segunda-feira, maio 07, 2007

O aristotelismo relido por Marina SIlva. Viva o cipó!

Reinaldo Azevedo

Na Folha On Line. Volto em seguida:
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A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) anunciou na manhã desta quinta-feira os nomes dos novos diretores e presidentes interinos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O atual chefe de Gabinete do Ministério do Meio Ambiente, Bazileu Alves Margarido Neto, assumirá interinamente o Ibama e será o diretor de Qualidade Ambiental do órgão. O atual secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, será o presidente interino do Instituto Chico Mendes.Na semana passada, o governo anunciou a reestruturação do Ministério do Meio Ambiente, que incluiu a divisão do Ibama. A mudança deu origem ao Instituto Chico Mendes, que ficará responsável pelas unidades de conservação da natureza e por programas de pesquisa da biodiversidade. Já o Ibama ficará responsável pela concessão das licenças ambientais.
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Em reportagem publicada na Folha na semana passada, Marina Silva negou que as mudanças tinham relação com o atraso no licenciamento de duas usinas hidrelétricas na Amazônia previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
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Voltei
Não sei se vocês entenderam o "marinismo". O “Marinismo” é uma variante da lógica aristotélica à luz da sabedoria dos Povos da Floresta. Para atravessar esse umbral, é preciso antes fazer parte da turma do cipó. Eu explico.
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O Instituto Chico Mendes vai responder pela conservação das florestas. E o Ibama dará licenças ambientais. As licenças ambientais são concedidas tendo em vista a necessidade de preservação das florestas. Logo, nada mais lógico do que separar quem preserva de quem concede licenças.
Ora, está tudo muito claro.
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Vai um copo de ayahuasca?