Efeito cascata
De O Estado de S.Paulo:
"O Ministério Público nos Estados decidiu ir atrás dos R$ 24,5 mil que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou para os magistrados estaduais. Promotores e procuradores de Justiça alegam que não estão em busca de privilégios, mas de “garantia das prerrogativas”. Querem que o limite de R$ 22,1 mil nos Estados alcance os R$ 24,5 mil no caso dos que exercem funções de direção ou assessoria e têm direito a gratificação."
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Uma desculpa bem porca de um ministro porcaria.
Quando questionado sobre o baixo crescimento do PIB em relação ao restante do mundo, o ministro Furlan, em total desrespeito à inteligência alheia, resolveu investir pela delinqüência, e saiu-se com esta pérola:
“Estamos em março, e nessa altura pensar no PIB de 2006 é como pensar em quem foi o campeão brasileiro no ano passado. Passou e ponto.”
Ou seja, para o ministro não importa mais o resultado ridículo produzido pelo governo do qual participa, mesmo que este resultado represente mais miséria, ´pobreza e atraso. Representa dizer o seguinte: em um país desenvolvido, uma anta destas seria posta prá correr. Só no Brasil, onde ministro irresponsável tem lugar garantido no governo Lula, se admite um imbecil feito Furlan permanecer ministro.
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Proposta do voto aberto deve ganhar prioridade
Deputados que compõem a Frente Parlamentar pelo Voto Aberto passarão a colher, a partir de segunda-feira (05.03), assinaturas de deputados na entrada do plenário. O objetivo é conseguir prioridade para a votação da Proposta de Emenda à Constituição que institui o voto aberto em todas as deliberações da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Assembléias Legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das Câmaras Municipais.
De O Estado de S.Paulo:
"O Ministério Público nos Estados decidiu ir atrás dos R$ 24,5 mil que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou para os magistrados estaduais. Promotores e procuradores de Justiça alegam que não estão em busca de privilégios, mas de “garantia das prerrogativas”. Querem que o limite de R$ 22,1 mil nos Estados alcance os R$ 24,5 mil no caso dos que exercem funções de direção ou assessoria e têm direito a gratificação."
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Uma desculpa bem porca de um ministro porcaria.
Quando questionado sobre o baixo crescimento do PIB em relação ao restante do mundo, o ministro Furlan, em total desrespeito à inteligência alheia, resolveu investir pela delinqüência, e saiu-se com esta pérola:
“Estamos em março, e nessa altura pensar no PIB de 2006 é como pensar em quem foi o campeão brasileiro no ano passado. Passou e ponto.”
Ou seja, para o ministro não importa mais o resultado ridículo produzido pelo governo do qual participa, mesmo que este resultado represente mais miséria, ´pobreza e atraso. Representa dizer o seguinte: em um país desenvolvido, uma anta destas seria posta prá correr. Só no Brasil, onde ministro irresponsável tem lugar garantido no governo Lula, se admite um imbecil feito Furlan permanecer ministro.
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Proposta do voto aberto deve ganhar prioridade
Deputados que compõem a Frente Parlamentar pelo Voto Aberto passarão a colher, a partir de segunda-feira (05.03), assinaturas de deputados na entrada do plenário. O objetivo é conseguir prioridade para a votação da Proposta de Emenda à Constituição que institui o voto aberto em todas as deliberações da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Assembléias Legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das Câmaras Municipais.
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Apesar de não haver a necessidade do recolhimento das assinaturas, pois bastaria a aprovação dos líderes dos partidos, os integrantes da extinta frente desejam envolver todos os deputados na iniciativa. “Nossa idéia é fazer uma espécie de democracia participativa dentro do próprio Parlamento, fazer do Salão Verde um espaço de diálogo e de conversa com os outros colegas, para que todos se envolvam no processo, e endossem aquilo que entendem ser melhor para a nossa Ordem do Dia, para a nossa pauta de votações”, afirma o líder do PSol, deputado Chico Alencar (RJ).
