Na reportagem da Revista sobre a queda de rentabilidade da Petrobrás informamos que a produção da companhia se manteve estagnada, em torno de 2,3 milhões barris/dia.
Na reportagem da Revista Exame que reproduzimos no post das 3:21 hs., sobre a queda de rentabilidade da Petrobrás, informamos que a produção da companhia se manteve estagnada, em torno de 2,3 milhões barris/dia.
Na verdade o correto seria informar que as exportações brasileiras de petróleo, aquele que mantém quase sob equilíbrio a conta petróleo, despencaram 48,6% em janeiro último quando comparado com janeiro de 2007, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Esta queda reflete a fraca produção da Petrobras, que recuou no primeiro mês do ano e também em fevereiro, quando caiu de 1,826 milhão de barris por dia, em janeiro, para 1,821 milhão de barris/dia em fevereiro. Para a companhia isto é muito ruim, já que a estatal deixar de exportaar justo no momento de granda alta da commodity, com o valor ultrapassando a barreira dos 100 dólares/barril.
Na reportagem da Revista Exame que reproduzimos no post das 3:21 hs., sobre a queda de rentabilidade da Petrobrás, informamos que a produção da companhia se manteve estagnada, em torno de 2,3 milhões barris/dia.
Na verdade o correto seria informar que as exportações brasileiras de petróleo, aquele que mantém quase sob equilíbrio a conta petróleo, despencaram 48,6% em janeiro último quando comparado com janeiro de 2007, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Esta queda reflete a fraca produção da Petrobras, que recuou no primeiro mês do ano e também em fevereiro, quando caiu de 1,826 milhão de barris por dia, em janeiro, para 1,821 milhão de barris/dia em fevereiro. Para a companhia isto é muito ruim, já que a estatal deixar de exportaar justo no momento de granda alta da commodity, com o valor ultrapassando a barreira dos 100 dólares/barril.