A empresária paranaense Sílvia Pfeiffer confirmou denúncias de corrupção em contratos realizados pela empresa da qual era sócia, a Aeromídia, e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) em depoimento à CPI do Apagão Aéreo do Senado. Ela sentiu-se mal e foi atendida pelo serviço médico da Casa. Em seu depoimento, Silvia acusou o ex-presidente da Infraero, Carlos Wilson, e várias outras pessoas, de envolvimento em fraudes em licitações e superfaturamento de preços de obras dos aeroportos.
De acordo com o relator da CPI, senador Demósthenes Torres (DEM-GO), Silvia apresentou documentos e tem feito as acusações "com propriedade". Segundo Torres, as denúncias serão agora investigadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
Diretora nega
Em depoimento à CPI do Apagão Aéreo da Câmara, a diretora de Engenharia da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), Eleuza Terezinha Lores negou ontem qualquer irregularidade em obras de aeroportos. Eleuza é alvo de ação cível pública do Ministério Público de São Paulo, que tentou embargar as obras do aeroporto de Congonhas, sob a alegação de irregularidades na licitação. O Tribunal de Contas da União (TCU) também aponta falhas nas obras de Congonhas.
"O Ministério Público de São Paulo pegou um relatório preliminar de 2006 e abriu uma ação pública em função do processo licitatório da obra do aeroporto de Congonhas", explicou a diretora de Engenharia. Ela confirmou que, em função da ação, está com seus bens bloqueados pela Justiça.
Segundo Eleuza, as auditorias do TCU feitas em obras nos aeroportos apontam sobrepreços porque os técnicos do Tribunal usam como parâmetro a tabela de preços da construção civil. "Estamos trabalhando junto com o TCU para criar uma tabela só para o sistema aeroportuário. Aí quando todas as auditorias forem enquadradas nessa tabela não vai haver sobrepreço nas obras", afirmou.
No depoimento, Eleuza Terezinha garantiu que não é filiada a partido político. Rebateu ainda as acusações da empresária Silvia Pfeiffer - que depôs ontem na CPI do Apagão Aéreo do Senado - de que seria chefe de um esquema de corrupção nas obras dos aeroportos. "Se ela (Sílvia) tem acusação de que há corrupção que comprove. Eu não recebi nada dela nem de ninguém. Não tenho força política nenhuma. Não sou ligada a partido político. Tenho é bagagem profissional. Contra mim não tem nada tanto que não fui afastada da diretoria da Infraero", disse Eleuza Terezinha.
Ela afirmou ainda que nunca captou recursos para campanhas eleitorais. Eleuza Terezinha assumiu a diretoria de Engenharia em janeiro de 2003, ocasião em que a Infraero passou a ser presidida pelo hoje deputado Carlos Wilson (PT-PE).
De acordo com o relator da CPI, senador Demósthenes Torres (DEM-GO), Silvia apresentou documentos e tem feito as acusações "com propriedade". Segundo Torres, as denúncias serão agora investigadas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
Diretora nega
Em depoimento à CPI do Apagão Aéreo da Câmara, a diretora de Engenharia da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), Eleuza Terezinha Lores negou ontem qualquer irregularidade em obras de aeroportos. Eleuza é alvo de ação cível pública do Ministério Público de São Paulo, que tentou embargar as obras do aeroporto de Congonhas, sob a alegação de irregularidades na licitação. O Tribunal de Contas da União (TCU) também aponta falhas nas obras de Congonhas.
"O Ministério Público de São Paulo pegou um relatório preliminar de 2006 e abriu uma ação pública em função do processo licitatório da obra do aeroporto de Congonhas", explicou a diretora de Engenharia. Ela confirmou que, em função da ação, está com seus bens bloqueados pela Justiça.
Segundo Eleuza, as auditorias do TCU feitas em obras nos aeroportos apontam sobrepreços porque os técnicos do Tribunal usam como parâmetro a tabela de preços da construção civil. "Estamos trabalhando junto com o TCU para criar uma tabela só para o sistema aeroportuário. Aí quando todas as auditorias forem enquadradas nessa tabela não vai haver sobrepreço nas obras", afirmou.
No depoimento, Eleuza Terezinha garantiu que não é filiada a partido político. Rebateu ainda as acusações da empresária Silvia Pfeiffer - que depôs ontem na CPI do Apagão Aéreo do Senado - de que seria chefe de um esquema de corrupção nas obras dos aeroportos. "Se ela (Sílvia) tem acusação de que há corrupção que comprove. Eu não recebi nada dela nem de ninguém. Não tenho força política nenhuma. Não sou ligada a partido político. Tenho é bagagem profissional. Contra mim não tem nada tanto que não fui afastada da diretoria da Infraero", disse Eleuza Terezinha.
Ela afirmou ainda que nunca captou recursos para campanhas eleitorais. Eleuza Terezinha assumiu a diretoria de Engenharia em janeiro de 2003, ocasião em que a Infraero passou a ser presidida pelo hoje deputado Carlos Wilson (PT-PE).