Crescimento das importações pode causar desindustrialização
A "nova valorização" recente do real vai acelerar ainda mais o crescimento das importações em 2007 e consolidará a substituição de fornecedores domésticos por fornecedores externos de produtos para o Brasil, segundo avalia o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgard Pereira.
Para ele, os produtos importados continuarão a retirar mercado da produção industrial doméstica, especialmente de setores intensivos em mão-de-obra como tecidos, vestuário e calçados. Além disso, já começam a afetar também a produção interna de bens de consumo duráveis.
"As empresas levam um tempo para contratação de um fornecedor externos, mas a consolidação do câmbio baixo facilita a substituição do fornecedor do mercado interno pelo externo", alerta. Segundo Pereira, a competição dos importados tem contribuído para provocar uma "desindustrialização" do País, que segundo ele será demonstrada nos dados do Produto Interno Bruto (PIB) de 2006.
Perda
Ele explica que a desindustrialização consiste na perda de participação da indústria no PIB do País, processo que, ainda segundo o economista, já está em curso no Brasil. "Isso ocorre porque há um desempenho muito heterogêneo da indústria e os segmentos que mais crescem são os menos intensos em trabalho", disse.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Não só pode, como, de fato, já está causando. Só que este fato, já estamos falando deste 2006. Mas parece que para o governo o número de fábricas já fechadas e os empregos perdidos ainda não foram suficientes. Por quê? Porque os atingidos foi a raia miúda. Quando o problemas começar a afligir os grandes empresários, aí pode ser que o governo resolva agir. Portanto, se você acreditou que este governo, era o governo para os pobres. Enganou-se. Este é um governo pobre.
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Lavando dinheiro
Felipe Recondo, Blog Noblat
Uma desconfiança da finada CPI dos Bingos foi enfim confirmada. Os prêmios da loteria federal são sim usados para lavar dinheiro. E de 2002 a 2004 foram R$ 32 milhões em prêmios usados por criminosos.
O esquema funcionava assim: um real ganhador da loteria chega a uma lotérica ou agência da Caixa para sacar o prêmio. Um funcionário da lotérica ou da Caixa avisa ao criminoso da presença do ganhador. E o criminoso, por fim, compra em dinheiro vivo o bilhete vencedor.
Com o bilhete em mãos, o criminoso saca o dinheiro limpo e lava o que conseguiu de forma ilegal. Um dos investigados, por exemplo, ganhou 525 vezes, o equivalente a R$ 3,8 milhões. Um outro ganhou 107 vezes no mesmo dia em modalidades distintas.
Todos serão investigados e podem ser enquadrados em vários crimes, como lavagem de dinheiro, sonegação e estelionato.
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OAB reage a desdém de Chinaglia
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto considerou "totalmente equivocada" a posição do presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), de considerar as propostas da OAB e de mais quarenta entidades representativas para a reforma política como "meras sugestões". "Esqueceu o deputado Chinaglia que a Câmara tem como razão de ser escutar a população, escutar o povo. A Câmara é representante do povo e a sociedade tem todo o direito, aliás, o dever, de opinar sobre os destinos da Nação." Britto prefere deixar de lado essa posição "negativa" de Chinaglia para destacar o lado positivo da reforma política que é justamente a volta com força no Congresso da discussão do tema. "Considero fundamental que se discuta a reforma porque ela é conhecida como a "mãe de todas as reformas".
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Viva a impostura
Jorge Serrão, Alerta Total
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A "nova valorização" recente do real vai acelerar ainda mais o crescimento das importações em 2007 e consolidará a substituição de fornecedores domésticos por fornecedores externos de produtos para o Brasil, segundo avalia o economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Edgard Pereira.
Para ele, os produtos importados continuarão a retirar mercado da produção industrial doméstica, especialmente de setores intensivos em mão-de-obra como tecidos, vestuário e calçados. Além disso, já começam a afetar também a produção interna de bens de consumo duráveis.
