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No curtíssimo prazo – para hoje, agora – a inquietação na economia mundial ainda vem da ata do banco central norte-americano, que aventou a possibilidade de alta dos juros por lá.
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Mas para o médio e longo prazo, o ambiente é claramente otimista. Praticamente todo dia sai um relatório, um documento prevendo a continuidade do crescimento da economia mundial.
Mas para o médio e longo prazo, o ambiente é claramente otimista. Praticamente todo dia sai um relatório, um documento prevendo a continuidade do crescimento da economia mundial.
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Ontem, foi o do FMI. Hoje, o presidente do BC europeu, Trichet, acaba de comentar que as condições atuais indicam “expansão sólida” na União Européia. Confirmou todas as linhas indicadas pelo FMI.
Ontem, foi o do FMI. Hoje, o presidente do BC europeu, Trichet, acaba de comentar que as condições atuais indicam “expansão sólida” na União Européia. Confirmou todas as linhas indicadas pelo FMI.
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Também a revista Economist que circula nesta semana indica o mesmo cenário: desaceleração nos EUA, mas suave e ainda com bom potencial de crescimento, e alguma modesta aceleração no Japão e Europa.
Também a revista Economist que circula nesta semana indica o mesmo cenário: desaceleração nos EUA, mas suave e ainda com bom potencial de crescimento, e alguma modesta aceleração no Japão e Europa.
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Resumo geral: o mundo vai bem, obrigado.
Resumo geral: o mundo vai bem, obrigado.
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De novo, há desequilíbrios, mas até aqui, pelo menos, têm sido bem administrados.Os países espertos estão aproveitando a onda.
COMENTANDO A NOTÍCIA: E nós, por que não estamos aproveitando para “pegar” a onda ? Porque teimamos em não assumir o risco político de se fazer a coisa certa, ou seja, e no caso, as reformas tributária (é a única que tem consenso, menos no governo), previdenciária, trabalhista, judiciária (estrutural e do código penal), política.
Enquanto o Brasil insistir em retardar o que lhe compete fazer, mais distante se manterá os emergentes que o acompanham. Como não se vê nenhum movimento coeso e forte para forçar as mudanças, a pergunta que fica é: queremos mesmo mudar ?
De novo, há desequilíbrios, mas até aqui, pelo menos, têm sido bem administrados.Os países espertos estão aproveitando a onda.
COMENTANDO A NOTÍCIA: E nós, por que não estamos aproveitando para “pegar” a onda ? Porque teimamos em não assumir o risco político de se fazer a coisa certa, ou seja, e no caso, as reformas tributária (é a única que tem consenso, menos no governo), previdenciária, trabalhista, judiciária (estrutural e do código penal), política.
Enquanto o Brasil insistir em retardar o que lhe compete fazer, mais distante se manterá os emergentes que o acompanham. Como não se vê nenhum movimento coeso e forte para forçar as mudanças, a pergunta que fica é: queremos mesmo mudar ?