Clara Cavour
Os brasileiros que estudam na pequena cidade de Blacksburg, na Virgínia, ficaram assustados com o massacre de segunda-feira, mas não pensam em voltar para casa. A justificativa é simples: já estão acostumados à violência.
- Todos os brasileiros se sentem mais seguros aqui do que no Brasil. Aqui, deixamos a porta de casa aberta, o carro sem tranca. Hoje mesmo, por exemplo, meu irmão teve o carro roubado em Porto Alegre. Aqui, não tenho essa preocupação - conta Régis Kopper, 28 anos, doutorando em computação na Universidade de Tecnologia da Virgínia.
Ele rebate as criticas às medidas de segurança da universidade:
- Nenhuma universidade poderia estar preparada para uma situação como a de segunda-feira. Uma solução seria fazer um esquema de segurança forte, como as universidades brasileiras têm, mas a gente não quer isso. Não queremos medidas que restrinjam nossa liberdade no local onde estudamos.
A mulher de Régis, Cristiane Kopper, 30 anos, conta que, como ela, os brasileiros que conhece não estão impactados como os moradores de Blacksburg.
- A gente está acostumado com relatos de violência, às notícias dos jornais. O que aconteceu aqui, poderia ter acontecido em qualquer cidade. Não tenho motivos para me preocupar com segurança. Mas é triste ver o choque nos rostos dos americanos.
O professor João Setubal, pesquisador da universidade, concorda que a violência do Brasil é motivo de maior preocupação, mesmo longe de casa:
- A violência no Brasil é cotidiana, com raízes na má distribuição de renda. Aqui, acontece essas situações esporádicas. Não me assustam.
Os brasileiros que estudam na pequena cidade de Blacksburg, na Virgínia, ficaram assustados com o massacre de segunda-feira, mas não pensam em voltar para casa. A justificativa é simples: já estão acostumados à violência.
- Todos os brasileiros se sentem mais seguros aqui do que no Brasil. Aqui, deixamos a porta de casa aberta, o carro sem tranca. Hoje mesmo, por exemplo, meu irmão teve o carro roubado em Porto Alegre. Aqui, não tenho essa preocupação - conta Régis Kopper, 28 anos, doutorando em computação na Universidade de Tecnologia da Virgínia.
Ele rebate as criticas às medidas de segurança da universidade:
- Nenhuma universidade poderia estar preparada para uma situação como a de segunda-feira. Uma solução seria fazer um esquema de segurança forte, como as universidades brasileiras têm, mas a gente não quer isso. Não queremos medidas que restrinjam nossa liberdade no local onde estudamos.
A mulher de Régis, Cristiane Kopper, 30 anos, conta que, como ela, os brasileiros que conhece não estão impactados como os moradores de Blacksburg.
- A gente está acostumado com relatos de violência, às notícias dos jornais. O que aconteceu aqui, poderia ter acontecido em qualquer cidade. Não tenho motivos para me preocupar com segurança. Mas é triste ver o choque nos rostos dos americanos.
O professor João Setubal, pesquisador da universidade, concorda que a violência do Brasil é motivo de maior preocupação, mesmo longe de casa:
- A violência no Brasil é cotidiana, com raízes na má distribuição de renda. Aqui, acontece essas situações esporádicas. Não me assustam.
.
COMENTANDO A NOTICIA: E que sirva de lição para todos aqueles que se arvoram em "especialistas" e que se propalaram em condenar os EUA pela liberdade que eles têm para comprar armas. Em primeiro lugar, não se precisa de contrabando como ocorre no Brasil. E, em especialíssimo segundo lugar, lá um maluco matar 30 pessoas se torna uma comoção nacional. Aqui, se mata diariamente muito mais do que isso, e sequer nossas ditas "autoridades" tomam providências para assegurar um mínimo de bem estar para a população que está entregue totalmente à doideira dos bandidos. E em terceiro lugar, o maluco acabou por se matar. Se não o fizesse ele sabe que, preso, jamais retornaria à liberdade. Aqui, o sujeito mata à vontade, estupra à vontade, rouba à vontade, principalmente nos grandes escalões da república e nada acontece, e os cretinos ficam livres para matar e roubar de novo, e de novo, e de novo com apenas alguns dias de pensão-hospício em que se tornaram nossos presídios.
.
A reação dos brasileiros que lá estudam e apesar do massacre na escola americana, sabem que ainda assim estão muito mais seguros do aqui. Prova mais do que eloqüente do quanto os governantes continuam incompetentes até para assegurar a vida dos brasileiros em seu próprio país. E, isto vejam bem, apesar dos dois "grandiosos" circos armados por Lula na área da segurança pública, e com apenas quatro anos e quatro meses, já está na montagem do terceiro, sem sequer ter realizado as obras e os investimentos previstos no primeiro plano.
A reação dos brasileiros que lá estudam e apesar do massacre na escola americana, sabem que ainda assim estão muito mais seguros do aqui. Prova mais do que eloqüente do quanto os governantes continuam incompetentes até para assegurar a vida dos brasileiros em seu próprio país. E, isto vejam bem, apesar dos dois "grandiosos" circos armados por Lula na área da segurança pública, e com apenas quatro anos e quatro meses, já está na montagem do terceiro, sem sequer ter realizado as obras e os investimentos previstos no primeiro plano.