terça-feira, abril 24, 2012

A latrina sul americana

Comentando a Notícia

Quando afirmo que o Brasil deve dar um chute no traseiro seja da Argentina e até do Mercosul, estou defendendo o interesse do Brasil.

E não cometo nenhuma injustiça contra o país vizinho. Não posso concordar com esta posição passiva e covarde do Brasil em relação às retaliações seguidas do governo da senhora Kirchner, nem tampouco é possível  condescender com a quebra de contratos, violação de compromissos tudo em nome de uma política populista, autoritária e retrógrada. 

Quem perde e banca o prejuízo, comumente, tem sido o Brasil, seu povo, seus empregos, sua indústria, e até sua vergonha na cara. 

Qual o problema do governo petista, covarde às últimas consequências, em retaliar e aplicar os mesmos golpes baixos, sujos e canalhas que o Brasil tem recebido do país vizinho? Medo de quê, de que a Argentina mande suas forças armadas invadir-nos? Ou é cumplicidade para ver instaladas meia dúzias de ditaduras botocudas na América do Sul? Ou este governozinho de araque é tão porcaria que se sente inútil em defender o Brasil? Afinal, governam a quem, aos interesses brasileiros, ou seus concubinatos latinos e fedorentos das latrinas latino- americanas?

E se algum pentelho vermelho e de esquerda acha que o comentário é duro e exagerado, confiram a nota a seguir, e depois tentem achar alguma justificativa para a covardia petista em defender o Brasil:

Argentina suga empregos e indústrias do Brasil

Ilimar Franco
O Globo

Nem a Espanha nem a YPF são as únicas vítimas da presidente da Argentina, Cristina Kirchner. O Brasil e empresas aqui instaladas também são. Máquinas agrícolas, calçados, móveis e carne suína produzidos no Brasil, e exportados para a Argentina, estão há cerca de um ano bloqueados na aduana do “país irmão”.

O governo Dilma e o Ministério das Relações Exteriores têm tido uma postura blasé, diante de uma pressão que está gerando desemprego e pode fechar fábricas no Brasil.

A Petrobras está sendo pressionada a investir na Argentina. As empresas de máquinas agrícolas John Deere (RS), AGCO do Brasil (RS) e Case-New Holland (PR) também. Colheitadeiras e tratores destas empresas estão retidos na aduana argentina.

Para liberá-las, segundo o deputado Osmar Terra (PMDB-RS), o governo Kirchner exigiu que elas se instalem na Argentina. A John Deere está investindo US$ 130 milhões numa fábrica em Rosário. A AGCO US$ 150 milhões em Buenos Aires. A Case US$ 150 milhões em Córdoba.