Apesar de não haver a necessidade do recolhimento das assinaturas, pois bastaria a aprovação dos líderes dos partidos, os integrantes da extinta frente desejam envolver todos os deputados na iniciativa. “Nossa idéia é fazer uma espécie de democracia participativa dentro do próprio Parlamento, fazer do Salão Verde um espaço de diálogo e de conversa com os outros colegas, para que todos se envolvam no processo, e endossem aquilo que entendem ser melhor para a nossa Ordem do Dia, para a nossa pauta de votações”, afirma o líder do PSol, deputado Chico Alencar (RJ).
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Alencar diz que a aprovação da PEC é necessária como resposta do Congresso Nacional para os escândalos que envolveram a casa. “Houve uma seqüência de anistias, sob o manto do voto secreto, que repercutiu muito mal. Isso foi gerando um desgaste do Parlamento como um todo, e uma crise do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que foi considerado muito mais um conselho de estética e de decoração dentro da Casa, já que suas sugestões de punições não eram, em geral, acatadas,” declarou.
Alencar diz que a aprovação da PEC é necessária como resposta do Congresso Nacional para os escândalos que envolveram a casa. “Houve uma seqüência de anistias, sob o manto do voto secreto, que repercutiu muito mal. Isso foi gerando um desgaste do Parlamento como um todo, e uma crise do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que foi considerado muito mais um conselho de estética e de decoração dentro da Casa, já que suas sugestões de punições não eram, em geral, acatadas,” declarou.
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Ele ainda salientou que o momento é adequado para a votação da PEC, uma vez que a pauta ainda não está trancada por medidas provisórias. No primeiro turno da votação, em setembro do ano passado, a proposta foi aprovada por 383 votos a favor e nenhum contrário.
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EUA acusam Chávez de facilitar o tráfego de droga
É demolidor contra a Venezuela o informe divulgado hoje pelo governo norte-americano a respeito da luta contra as drogas no mundo. Sobrou também para a Bolívia.
A Venezuela foi apontada como "um dos principais países de trânsito de droga no hemisfério ocidental" graças à "permissividade e corrupção" que imperam no país, especialmente dentro das forças de segurança, e à recusa do governo Hugo Chávez de "colaborar com outros países".
Quanto a Bolívia, as críticas foram menos duras. A política do governo Evo Morales de permitir o incremento da área de cultivo da coca "acabará por impulsionar a produção da cocaína", destaca o informe.
O governo Chavez havia anunciado que nos primeiros nove meses do ano passado apreendera 39 toneladas de cocaína. O informe do governo norte-americano rebaixa a cifra para algo entre 20 e 25 toneladas.
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Guiana alerta para 'descontentamento social' da AL
BBC Brasil
Na abertura da XIX Reunião de Cúpula do Grupo do Rio, realizada nesta sexta-feira e sábado na Guiana, o presidente do país, Bharrat Jagdeo, alertou que o "descontentamento social" é um perigo para a estabilidade da América Latina.
Em seu discurso à platéia de chefes de Estado, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a chilena Michelle Bachelet, Jagdeo disse que "o descontentamento social vai pôr em risco a estabilidade da nossa comunidade" caso persistam os indicadores negativos de saúde, educação e pobreza na região.
"Nosso grupo deveria, portanto, buscar, apesar de qualquer diferença que possamos ter, um caminho comum para lutar pelo interesse dos pobres e menos privilegiados dos nossos países", afirmou o presidente na capital Georgetown.
Sobre a Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio, para liberalização do comércio mundial, o presidente da Guiana acrescentou: "O ritmo devagar das negociações da Rodada Doha na Organização Mundial do Comércio, é uma demonstração impressionante da indiferença do mundo desenvolvido para o bem-estar do mundo em desenvolvimento".
