quinta-feira, fevereiro 22, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Alemães barrados no baile
Alerta Total
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Os procuradores da República José Alfredo de Paula e Silva e Raquel Branquinho conseguiram uma liminar judicial sustando a entrega da encomenda de 7.000 microcomputadores, mais acessórios, pontos de atendimento da Previdência.
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Os procuradores acionaram o TCU, que já investigava vários processos contra a Dataprev.
O caso está na Justiça, e agora a revelação do esquema alemão pode botar ainda mais lenha na fogueira.

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Burocracia provoca queda de estoque de remédio
Lígia Formenti,

A Organização Não-Governamental Grupo de Incentivo à Vida (GIV) encaminhou uma carta ontem ao ministro da Saúde, Agenor Álvares, pedindo explicações sobre a falta do remédio anti-retroviral Abacavir, da Glaxo. Usado por 3.300 pacientes no Brasil, ele está com estoques reduzidos, insuficientes para atender ao consumo mensal.
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O Programa Nacional de DST-Aids divulgou no início do mês nota técnica pedindo para que serviços de saúde restrinjam a distribuição a gestantes com HIV e tuberculose e a pacientes que não se adaptam a outras drogas. “A insegurança na distribuição está ficando absurda”, disse o presidente do GIV, Cláudio Pereira.
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Está prevista para hoje reunião entre representantes da empresa e do Programa Nacional de DST-Aids. A coordenadora do programa, Mariangela Simão, atribui o problema às dificuldades impostas pela empresa para firmar novo contrato. O pedido de renovação foi encaminhado em setembro. A empresa teria enviado proposta que não trazia preço final, o que não é admitido por lei. “Não entendemos o que levou a empresa a cometer esse deslize”, diz Mariangela. Ao perceber as dificuldades, o programa requisitou entrega extra de medicamentos, correspondente a 25% do contrato anterior. Ela teria de ser feita até quinta, mas a empresa avisou que não cumprirá o prazo. O governo estuda processar o laboratório.
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O gerente de Comunicação da Glaxo, João Domenech, afirmou não haver risco de desabastecimento. “Há alguns entraves burocráticos, mas que não põem em risco a população.”

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Brasil e Bolívia vão estudar projeto de usina binacional orçada em US$ 1 bi
Patrícia Zimmermann, da Folha Online
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O Brasil confirmou, durante a visita do presidente boliviano Evo Morales nesta quarta e quinta-feira, o interesse em avaliar a viabilidade da construção de uma hidrelétrica binacional no rio Mamoré (afluente do Madeira), cujos investimentos estão estimados em US$ 1 bilhão para a geração de aproximadamente 3.000 MW.
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Mas o governo brasileiro reafirmou sua autonomia sobre os projetos de duas outras hidrelétricas do Rio Madeira (Santo Antônio e Jirau).
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Segundo o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, o Ibama está concluindo o licenciamento ambiental do projeto brasileiro, e o governo brasileiro não aceitará intervenção boliviana, sob o argumento de que haverá impacto ambiental no território vizinho. "Consideramos que não é um assunto binacional", disse, referindo-se às duas usinas de Rondônia, que terão juntas cerca de 6.400 mil MW.
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Rondeau destacou que o Brasil não precisa da aprovação da Bolívia para levar adiante os projetos do Madeira em território brasileiro porque as usinas não serão antes do curso boliviano. Já um projeto boliviano no rio precisaria passar por um processo de consulta prévia ao Brasil, uma vez que o rio corre para o território brasileiro.
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A Bolívia pediu ao Brasil, segundo Rondeau, ajuda para inventariar o seu potencial hidrelétrico, que chega a 190 mil MW.

COMENTANDO A NOTICIA: E lá vamos nós dar dinheiro para quem nos dá chute no traseiro. Talvez um dia Lula se dê conta da enrascada em que ta se metendo. O Brasil não tem porque deixar seu povo morrendo à mingua nas portas dos hospitais caindo aos pedaços por falta de investimento público, e desviar seus recursos para fazer proselitismo para países que expropriam patrimônio nosso. E cadê a oposição que não tem competência para barrar este tipo de ação imbecil ?

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GP sai da disputa pelo McDonald’s na A. Latina
Maria Luíza Filgueiras, Gazeta Mercantil

O fundo de private equity GP Investments não está mais na disputa pela operação latina do McDonald’s. As restrições impostas pela matriz da rede de fast-food, pouco flexível na negociação, se mostraram um empecilho às estratégias previstas pelo fundo. "É um modelo amarrado, que dificulta qualquer tipo de alteração para alavancar o negócio, como mudança de fornecedor e venda dos imóveis, e o GP entendeu que não seria viável criar valor dessa forma", afirma um executivo ligado ao fundo. Uma das principais estratégias previstas era abrir capital da operação latina e lançar ações em bolsa de valores.

O anúncio abre ainda mais espaço para o banco Pactual, apontado desde o princípio como o mais propenso a ceder ao contrato rigoroso dos norte-americanos, orientados pelo JP Morgan. Ao contrário do GP, o Pactual estaria interessado numa operação de renda fixa e longo prazo.

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Atraso educacional
Alerta Total
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Curiosamente, o jornal da Família Marinho agora vem cobrar medidas duras e educação para os delinqüentes.
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Mas na década de 80, junto com os petistas, O Globo foi um dos maiores inimigos da educação no Rio de Janeiro.
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Junto com os "educadores" do PT, a Globo criticou os CIEPs concebidos por Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, que – se tivessem recebido o apoio crítico saudável da mídia e da sociedade – teriam mudado a face da juventude no Rio de Janeiro.

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Força superior

O ex-governador Jorge Viana deixou o Planalto ontem anunciando que convenceu Lula a nomear dois ministros do Acre. Viana sonha dia e noite em ocupar o lugar de Tarso Genro nas Relações Institucionais. O cretino só pensa naquilo...

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Fio desencapado na mira

Mal assumiu o mandato, o deputado Edgar Moury Fernandes (PMDB-PE) corre o risco de virar personagem de escândalo: o Ministério Público faz apuração preliminar de denúncia que o envolve com o operador (de turismo, calma) Alto Nadler, da agência Eurotur. Os dois estariam enrolados em um triângulo de interesses com prefeitos pernambucanos.