Adelson Elias Vasconcellos
Bem, vocês leram que o tal Stédile, o poderoso “chefão” da quadrilha chamada “MST”, simplesmente ignorou a decisão da justiça de impedi-lo de ataques a qualquer patrimônio pertencente à Vale.
Claro está que uma atitude de afronta à Justiça só pode partir de quem sabe que pode se escorar em padrinhos fortes. Estes sistemáticos ataques à Vale, é de domínio público, está orquestrada a partir do próprio governo federal que, não podendo agir diretamente contra a companhia, pelo menos tem dado sua licença para os quadrilheiros do MST, Vila Campesina e outras quadrilhas do mesmo bando, continuarem suas ações terroristas.
Fosse este um governo sério, seria fácil dar um recado de desagrado com as ações de violência: bastaria chamar o Stédile e dizer-lhe que, ou ele cessa os tais ataques, ou o governo simplesmente suspenderá os repasses de verbas públicas para o movimento, bem como suspenderá temporariamente os assentamentos rurais.
Mas, mesmo tendo sob seu comando a Polícia Federal, mesmo com toda a estrutura de INCRA, Reforma Agrária e Ministério da Justiça, o governo não moveu um dedo para garantir a integridade patrimonial de uma empresa brasileira, e não uma qualquer diga-se de passagem, como também sequer é capaz de dizer uma frase de reprovação à covardia destas ações criminosas.
Claro que a Vale não ficará sem reação. Dentro do estrito limite legal irá buscar resguardar-se e, se necessário, buscará a justa indenização pelos prejuízos que o vandalismo destes escrotos possa lhe causar. E, neste caso, o governo federal deve ser responsabilizado conforme já afirmamos aqui.
Mas a baderna que MST e congêneres não fica restrita à Vale, está nas invasões até aqui impunes à propriedade rurais e, desde uns tempos para cá, todas produtivas. A invasão destrói, saqueia e ameaça fisicamente a integridade de proprietários e seus empregados. Porém, se estes, no seu direito legítimo de defender-se, provocarem um único arranhão nos vagabundos, aí o mundo vem abaixo. Contudo, não se vê ninguém, a exceção de dois ou três, levantar sua voz para condenar a violência praticada por esta gente, que se diz “social”. Na verdade, são baderneiros, praticando terrorismo e vandalismo sustentados pela própria sociedade, já que parte dos impostos que ela recolhe ao Poder Público é repassado sem nenhuma conseqüência, a não ser receber em troca a agressão de quem ela sustenta.
Como de parte do governo a omissão é total, e a Justiça no País continua encalhada, demora por acontecer, os proprietários rurais que se sentem impotentes de reagir, já estão cansando e os ânimos tendem a levar, pelo menos alguns destes, a perderem o equilíbrio e reagirem violentamente contra a violência que recebem, violência que repetimos, é patrocinada e é incentivada pelo próprio governo federal.
Do site do Diego Casagrande:
Proprietários rurais vão reagir ao MST: "... na bala"
Os fazendeiros do Pontal do Paranapanema, interior de São Paulo, prometem resistir às invasões e destruições do MST em suas propriedades. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, eles estão contratando seguranças depois que o movimento retomou as ocupações na região. Três fazendas foram invadidas após o chamado "Carnaval Vermelho". Agora, os sem-terra prometem novas invasões intituladas "Abril Vermelho". "De agora em diante só se resolve na bala. É só dessa forma. Não adianta entrar com ação de reintegração de posse na Justiça porque não vira nada", afirmou o advogado Rodrigo Macedo, dono da Fazenda Iara, em Euclides da Cunha Paulista. Para proteger-se do MST e da invasão de suas terras que têm 1.100 cabeças de gado, ele contratou quatro seguranças. "Aconselho os fazendeiros a fazerem o mesmo, pois o MST não respeita nem a Justiça", disse.
Macedo foi mantido refém dentro de sua fazenda durante uma invasão no mês passado. "Fui torturado por sem-terra encapuzados, apanhei muito, levei coronhadas e me trancaram num quarto antes da chegada da polícia. Jogaram gasolina e ameaçaram incendiar. Festejaram a minha prisão com churrasco, matando oito bois da minha fazenda. O direito de propriedade não existe?", perguntou.
