Adelson Elias Vasconcellos
Vocês querem saber a medida exata do respeito que recebem as vítimas brasileiras da violência reinante no país, de parte da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara de Deputados ? Leiam a seguir o que foi publicado na coluna do Cláudio Humberto:
Direitos Humanos solidários com famílias francesas. Já a família do garoto João Hélio...
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados distribuiu nota oficial em que apresenta a solidariedade aos familiares e amigos dos franceses Delphine Douyère, Christian Pierre Doupes e Jérome Faure, assassinados a mando de um ex-menor de rua que eles acolheram e assistiram durante dez anos, dando-lhe emprego e pagando até sua faculdade. A nota assinada pelo presidentre da CDHM, deputado Luiz Couto (PT-PB), embora oportunista, é muito justa, mas a mesma comissão não se manifestou após o cruel assassinato do garotinho João Hélio, de cinco anos, cujo corpo foi arrastado e destroçado por sete quilômetros, nas ruas do Rio de Janeiro. A comissão raramente protesta contra as vítimas brasileiras da criminalidade. No site da Câmara, a última nota da Comissãode Direitos Humanos e Minorias, datada de 14 de junho de 2006, protestou contra o assassinato da missionária americana Dorothy Stang, no Pará.
Pois é isso: num país em que o seu presidente diz não haver “inocentes” nas barbaridades que têm ocorrido no país, cada vez com maior freqüência e brutalidade, que insiste em não tomar nenhuma medida que nos devolva a segurança de viver no país em paz e com tranqüilidade, e em que o judiciário mais protege os criminosos do que suas vítimas, não se pode estranhar também esta omissão de parte daqueles que são sustentados por nós.
Vai ver que chorar pelas vítimas estrangeiras deve parecer para estes crápulas, algo muito chique. Brasileiro assassinado não tem graça alguma. Isto eles vêem a toda hora...
E já que tocamos no assassinato dos franceses, é preciso que fique claro uma coisa. Apesar do menino de rua ter sido socorrido na sua necessidade, apesar de ter recebido casa e emprego, apesar do tratamento civilizado, isto não evitou que roubasse e, muito menos que matasse. Existem centenas de meninos que são acolhidos até por estrangeiros, e seriam capazes de dar suas vidas para proteger aqueles que o abrigaram. Não chegam ao cometimento de um crime para encobrir outro. Neste caso, o que se tem é que alguém, independente da classe social, independente da pobreza, agiu com opção pelo mal. E aí se desqualifica toda a base em que assentam os medíocres que querem justificar a criminalidade com a pobreza, com a falta de oportunidades. Se assim fossem o Brasil teria no mínimo um batalhão de 40 a 60 milhões de criminosos em potencial. E sabemos que não os tem. Este batalhão pode ser pobre, pode ser analfabeto, pode não ter computador, pode não ter emprego fixo. Mas uma coisa estes 40 as 60 milhões de abandonados tem e se orgulham: honestidade, que é feita em conjunto com o caráter de quem luta até contra o país que o abandona. Eles têm uma coisa básica, que muita "otoridade" sequer sabe o que significa: MORAL.
Enquanto este desgoverno inconseqüente não se assumir, enquanto tivermos um presidente deprimente, preguiçoso e delinqüente, ainda teremos que ler coisas ruins sobre o Brasil, tal qual um jornal francês sobre o assassinato estúpido que sofreram justo de parte e mando daquele que eles deram carinho, abrigo, emprego:
'Um crime canalha'
Funcionária do consulado da França no Rio, Marie Depalle criticou duramente o Brasil no jornal Le Progrès, de Lyon, onde nasceu Delphine Douyère, 36, assassinada a facadas com o marido, Christian Doupes, 42, e Jérôme Faure, 38, na ONG que dirigiam em Copacabana. Dellphine falou com a amiga sobre o desfalque e a crueldade do ex-menino de rua que virou coordenador e mandante do crime. "A sociedade brasileira fabrica essas pessoas sem vez nem lei", comentou Depalle. "O país está corrompido, apavorado, regido pela violência", observou a amiga de Delphine, elogiando porém o trabalho da Polícia Federal (sic), "especialmente nas favelas, mas ainda há muito o que fazer".
Por tudo isso, está passando da hora da sociedade brasileira exigir,este é o termo certo, exigir do senhor Lula tomada de providências urgentes e inadiáveis, que cumpra com sua obrigação porque para tanto candidatou-se, foi eleito e é muito bem pago. Que ele não tenha pressa, que goste de conviver com bandidos, com canalhas, com companheiros larápios e corruptos, isto é lá problema dele. É uma escolha pessoal. Porém, nossas vidas têm pressa de segurança. Nossos filhos, nossos amigos e familiares tem pressa em serem defendidos. De viverem. E a se missão está muito além da “capacidade” tacanha do senhor Lula, ele que devolva o mandato que não lhe pertence, ao seu legítimo dono que é povo, para que possa escolher um presidente que pelos menos governe o país sem mentir, trabalhando com responsabilidade e com muita pressa de devolver a paz para este país já tão maltratado por este bando de companheiros delinqüentes.
