiu como especulação - rebateu o petista. - Agora que já foram feitos estudos em legislaturas passadas, vamos analisar a ocupação do espaço, pois algumas bancadas não tem nenhum espaço na Câmara.
O presidente da Câmara negou que a Mesa Diretora tenha discutido a mudança:
- Isso foi inventado, não falaram comigo.
Chinaglia, porém, reconheceu que as modificações poderão efetivamente ocorrer:
- É obvio que isso pode acontecer nesta legislatura ou em qualquer outra.”