"As empresas levam um tempo para contratação de um fornecedor externos, mas a consolidação do câmbio baixo facilita a substituição do fornecedor do mercado interno pelo externo", alerta. Segundo Pereira, a competição dos importados tem contribuído para provocar uma "desindustrialização" do País, que segundo ele será demonstrada nos dados do Produto Interno Bruto (PIB) de 2006.
Perda
Ele explica que a desindustrialização consiste na perda de participação da indústria no PIB do País, processo que, ainda segundo o economista, já está em curso no Brasil. "Isso ocorre porque há um desempenho muito heterogêneo da indústria e os segmentos que mais crescem são os menos intensos em trabalho", disse.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Não só pode, como, de fato, já está causando. Só que este fato, já estamos falando deste 2006. Mas parece que para o governo o número de fábricas já fechadas e os empregos perdidos ainda não foram suficientes. Por quê? Porque os atingidos foi a raia miúda. Quando o problemas começar a afligir os grandes empresários, aí pode ser que o governo resolva agir. Portanto, se você acreditou que este governo, era o governo para os pobres. Enganou-se. Este é um governo pobre.
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Lavando dinheiro
Felipe Recondo, Blog Noblat
Uma desconfiança da finada CPI dos Bingos foi enfim confirmada. Os prêmios da loteria federal são sim usados para lavar dinheiro. E de 2002 a 2004 foram R$ 32 milhões em prêmios usados por criminosos.
O esquema funcionava assim: um real ganhador da loteria chega a uma lotérica ou agência da Caixa para sacar o prêmio. Um funcionário da lotérica ou da Caixa avisa ao criminoso da presença do ganhador. E o criminoso, por fim, compra em dinheiro vivo o bilhete vencedor.
Com o bilhete em mãos, o criminoso saca o dinheiro limpo e lava o que conseguiu de forma ilegal. Um dos investigados, por exemplo, ganhou 525 vezes, o equivalente a R$ 3,8 milhões. Um outro ganhou 107 vezes no mesmo dia em modalidades distintas.
Todos serão investigados e podem ser enquadrados em vários crimes, como lavagem de dinheiro, sonegação e estelionato.
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OAB reage a desdém de Chinaglia
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto considerou "totalmente equivocada" a posição do presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), de considerar as propostas da OAB e de mais quarenta entidades representativas para a reforma política como "meras sugestões". "Esqueceu o deputado Chinaglia que a Câmara tem como razão de ser escutar a população, escutar o povo. A Câmara é representante do povo e a sociedade tem todo o direito, aliás, o dever, de opinar sobre os destinos da Nação." Britto prefere deixar de lado essa posição "negativa" de Chinaglia para destacar o lado positivo da reforma política que é justamente a volta com força no Congresso da discussão do tema. "Considero fundamental que se discuta a reforma porque ela é conhecida como a "mãe de todas as reformas".
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Viva a impostura
Jorge Serrão, Alerta Total
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O governo petista patrocina o maior terror tributário e burocrático da história republicana brasileira.
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A participação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na arrecadação da União triplicou em menos de 15 anos.
A participação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na arrecadação da União triplicou em menos de 15 anos.
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Considerada pelos especialistas um mau tributo, porque provoca distorções na economia, a Cofins arrecadou R$ 92,4 bilhões no ano passado.
Considerada pelos especialistas um mau tributo, porque provoca distorções na economia, a Cofins arrecadou R$ 92,4 bilhões no ano passado.
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O valor equivale a mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB).
O valor equivale a mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB).
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Hoje ela é o tributo mais importante do governo federal depois do Imposto de Renda (IR) e representa quase 25% do total recolhido aos cofres do governo central.
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Raposas no galinheiro
De O Estado de S.Paulo
"A mais poderosa comissão da Câmara dos Deputados e opção preferencial dos parlamentares-juristas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)abriga hoje deputados que têm o Poder Judiciário em seus calcanhares. Entre titulares e suplentes, 18,1% dos deputados já nomeados para integrar a CCJ estão sob investigação ou são acusados em ações na Justiça de cometerem algum tipo de crime ou irregularidade.
