Chico Siqueira, Redação Terra
O diarista José Roberto Pereira, 36 anos, foi condenado a cumprir um ano, seis meses e 20 dias de reclusão e a pagar multa de R$ 50 por ter furtado cinco galinhas de um sítio da cidade de Guarani D'Oeste, a 580 km de São Paulo. Por ser primário, ele poderá recorrer da sentença em liberdade.
Caso a condenação seja mantida, ele poderá cumprir a pena em regime semi-aberto. Até a tarde desta quarta-feira, ele não havia sido intimado da sentença. A advogada Cristiane Menezes Pagotto, que defende o diarista, disse que deve ajuizar recurso na próxima semana. Segundo ela, a sentença, do juiz Heitor Katsume Miura, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Fernandópolis, foi exagerada. "É um crime de pequena proporção. Ele poderia ter dado uma pena alternativa", salientou.
Segundo Cristiane, no seu entendimento, Pereira nem mesmo cometeu o furto. "Não houve apreensão e apresentação dos produtos furtados. A perícia fala em três galinhas apreendidas num sítio vizinho", afirmou. A advogada não soube dizer se o fato de seu cliente ter passagens na polícia por suspeita de crime eleitoral e pequenos furtos pode ter colaborado para a decisão de Miura.
O furto das galinhas ocorreu em 12 de outubro de 2005. Pereira foi preso depois que o dono do sítio o denunciou pela suposta tentativa de levar as galinhas. Assustado, ele teria fugido, sem levar nada.
Pereira foi preso, mas solto depois de cinco dias. À polícia, ele teria dito que estava desempregado e sem dinheiro para comprar comida, e pretendia fazer uma galinhada para parentes e amigos que o visitavam. O juiz só vai falar sobre o assunto na próxima segunda-feira.
O diarista José Roberto Pereira, 36 anos, foi condenado a cumprir um ano, seis meses e 20 dias de reclusão e a pagar multa de R$ 50 por ter furtado cinco galinhas de um sítio da cidade de Guarani D'Oeste, a 580 km de São Paulo. Por ser primário, ele poderá recorrer da sentença em liberdade.
Caso a condenação seja mantida, ele poderá cumprir a pena em regime semi-aberto. Até a tarde desta quarta-feira, ele não havia sido intimado da sentença. A advogada Cristiane Menezes Pagotto, que defende o diarista, disse que deve ajuizar recurso na próxima semana. Segundo ela, a sentença, do juiz Heitor Katsume Miura, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Fernandópolis, foi exagerada. "É um crime de pequena proporção. Ele poderia ter dado uma pena alternativa", salientou.
Segundo Cristiane, no seu entendimento, Pereira nem mesmo cometeu o furto. "Não houve apreensão e apresentação dos produtos furtados. A perícia fala em três galinhas apreendidas num sítio vizinho", afirmou. A advogada não soube dizer se o fato de seu cliente ter passagens na polícia por suspeita de crime eleitoral e pequenos furtos pode ter colaborado para a decisão de Miura.
O furto das galinhas ocorreu em 12 de outubro de 2005. Pereira foi preso depois que o dono do sítio o denunciou pela suposta tentativa de levar as galinhas. Assustado, ele teria fugido, sem levar nada.
Pereira foi preso, mas solto depois de cinco dias. À polícia, ele teria dito que estava desempregado e sem dinheiro para comprar comida, e pretendia fazer uma galinhada para parentes e amigos que o visitavam. O juiz só vai falar sobre o assunto na próxima segunda-feira.