Conforme comentamos ontem, não se viu em nenhuma das invasões o menor gesto do governo com a intenção de evitar a baderna. Conforme vocês deve devem ter lido na imprensa, ou mesmo no boletim do TOQUEDEPRIMA há pouco publicado, em janeiro deste ano, o governo liberou mais de R$ 3,0 milhões para o movimento. Isto representa dizer que você, eleitor, nós todos estamos no fundo sustentando esta bandalheira toda. Claro que este “financiamento” é feito contra a vontade da maioria dos brasileiros, já tão inseguros em razão da violência crescente no país.
É sim, não resta a menor dúvida, um movimento dirigido no sentido de a cada tornar as instituições democráticas mais enfraquecidas. O caos que toma conta do país de norte a sul, sob os aplausos de oposições incompetentes, vai aos poucos disseminando a idéia de que o Estado brasileiro precisa ser comandado por mãos fortes, capazes de unir o povo e por fim aos tormentos cotidianos. Adivinhem agora que seria a tal “mão forte” com liderança capaz de unir o país ?
Em sociedades assim, são os canalhas que se deve culpar. São as elites econômicas. Somente elas é que dão sustentação ao descalabro. Claro que no discurso a elite para o petê são todos aqueles que não concordam com seus “métodos”. Porém é preciso não perder de vista que o governo Lula fornece todas as possibilidades para a elite deliciar-se. Compra, e consequentemente, cala a consciência daqueles movimentos sociais que poderia levantar sua voz contra a baderna. Sobram os de4 classe média, que no país, cada dia se tornam uma minoria sem amparo, sem representatividade e sem voz. Por conseguinte, sem força para reagir, uma vez que o Estado guloso, suga-lhe as energias na forma de impostos para sustentar sua política paternalista. Enquanto isso, suas teias mais e mais vão se espalhando e tomando conta das instituições.
Por tudo isso, estejam certos, o ponto de ruptura desta lastimável situação em que se encontra o Brasil acaba, como a História nos ensina, se voltando contra aqueles mesmo que sustentam esta corja instalada no poder. O povo é a massa de manobra que os legaliza. A elite, acaba alijada de seu patrimônio. A as instituições, se tornam reféns do comando do sistema instalado. A força jovem acaba se dividindo entre aqueles que aceitam a meleca toda como sua “revolução” e aqueles, que desiludidos e sem alternativas, buscam outros horizontes e perspectivas através da emigração em massa. Olhem para o país à nossa volta e constatem que todas as medidas e ingredientes estão aí presentes. Portanto, pouco nos falta para a ruptura.
A seguir, a reportagem do Estadão sobre a farra do MST. Livres, leves e soltos, sem esquecer: devidamente abençoados pelo dinheiro que nos roubam diariamente, para sustentar o batalhão de vagabundos pregando a revolução fazendo baderna..
É sim, não resta a menor dúvida, um movimento dirigido no sentido de a cada tornar as instituições democráticas mais enfraquecidas. O caos que toma conta do país de norte a sul, sob os aplausos de oposições incompetentes, vai aos poucos disseminando a idéia de que o Estado brasileiro precisa ser comandado por mãos fortes, capazes de unir o povo e por fim aos tormentos cotidianos. Adivinhem agora que seria a tal “mão forte” com liderança capaz de unir o país ?
Em sociedades assim, são os canalhas que se deve culpar. São as elites econômicas. Somente elas é que dão sustentação ao descalabro. Claro que no discurso a elite para o petê são todos aqueles que não concordam com seus “métodos”. Porém é preciso não perder de vista que o governo Lula fornece todas as possibilidades para a elite deliciar-se. Compra, e consequentemente, cala a consciência daqueles movimentos sociais que poderia levantar sua voz contra a baderna. Sobram os de4 classe média, que no país, cada dia se tornam uma minoria sem amparo, sem representatividade e sem voz. Por conseguinte, sem força para reagir, uma vez que o Estado guloso, suga-lhe as energias na forma de impostos para sustentar sua política paternalista. Enquanto isso, suas teias mais e mais vão se espalhando e tomando conta das instituições.
Por tudo isso, estejam certos, o ponto de ruptura desta lastimável situação em que se encontra o Brasil acaba, como a História nos ensina, se voltando contra aqueles mesmo que sustentam esta corja instalada no poder. O povo é a massa de manobra que os legaliza. A elite, acaba alijada de seu patrimônio. A as instituições, se tornam reféns do comando do sistema instalado. A força jovem acaba se dividindo entre aqueles que aceitam a meleca toda como sua “revolução” e aqueles, que desiludidos e sem alternativas, buscam outros horizontes e perspectivas através da emigração em massa. Olhem para o país à nossa volta e constatem que todas as medidas e ingredientes estão aí presentes. Portanto, pouco nos falta para a ruptura.
A seguir, a reportagem do Estadão sobre a farra do MST. Livres, leves e soltos, sem esquecer: devidamente abençoados pelo dinheiro que nos roubam diariamente, para sustentar o batalhão de vagabundos pregando a revolução fazendo baderna..