Segundo levantamento do Estado em tribunais superiores e de primeira instância, 21 dos 116 estão nessas condições. A CCJ é responsável por uma espécie de controle de qualidade preliminar. Todos os projetos de lei produzidos no Legislativo são analisados pela comissão, que verifica se os textos são compatíveis com as disposições da Constituição e a boa técnica legislativa. Nessa seara, seu poder é terminativo: é capaz de barrar a tramitação de um projeto considerado inconsistente. A comissão também é sistematicamente acionada por parlamentares que enfrentam processos de cassação em análise no Conselho de Ética.
Fazem parte da comissão, por exemplo, João Paulo Cunha e José Genoino, ambos do PT-SP e denunciados pelo Ministério Público (MP) como integrantes do esquema do mensalão.
Também integram a comissão o ex-senador, ex-presidente do INSS no governo Lula e hoje deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), denunciado pelo MP por suposto envolvimento na máfia dos sanguessugas e, ainda, o ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf (PP-SP), que é processado pela suposta prática de crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Até o presidente da comissão, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), é obrigado a dar recorrentes explicações por conta de irregularidades atribuídas no passado à empresa do pai, o deputado estadual Jorge Picciani, também do PMDB, presidente da Assembléia do Rio."
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Falou e disse:
"Deu a impressão de que eles eram os donos e eu estava invadindo."
Diogo Perez Geronymo, dono de uma das doze fazendas invadidas pela CUT e por sem-terras durante o Carnaval no oeste paulista, barrado a poder de facão ao tentar entrar em sua propriedade.
Hoje ela é o tributo mais importante do governo federal depois do Imposto de Renda (IR) e representa quase 25% do total recolhido aos cofres do governo central.
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Raposas no galinheiro
De O Estado de S.Paulo
"A mais poderosa comissão da Câmara dos Deputados e opção preferencial dos parlamentares-juristas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)abriga hoje deputados que têm o Poder Judiciário em seus calcanhares. Entre titulares e suplentes, 18,1% dos deputados já nomeados para integrar a CCJ estão sob investigação ou são acusados em ações na Justiça de cometerem algum tipo de crime ou irregularidade.
Segundo levantamento do Estado em tribunais superiores e de primeira instância, 21 dos 116 estão nessas condições. A CCJ é responsável por uma espécie de controle de qualidade preliminar. Todos os projetos de lei produzidos no Legislativo são analisados pela comissão, que verifica se os textos são compatíveis com as disposições da Constituição e a boa técnica legislativa. Nessa seara, seu poder é terminativo: é capaz de barrar a tramitação de um projeto considerado inconsistente. A comissão também é sistematicamente acionada por parlamentares que enfrentam processos de cassação em análise no Conselho de Ética.
Fazem parte da comissão, por exemplo, João Paulo Cunha e José Genoino, ambos do PT-SP e denunciados pelo Ministério Público (MP) como integrantes do esquema do mensalão.
Também integram a comissão o ex-senador, ex-presidente do INSS no governo Lula e hoje deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), denunciado pelo MP por suposto envolvimento na máfia dos sanguessugas e, ainda, o ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf (PP-SP), que é processado pela suposta prática de crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Até o presidente da comissão, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), é obrigado a dar recorrentes explicações por conta de irregularidades atribuídas no passado à empresa do pai, o deputado estadual Jorge Picciani, também do PMDB, presidente da Assembléia do Rio."
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Falou e disse:
"Deu a impressão de que eles eram os donos e eu estava invadindo."
Diogo Perez Geronymo, dono de uma das doze fazendas invadidas pela CUT e por sem-terras durante o Carnaval no oeste paulista, barrado a poder de facão ao tentar entrar em sua propriedade.