Fonte: INVERTIA
O Brasil aderiu à iniciativa argentina-venezuelana de criar um Banco do Sul e aceitou analisar com a Argentina um convênio para eliminar a dupla tributação no comércio bilateral. As informações são da agência Ansa.
A informação foi dada pelos ministros de Economia da Argentina, Felisa Miceli, e da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, durante uma coletiva de imprensa na qual foi ratificado que no dia primeiro de julho entrará em vigor um acordo para o intercâmbio comercial direto com suas moedas: o peso e o real.
"O Banco do Sul significará um passo adiante na integração financeira" dos países da região, destacou Mantega, que depois propôs o fortalecimento e a transformação de entidades regionais que já existem como o Fundo Financeiro para o desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) e a Corporação Andina de Fomento (CAF).
Os ministros dos dois países concordaram em trabalhar intensamente para eliminar a dupla tributação no comércio bilateral, com o objetivo de fortalecer a integração do Mercosul.
A proposta é que o Banco do Sul atue na região da mesma forma que os bancos centrais atuam nos países, para enfrentar períodos de desequilíbrio regional e evitar os condicionamentos de organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Nos últimos dois anos, o Brasil, a Argentina e o Uruguai pagaram suas dívidas com o FMI para evitar um endividamento com condições sobre política econômica que essa entidade impõe.
O intercâmbio comercial com moedas domésticas, sem passar pelo dólar norte-americano, permitirá uma redução nos custos bancários e financeiros, apesar de que esse sistema será opcional para as empresas.
Segundo o Banco Central da República Argentina (BCRA), a eliminação do dólar no comércio com o Brasil permitirá uma economia de 2,5% do valor efetuado.
O Brasil aderiu à iniciativa argentina-venezuelana de criar um Banco do Sul e aceitou analisar com a Argentina um convênio para eliminar a dupla tributação no comércio bilateral. As informações são da agência Ansa.
A informação foi dada pelos ministros de Economia da Argentina, Felisa Miceli, e da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, durante uma coletiva de imprensa na qual foi ratificado que no dia primeiro de julho entrará em vigor um acordo para o intercâmbio comercial direto com suas moedas: o peso e o real.
"O Banco do Sul significará um passo adiante na integração financeira" dos países da região, destacou Mantega, que depois propôs o fortalecimento e a transformação de entidades regionais que já existem como o Fundo Financeiro para o desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) e a Corporação Andina de Fomento (CAF).
Os ministros dos dois países concordaram em trabalhar intensamente para eliminar a dupla tributação no comércio bilateral, com o objetivo de fortalecer a integração do Mercosul.
A proposta é que o Banco do Sul atue na região da mesma forma que os bancos centrais atuam nos países, para enfrentar períodos de desequilíbrio regional e evitar os condicionamentos de organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Nos últimos dois anos, o Brasil, a Argentina e o Uruguai pagaram suas dívidas com o FMI para evitar um endividamento com condições sobre política econômica que essa entidade impõe.
O intercâmbio comercial com moedas domésticas, sem passar pelo dólar norte-americano, permitirá uma redução nos custos bancários e financeiros, apesar de que esse sistema será opcional para as empresas.
Segundo o Banco Central da República Argentina (BCRA), a eliminação do dólar no comércio com o Brasil permitirá uma economia de 2,5% do valor efetuado.