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Líder cria partido de oposição a Chávez
Da France Press
O ex-candidato à presidência da Venezuela Manuel Rosales oficializou neste sábado a criação do partido Um Novo Tempo, para tentar frear o que considera o "projeto autoritário" de Hugo Chávez. Durante o ato de lançamento em um hotel de Caracas, Rosales disse que pretende "deter o avanço do projeto autoritário do presidente Hugo Chávez, financiado com os petrodólares dos venezuelanos". Rosales, governador do estado de Zulia (oeste), rico em petróleo, concorreu contra Chávez e reconheceu sua derrota na noite eleitoral de 3 de dezembro, por 63% contra 37% dos votos. Um Novo Tempo busca surgir como opção democrática e responder à confiança que os eleitores venezuelanos depositaram nas eleições presidenciais, que o transformaram, à força de Rosales, na maior organização política da oposição. Rosales, 53 anos, disse que o projeto político de Chávez é "um socialismo feito para enaltecer um homem". O principal líder da oposição da Venezuela criticou Chávez por utilizar frases de Simón Bolívar para justificar seu governo e lembrou uma declaração do líder da independência, que afirmou: "Muitos disparates serão ditos em meu nome".
Ele ainda salientou que o momento é adequado para a votação da PEC, uma vez que a pauta ainda não está trancada por medidas provisórias. No primeiro turno da votação, em setembro do ano passado, a proposta foi aprovada por 383 votos a favor e nenhum contrário.
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EUA acusam Chávez de facilitar o tráfego de droga
É demolidor contra a Venezuela o informe divulgado hoje pelo governo norte-americano a respeito da luta contra as drogas no mundo. Sobrou também para a Bolívia.
A Venezuela foi apontada como "um dos principais países de trânsito de droga no hemisfério ocidental" graças à "permissividade e corrupção" que imperam no país, especialmente dentro das forças de segurança, e à recusa do governo Hugo Chávez de "colaborar com outros países".
Quanto a Bolívia, as críticas foram menos duras. A política do governo Evo Morales de permitir o incremento da área de cultivo da coca "acabará por impulsionar a produção da cocaína", destaca o informe.
O governo Chavez havia anunciado que nos primeiros nove meses do ano passado apreendera 39 toneladas de cocaína. O informe do governo norte-americano rebaixa a cifra para algo entre 20 e 25 toneladas.
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Guiana alerta para 'descontentamento social' da AL
BBC Brasil
Na abertura da XIX Reunião de Cúpula do Grupo do Rio, realizada nesta sexta-feira e sábado na Guiana, o presidente do país, Bharrat Jagdeo, alertou que o "descontentamento social" é um perigo para a estabilidade da América Latina.
Em seu discurso à platéia de chefes de Estado, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a chilena Michelle Bachelet, Jagdeo disse que "o descontentamento social vai pôr em risco a estabilidade da nossa comunidade" caso persistam os indicadores negativos de saúde, educação e pobreza na região.
"Nosso grupo deveria, portanto, buscar, apesar de qualquer diferença que possamos ter, um caminho comum para lutar pelo interesse dos pobres e menos privilegiados dos nossos países", afirmou o presidente na capital Georgetown.
Sobre a Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio, para liberalização do comércio mundial, o presidente da Guiana acrescentou: "O ritmo devagar das negociações da Rodada Doha na Organização Mundial do Comércio, é uma demonstração impressionante da indiferença do mundo desenvolvido para o bem-estar do mundo em desenvolvimento".
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Líder cria partido de oposição a Chávez
Da France Press
O ex-candidato à presidência da Venezuela Manuel Rosales oficializou neste sábado a criação do partido Um Novo Tempo, para tentar frear o que considera o "projeto autoritário" de Hugo Chávez. Durante o ato de lançamento em um hotel de Caracas, Rosales disse que pretende "deter o avanço do projeto autoritário do presidente Hugo Chávez, financiado com os petrodólares dos venezuelanos". Rosales, governador do estado de Zulia (oeste), rico em petróleo, concorreu contra Chávez e reconheceu sua derrota na noite eleitoral de 3 de dezembro, por 63% contra 37% dos votos. Um Novo Tempo busca surgir como opção democrática e responder à confiança que os eleitores venezuelanos depositaram nas eleições presidenciais, que o transformaram, à força de Rosales, na maior organização política da oposição. Rosales, 53 anos, disse que o projeto político de Chávez é "um socialismo feito para enaltecer um homem". O principal líder da oposição da Venezuela criticou Chávez por utilizar frases de Simón Bolívar para justificar seu governo e lembrou uma declaração do líder da independência, que afirmou: "Muitos disparates serão ditos em meu nome".