Valor Econômico
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O presidente do PDT, Carlos Lupi, é o nome do partido para assumir o Ministério da Previdência se essa for a Pasta a ser concedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à legenda. Ontem, o líder pedetista na Câmara, Miro Teixeira (RJ), disse que se o convite se confirmar, nenhuma reforma no sistema previdenciário que prejudique os trabalhadores será realizada.
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"Não apoiaremos jamais qualquer reforma que prejudique direito dos trabalhadores", disse Miro, no Congresso Nacional. A Pasta da Previdência é a mais desejada pelo partido. Em reunião com o presidente há duas semanas, a sigla disse que a Previdência, ao lado do Trabalho e da Educação, seriam aquelas com mais afinidade ideológica com o PDT. Desde então, os nomes de Lupi e do próprio Miro têm sido fruto de especulações. Mas o líder na Câmara diz que quer permanecer no Parlamento.
"Não apoiaremos jamais qualquer reforma que prejudique direito dos trabalhadores", disse Miro, no Congresso Nacional. A Pasta da Previdência é a mais desejada pelo partido. Em reunião com o presidente há duas semanas, a sigla disse que a Previdência, ao lado do Trabalho e da Educação, seriam aquelas com mais afinidade ideológica com o PDT. Desde então, os nomes de Lupi e do próprio Miro têm sido fruto de especulações. Mas o líder na Câmara diz que quer permanecer no Parlamento.
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Em cerimônia realizada na tarde de ontem, no Palácio do Planalto, para a posse dos três novos líderes do governo no Congresso, mais um sinal de que o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia (PTB), está confirmado na Coordenação Política e Relações Institucionais. Além de Tarso Genro e do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, o único ministro presente ele. Os demais presentes eram parlamentares e líderes de partidos.
Em cerimônia realizada na tarde de ontem, no Palácio do Planalto, para a posse dos três novos líderes do governo no Congresso, mais um sinal de que o ministro do Turismo, Walfrido dos Mares Guia (PTB), está confirmado na Coordenação Política e Relações Institucionais. Além de Tarso Genro e do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, o único ministro presente ele. Os demais presentes eram parlamentares e líderes de partidos.
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"Sou um soldado. Tenho um entusiasmo enorme pelo governo e vou para onde o presidente quiser", disse Walfrido, que já tratou ontem de temas relacionados à coordenação política. Falou sobre a tentativa da oposição de criar a CPI do Apagão Aéreo e fez elogios ao Congresso. "A Câmara e o Senado são soberanos".
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Walfrido reiterou que não deixará o PTB, pelo menos por enquanto. Afirmou que quer continuar no partido para ajudar a legenda a se posicionar em relação ao governo. "Em um partido democrático, a maioria prevalece. Recebi o apoio das duas bancadas, da Câmara e do Senado. Elas estão totalmente no governo. Só há algumas desavenças em diretórios estaduais", disse. O ex-assessor jurídico da Presidência, José Dias Toffoli, que tem participado de reuniões de transição, deve tomar posse na próxima semana no cargo de Advogado Geral da União.
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Tomaram posse ontem a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) líder do Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR) a liderança no Senado e, José Múcio Monteiro (PTB-PE), a da Câmara. Durante a cerimônia, o presidente Lula deu declaração surpreendente sobre o difícil relacionamento do governo com o Congresso no primeiro mandato: "No primeiro mandato, o resultado da relação com o Câmara e o Senado foi o mais virtuoso possível".
Tomaram posse ontem a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) líder do Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR) a liderança no Senado e, José Múcio Monteiro (PTB-PE), a da Câmara. Durante a cerimônia, o presidente Lula deu declaração surpreendente sobre o difícil relacionamento do governo com o Congresso no primeiro mandato: "No primeiro mandato, o resultado da relação com o Câmara e o Senado foi o mais virtuoso possível".
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Nos primeiros quatro anos de governo, o governo acumulou derrotas no Congresso. A maior delas, na disputa pela presidência da Câmara, quando os dois candidatos petistas foram preteridos e o plenário elegeu Severino Cavalcanti (PP-PE). O governo também foi derrotado na votações dos relatórios das CPIs dos Bingos e dos Correios, perdeu a disputa em duas indicações para o Tribunal de Contas da União e foi derrotado na indicação de um membro do Conselho Nacional de Justiça. Além de diversas derrotas nas votações de projetos, como a MP dos Bingos, a não aprovação da reforma tributária e questões relacionadas ao salário mínimo, houve a denúncia do mensalão e dos sanguessugas.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Se não é fazer o que é preciso, se não é para cumprir uma missão de servir ao país e dar à Previdência Social a estrutura necessária para torná-la melhor, para quê querem o seu comando ? Só para posar na foto e fazer média junto ao eleitorado ? Só para dizerem que “foram” ministros ? Melhor do que isso seria não enganarem o povo. ?Seria deixar o caminho livra para outra pessoa com mais decisão e competência fazer o que precisa ser feito. Querer o cargo mas sem aceitar os encargos, é de uma hipocrisia dolorosa.
Nos primeiros quatro anos de governo, o governo acumulou derrotas no Congresso. A maior delas, na disputa pela presidência da Câmara, quando os dois candidatos petistas foram preteridos e o plenário elegeu Severino Cavalcanti (PP-PE). O governo também foi derrotado na votações dos relatórios das CPIs dos Bingos e dos Correios, perdeu a disputa em duas indicações para o Tribunal de Contas da União e foi derrotado na indicação de um membro do Conselho Nacional de Justiça. Além de diversas derrotas nas votações de projetos, como a MP dos Bingos, a não aprovação da reforma tributária e questões relacionadas ao salário mínimo, houve a denúncia do mensalão e dos sanguessugas.
COMENTANDO A NOTÍCIA: Se não é fazer o que é preciso, se não é para cumprir uma missão de servir ao país e dar à Previdência Social a estrutura necessária para torná-la melhor, para quê querem o seu comando ? Só para posar na foto e fazer média junto ao eleitorado ? Só para dizerem que “foram” ministros ? Melhor do que isso seria não enganarem o povo. ?Seria deixar o caminho livra para outra pessoa com mais decisão e competência fazer o que precisa ser feito. Querer o cargo mas sem aceitar os encargos, é de uma hipocrisia dolorosa.