Políbio Braga
Estes alegres cavalheiros que você poderá examinar na foto ao lado (clique ao lado para ampliar) são os presidentes das entidades empresariais do RS. Todos eles, mais os presidentes da CUT e da Força Sindical, comemoraram a derrota do pacote apresentado pela governadora Yeda Crusius para manter as alíquotas majoradas por Rigotto para o ICMS sobre telecomunicações, combustível e energia.
. Estão na cena os presidentes da Fiergs, Fecomércio, CUT, Força Sindical, além do vice-governador Paulo Feijó. Os deputados da base aliada, Berfran Rosado e Jerônimo Gorgen, uniram-se ao PT e seus deputados satélites para derrotar o governo. “Xô, impostos”, bradaram os adesivos.
. Onde está Wally neste momento do Pacotarso?
. A cena é do dia 29 de dezembro de 2006.
. Apesar da maioria com que contava na Assembleia, o governo resultou derrotado.
. Naquela época, bem diferente de agora, o governo anterior estava deixando para Yeda a dívida com o 13º salário, um déficit de R$ 2,3 bilhões e contas de curto prazo de R$ 456 milhões. A situação é bem diferente, porque Yeda Crusius deixou os salários, acabou com o déficit que se acumulava há 37 anos e pagou todos os fornecedores.
. As entidades empresariais gaúchas, CUT e Força Sindical, neste momento, nada ouvem, nada dizem e nada enxergam, embora o Pacotarso preveja o seguinte:
1) Um novo imposto para motoristas pagarem (a taxa de inspeção veicular).
2) Outro novo imposto para as empresas pagarem (aumento da alíquota da taxa de controle ambiental).
3) Calote nos titulares de precatórios (ampliação de prazo e limites anuais de gastos).