Vocês querem saber a medida exata do respeito que recebem as vítimas brasileiras da violência reinante no país, de parte da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara de Deputados ? Leiam a seguir o que foi publicado na coluna do Cláudio Humberto:
Direitos Humanos solidários com famílias francesas. Já a família do garoto João Hélio...
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados distribuiu nota oficial em que apresenta a solidariedade aos familiares e amigos dos franceses Delphine Douyère, Christian Pierre Doupes e Jérome Faure, assassinados a mando de um ex-menor de rua que eles acolheram e assistiram durante dez anos, dando-lhe emprego e pagando até sua faculdade. A nota assinada pelo presidentre da CDHM, deputado Luiz Couto (PT-PB), embora oportunista, é muito justa, mas a mesma comissão não se manifestou após o cruel assassinato do garotinho João Hélio, de cinco anos, cujo corpo foi arrastado e destroçado por sete quilômetros, nas ruas do Rio de Janeiro. A comissão raramente protesta contra as vítimas brasileiras da criminalidade. No site da Câmara, a última nota da Comissãode Direitos Humanos e Minorias, datada de 14 de junho de 2006, protestou contra o assassinato da missionária americana Dorothy Stang, no Pará.
Pois é isso: num país em que o seu presidente diz não haver “inocentes” nas barbaridades que têm ocorrido no país, cada vez com maior freqüência e brutalidade, que insiste em não tomar nenhuma medida que nos devolva a segurança de viver no país em paz e com tranqüilidade, e em que o judiciário mais protege os criminosos do que suas vítimas, não se pode estranhar também esta omissão de parte daqueles que são sustentados por nós.
Vai ver que chorar pelas vítimas estrangeiras deve parecer para estes crápulas, algo muito chique. Brasileiro assassinado não tem graça alguma. Isto eles vêem a toda hora...
E já que tocamos no assassinato dos franceses, é preciso que fique claro uma coisa. Apesar do menino de rua ter sido socorrido na sua necessidade, apesar de ter recebido casa e emprego, apesar do tratamento civilizado, isto não evitou que roubasse e, muito menos que matasse. Existem centenas de meninos que são acolhidos até por estrangeiros, e seriam capazes de dar suas vidas para proteger aqueles que o abrigaram. Não chegam ao cometimento de um crime para encobrir outro. Neste caso, o que se tem é que alguém, independente da classe social, independente da pobreza, agiu com opção pelo mal. E aí se desqualifica toda a base em que assentam os medíocres que querem justificar a criminalidade com a pobreza, com a falta de oportunidades. Se assim fossem o Brasil teria no mínimo um batalhão de 40 a 60 milhões de criminosos em potencial. E sabemos que não os tem. Este batalhão pode ser pobre, pode ser analfabeto, pode não ter computador, pode não ter emprego fixo. Mas uma coisa estes 40 as 60 milhões de abandonados tem e se orgulham: honestidade, que é feita em conjunto com o caráter de quem luta até contra o país que o abandona. Eles têm uma coisa básica, que muita "otoridade" sequer sabe o que significa: MORAL.
Enquanto este desgoverno inconseqüente não se assumir, enquanto tivermos um presidente deprimente, preguiçoso e delinqüente, ainda teremos que ler coisas ruins sobre o Brasil, tal qual um jornal francês sobre o assassinato estúpido que sofreram justo de parte e mando daquele que eles deram carinho, abrigo, emprego:
'Um crime canalha'
Funcionária do consulado da França no Rio, Marie Depalle criticou duramente o Brasil no jornal Le Progrès, de Lyon, onde nasceu Delphine Douyère, 36, assassinada a facadas com o marido, Christian Doupes, 42, e Jérôme Faure, 38, na ONG que dirigiam em Copacabana. Dellphine falou com a amiga sobre o desfalque e a crueldade do ex-menino de rua que virou coordenador e mandante do crime. "A sociedade brasileira fabrica essas pessoas sem vez nem lei", comentou Depalle. "O país está corrompido, apavorado, regido pela violência", observou a amiga de Delphine, elogiando porém o trabalho da Polícia Federal (sic), "especialmente nas favelas, mas ainda há muito o que fazer".
Por tudo isso, está passando da hora da sociedade brasileira exigir,este é o termo certo, exigir do senhor Lula tomada de providências urgentes e inadiáveis, que cumpra com sua obrigação porque para tanto candidatou-se, foi eleito e é muito bem pago. Que ele não tenha pressa, que goste de conviver com bandidos, com canalhas, com companheiros larápios e corruptos, isto é lá problema dele. É uma escolha pessoal. Porém, nossas vidas têm pressa de segurança. Nossos filhos, nossos amigos e familiares tem pressa em serem defendidos. De viverem. E a se missão está muito além da “capacidade” tacanha do senhor Lula, ele que devolva o mandato que não lhe pertence, ao seu legítimo dono que é povo, para que possa escolher um presidente que pelos menos governe o país sem mentir, trabalhando com responsabilidade e com muita pressa de devolver a paz para este país já tão maltratado por este bando de companheiros delinqüentes.