Adelson Elias Vasconcellos
Tem coisas que é duro de entender neste nosso Brasil. Nesta semana, a seleção principal de futebol do Brasil embarcou para um jogo em Londres. E não se trata de um jogo qualquer. É um jogo, contra a seleção da Suécia, em comemoração ao nosso primeiro título mundial, em 1958, na Suécia, a copa em que Pelé e Garrincha encantaram o mundo, e a partir da qual o Brasil se tornou a pátria do futebol, muito embora ele tenha sido inventado (ou disciplinado) pelos ingleses.
Pois bem: a comemoração, neste caso, deveria ser na Suécia, certo ? Afinal, o título foi ganho lá há precisos 50 anos. Ou, caso não pudesse, por uma ou outra razão, deveria ser no Brasil, afinal quem ganhou fomos nós, e neste caso, poderíamos fazer uma grande festa, reunir os remanescente do título de 58.
“A taça do mundo é nossa, com brasileiro não quem possa” já dizia o refrão de velha marchinha sobre o “esquadrão de ouro”. A taça sim, mas festa não. Será na Inglaterra ? Qual a razão ?
Pode a CBF alegar o que bem entender, mas furtar o povo brasileiro desta comemoração é um desrespeito e despropósito contra o país.
Como se já não bastasse termos nossos principais jogando, principalmente, na Europa: como se não bastasse a seleção só realizar amistosos longe da torcida brasileira que fica ainda mais distante de seus ídolos, podendo assistir, quando muito, aos jogos das eliminatórias, e, ainda na hora de comemorar o cinqüentenário de nossa primeira Copa do Mundo, a torcida brasileira sequer é lembrada pela CBF ?
Como disse acima, eles poderão alegar o que bem entenderem, mas neste caso específico, não nenhuma justificativa razoável de ser entendida aceita. Convenhamos, trata-se de uma tremenda ingratidão para com o povo brasileiro, porque se ainda o jogo fosse na Suécia, ainda vá lá: mas em Londres ? Nada ver !!!
Tem coisas que é duro de entender neste nosso Brasil. Nesta semana, a seleção principal de futebol do Brasil embarcou para um jogo em Londres. E não se trata de um jogo qualquer. É um jogo, contra a seleção da Suécia, em comemoração ao nosso primeiro título mundial, em 1958, na Suécia, a copa em que Pelé e Garrincha encantaram o mundo, e a partir da qual o Brasil se tornou a pátria do futebol, muito embora ele tenha sido inventado (ou disciplinado) pelos ingleses.
Pois bem: a comemoração, neste caso, deveria ser na Suécia, certo ? Afinal, o título foi ganho lá há precisos 50 anos. Ou, caso não pudesse, por uma ou outra razão, deveria ser no Brasil, afinal quem ganhou fomos nós, e neste caso, poderíamos fazer uma grande festa, reunir os remanescente do título de 58.
“A taça do mundo é nossa, com brasileiro não quem possa” já dizia o refrão de velha marchinha sobre o “esquadrão de ouro”. A taça sim, mas festa não. Será na Inglaterra ? Qual a razão ?
Pode a CBF alegar o que bem entender, mas furtar o povo brasileiro desta comemoração é um desrespeito e despropósito contra o país.
Como se já não bastasse termos nossos principais jogando, principalmente, na Europa: como se não bastasse a seleção só realizar amistosos longe da torcida brasileira que fica ainda mais distante de seus ídolos, podendo assistir, quando muito, aos jogos das eliminatórias, e, ainda na hora de comemorar o cinqüentenário de nossa primeira Copa do Mundo, a torcida brasileira sequer é lembrada pela CBF ?
Como disse acima, eles poderão alegar o que bem entenderem, mas neste caso específico, não nenhuma justificativa razoável de ser entendida aceita. Convenhamos, trata-se de uma tremenda ingratidão para com o povo brasileiro, porque se ainda o jogo fosse na Suécia, ainda vá lá: mas em Londres ? Nada ver !!!