quinta-feira, fevereiro 22, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Desemprego subiu e a renda caiu em janeiro
Veja online

O desemprego subiu no mês de janeiro em seis regiões metropolitanas avaliadas pelo IBGE. Segundo os dados da Pesquisa Mensal de Empregos divulgados nesta quinta-feira, a taxa de desocupação passou de 8,4%, em dezembro, para 9,3%, no primeiro mês de 2007 – a variação é de 10,7%. Outro resultado ruim foi a variação da renda dos trabalhadores, com baixa de 1,1% no período.

Em janeiro, 240.000 postos de trabalho foram fechados. Com isso, o contingente de desocupados nas seis regiões metropolitanas alcançou 2,1 milhões de pessoas. O setor que mais cooperou para o resultado foi o comércio, com recuo de 3,5% no número de vagas – eliminação de 141.000 postos. O emprego com carteira de trabalho assinada caiu 0,8% na comparação com dezembro, mas subiu 4,1% sobre janeiro de 2006.

Segundo o IBGE, o movimento é sazonal, ou seja, reflete variações típicas do início do ano – quando empresas costuma operar em ritmo menos intenso. Para o estudo, o instituto faz medições nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.

O rendimento médio real do trabalhador em janeiro foi de 1.066,10 reais, queda de 1,1% na comparação com dezembro. Já em relação a janeiro de 2006, houve um aumento de 4,7%.

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Simples assim
Radar, Veja Online

Coube ao ex-secretário de Segurança do Rio de Janeiro, deputado Marcelo Itagiba, a relatoria na CCJ do projeto de redução da maioridade penal. Itagiba é um entusiasta da idéia. Ele defende um modelo levemente semelhante ao inglês. Se o jovem for condenado aos 16 anos a dez anos de cadeia, cumpriria dois em um instituto para menores até completar 18 anos. Os oito anos restantes, em vez de zerarem como reza a atual legislação, seriam cumpridos automaticamente em um presídio.


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País precisa voltar a trabalhar, diz Meirelles
Adriana Fernandes, Estadão online

BRASÍLIA - Para justificar uma série de reuniões em plena Quarta-Feira de Cinzas em meio aos rumores de mudanças na sua equipe, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou na quarta à noite que o Brasil precisa crescer e voltar a trabalhar depois do carnaval.

"Hoje é Quarta-Feira de Cinzas e o carnaval já acabou. Então, o País precisa voltar a trabalhar. Estamos retomando. Afinal de contas o País precisa crescer", afirmou Meirelles, depois de uma reunião de mais de uma hora com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Antes de se reunir com Mantega no Ministério da Fazenda, Meirelles teve um encontro reservado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O encontro de Mantega e Meirelles, após a reunião com o presidente, alimentou os rumores de que o Meirelles está fechando a composição de uma nova equipe para a diretoria do Banco Central. A reunião não estava prevista na agenda do ministro.

Meirelles classificou as reuniões de "rotina normal de trabalho", mas se esquivou de responder sobre a sua permanência na presidência do BC com mudanças na diretoria. "Com uma certa freqüência nós nos encontramos, o que é uma reunião normal de trabalho sem maiores implicações nesse sentido. Continuamos trabalhando firme. Não me compete comentar sobre esse assunto que é uma prerrogativa do presidente da República", disse ele.

Diante da insistência dos repórteres sobre a saída de alguns diretores, o presidente do BC respondeu: "Eu já mencionei isso em outras oportunidades de que a partir do momento que houver uma definição do presidente da República e, se essa definição for no sentido de haver uma continuidade, certamente será o momento de conversarmos com os diretores e, a partir daí, determinar os planos de cada um", afirmou.

O diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, saiu antes de Meirelles da reunião com o ministro e foi ainda mais evasivo quando questionado sobre o encontro: "Que reunião?", perguntou.

COMENTANDO A NOTÍCIA: Ótimo seria se Lula pensasse o mesmo, faria um bem danado para o país que seu presidente trabalhasse também. E mais do que isso: que também governasse. Ô, se seria...

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Concorrentes devem dividir uso do termo 'iPhone'
Veja online

Em um desfecho incomum para uma disputa comercial entre duas grandes empresas de um mesmo setor, Apple e Cisco Systems concordaram na quarta-feira em usar uma mesma marca para produtos diferentes. O termo em disputa era "iPhone", marca registrada pela Cisco em 2000 mas que foi anunciada como nome do novo telefone celular com MP3 da Apple.

A apresentação do iPhone da Apple ocorreu no mês passado, quando o chefão da empresa, Steve Jobs, lançou o produto com enorme repercussão em todo o mundo. A Cisco reagiu dizendo que o uso da marca era uma violação "maliciosa e intencional" da marca registrada que detinha desde 2000. Naquele ano, a Cisco adquiriu uma empresa chamada Infogear, que já tinha pedido o registro do termo iPhone anos antes, em 1996.

Como a Cisco colocou a marca no mercado - através de telefones móveis com tecnologia VoiP - e a Apple fez uma grande campanha mundial de divulgação de seu novo aparelho, a decisão das empresas foi compartilhar o termo, cada uma com seu produto. As companhias aproveitaram a negociação para firmar um compromisso de cooperação nas áreas de segurança e comunicação com o cliente. Os termos financeiros do acerto não foram divulgados.

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Serra procura
Radar, Veja Online

José Serra está a procura de um chefe para a sua assessoria-econômica. A escolha anterior gorou ao esbarra na burocracia. Era a ex-secretária de Previdência Complementar do governo FHC, Solange Paiva Vieira. Funcionária de carreira do BNDES, Solange não foi liberada pelo banco para trabalhar no governo de São Paulo.

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STJ garante a aposentado valor gasto indevidamente com INSS
Fonte: INVERTIA

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em uma decisão inédita, condenou o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) a devolver a um aposentado os valores pagos indevidamente.

O STJ manteve a decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal) da 4ª Vara que garantia a João Braga Rodrigues o direito de ser restituído do valor pago a mais pela aposentadoria.

Rodrigues tinha condições de se aposentar em agosto de 1993, mas, como teve aposentadoria recusada pelo INSS, continuou contribuindo com a previdência para não perder a condição de segurado.

O aposentado, então, entrou com uma ação para reaver o dinheiro a mais gasto com a previdência.

O INSS se recusou a devolver os valores com o argumento de que não se tratava de uma contribuição obrigatória.