Bem, vocês leram que o tal Stédile, o poderoso “chefão” da quadrilha chamada “MST”, simplesmente ignorou a decisão da justiça de impedi-lo de ataques a qualquer patrimônio pertencente à Vale.
Claro está que uma atitude de afronta à Justiça só pode partir de quem sabe que pode se escorar em padrinhos fortes. Estes sistemáticos ataques à Vale, é de domínio público, está orquestrada a partir do próprio governo federal que, não podendo agir diretamente contra a companhia, pelo menos tem dado sua licença para os quadrilheiros do MST, Vila Campesina e outras quadrilhas do mesmo bando, continuarem suas ações terroristas.
Fosse este um governo sério, seria fácil dar um recado de desagrado com as ações de violência: bastaria chamar o Stédile e dizer-lhe que, ou ele cessa os tais ataques, ou o governo simplesmente suspenderá os repasses de verbas públicas para o movimento, bem como suspenderá temporariamente os assentamentos rurais.
Mas, mesmo tendo sob seu comando a Polícia Federal, mesmo com toda a estrutura de INCRA, Reforma Agrária e Ministério da Justiça, o governo não moveu um dedo para garantir a integridade patrimonial de uma empresa brasileira, e não uma qualquer diga-se de passagem, como também sequer é capaz de dizer uma frase de reprovação à covardia destas ações criminosas.
Claro que a Vale não ficará sem reação. Dentro do estrito limite legal irá buscar resguardar-se e, se necessário, buscará a justa indenização pelos prejuízos que o vandalismo destes escrotos possa lhe causar. E, neste caso, o governo federal deve ser responsabilizado conforme já afirmamos aqui.
Mas a baderna que MST e congêneres não fica restrita à Vale, está nas invasões até aqui impunes à propriedade rurais e, desde uns tempos para cá, todas produtivas. A invasão destrói, saqueia e ameaça fisicamente a integridade de proprietários e seus empregados. Porém, se estes, no seu direito legítimo de defender-se, provocarem um único arranhão nos vagabundos, aí o mundo vem abaixo. Contudo, não se vê ninguém, a exceção de dois ou três, levantar sua voz para condenar a violência praticada por esta gente, que se diz “social”. Na verdade, são baderneiros, praticando terrorismo e vandalismo sustentados pela própria sociedade, já que parte dos impostos que ela recolhe ao Poder Público é repassado sem nenhuma conseqüência, a não ser receber em troca a agressão de quem ela sustenta.
Como de parte do governo a omissão é total, e a Justiça no País continua encalhada, demora por acontecer, os proprietários rurais que se sentem impotentes de reagir, já estão cansando e os ânimos tendem a levar, pelo menos alguns destes, a perderem o equilíbrio e reagirem violentamente contra a violência que recebem, violência que repetimos, é patrocinada e é incentivada pelo próprio governo federal.
Do site do Diego Casagrande:
Proprietários rurais vão reagir ao MST: "... na bala"
Os fazendeiros do Pontal do Paranapanema, interior de São Paulo, prometem resistir às invasões e destruições do MST em suas propriedades. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, eles estão contratando seguranças depois que o movimento retomou as ocupações na região. Três fazendas foram invadidas após o chamado "Carnaval Vermelho". Agora, os sem-terra prometem novas invasões intituladas "Abril Vermelho". "De agora em diante só se resolve na bala. É só dessa forma. Não adianta entrar com ação de reintegração de posse na Justiça porque não vira nada", afirmou o advogado Rodrigo Macedo, dono da Fazenda Iara, em Euclides da Cunha Paulista. Para proteger-se do MST e da invasão de suas terras que têm 1.100 cabeças de gado, ele contratou quatro seguranças. "Aconselho os fazendeiros a fazerem o mesmo, pois o MST não respeita nem a Justiça", disse.
Macedo foi mantido refém dentro de sua fazenda durante uma invasão no mês passado. "Fui torturado por sem-terra encapuzados, apanhei muito, levei coronhadas e me trancaram num quarto antes da chegada da polícia. Jogaram gasolina e ameaçaram incendiar. Festejaram a minha prisão com churrasco, matando oito bois da minha fazenda. O direito de propriedade não existe?", perguntou.
Por conta da acusação de que atirou nos invasores, Macedo acabou ficando seis dias na cadeia. O país está ou não de cabeça para baixo?