Na Folha On Line. Volto em seguida:
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A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) anunciou na manhã desta quinta-feira os nomes dos novos diretores e presidentes interinos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O atual chefe de Gabinete do Ministério do Meio Ambiente, Bazileu Alves Margarido Neto, assumirá interinamente o Ibama e será o diretor de Qualidade Ambiental do órgão. O atual secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, será o presidente interino do Instituto Chico Mendes.Na semana passada, o governo anunciou a reestruturação do Ministério do Meio Ambiente, que incluiu a divisão do Ibama. A mudança deu origem ao Instituto Chico Mendes, que ficará responsável pelas unidades de conservação da natureza e por programas de pesquisa da biodiversidade. Já o Ibama ficará responsável pela concessão das licenças ambientais.
A ministra Marina Silva (Meio Ambiente) anunciou na manhã desta quinta-feira os nomes dos novos diretores e presidentes interinos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O atual chefe de Gabinete do Ministério do Meio Ambiente, Bazileu Alves Margarido Neto, assumirá interinamente o Ibama e será o diretor de Qualidade Ambiental do órgão. O atual secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, será o presidente interino do Instituto Chico Mendes.Na semana passada, o governo anunciou a reestruturação do Ministério do Meio Ambiente, que incluiu a divisão do Ibama. A mudança deu origem ao Instituto Chico Mendes, que ficará responsável pelas unidades de conservação da natureza e por programas de pesquisa da biodiversidade. Já o Ibama ficará responsável pela concessão das licenças ambientais.
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Em reportagem publicada na Folha na semana passada, Marina Silva negou que as mudanças tinham relação com o atraso no licenciamento de duas usinas hidrelétricas na Amazônia previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Em reportagem publicada na Folha na semana passada, Marina Silva negou que as mudanças tinham relação com o atraso no licenciamento de duas usinas hidrelétricas na Amazônia previstas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
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Voltei
Voltei
Não sei se vocês entenderam o "marinismo". O “Marinismo” é uma variante da lógica aristotélica à luz da sabedoria dos Povos da Floresta. Para atravessar esse umbral, é preciso antes fazer parte da turma do cipó. Eu explico.
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O Instituto Chico Mendes vai responder pela conservação das florestas. E o Ibama dará licenças ambientais. As licenças ambientais são concedidas tendo em vista a necessidade de preservação das florestas. Logo, nada mais lógico do que separar quem preserva de quem concede licenças.
Ora, está tudo muito claro.
O Instituto Chico Mendes vai responder pela conservação das florestas. E o Ibama dará licenças ambientais. As licenças ambientais são concedidas tendo em vista a necessidade de preservação das florestas. Logo, nada mais lógico do que separar quem preserva de quem concede licenças.
Ora, está tudo muito claro.
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Vai um copo de ayahuasca?
Vai um copo de ayahuasca?