Lula não garante adesão ao Banco do Sul
Do G1, com informações da AFP
O presidente Luiz Inacio Lula da Silva não garantiu a adesão do Brasil ao Banco do Sul, afirmando que é preciso esclarecer seu objetivo, de acordo com declarações feitas no encerramento da 1ª Cúpula Energética Sul-Americana, nesta terça-feira (17), na Venezuela.
"É preciso definir se esse Banco do Sul tem a finalidade do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial ou do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, brasileiro)", disse Lula. "Temos que definir qual é a finalidade do banco para depois saber se convém participar ou não."
Anti-FMI
O projeto do Banco do Sul é liderado pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e tem o apoio da Argentina, do Equador e da Bolívia. O objetivo da instituição, segundo o líder venezuelano, é livrar a América do Sul da dependência de organismos internacionais, como o FMI e o Banco Mundial.Na segunda-feira (16), o assessor internacional da presidência brasileira, Marco Aurelio Garcia, havia dito que o Brasil não estaria interessado em participar do Banco do Sul nos moldes propostos pela Venezuela se não fosse convidado a participar da elaboração do projeto.
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Mudanças na Goldman Sachs
Lauro Jardim, Radar, Veja online
A Goldman Sachs surpreendeu o mercado hoje. Está anunciando nos EUA a troca de do seu comando no Brasil. Assume a presidência Valentino Carlotti, ou Val, como é conhecido no banco americano. Eduardo Centola, que comandava o banco no Brasil, continuará como co-presidente para a América Latina.
Do G1, com informações da AFP
O presidente Luiz Inacio Lula da Silva não garantiu a adesão do Brasil ao Banco do Sul, afirmando que é preciso esclarecer seu objetivo, de acordo com declarações feitas no encerramento da 1ª Cúpula Energética Sul-Americana, nesta terça-feira (17), na Venezuela.
"É preciso definir se esse Banco do Sul tem a finalidade do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial ou do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, brasileiro)", disse Lula. "Temos que definir qual é a finalidade do banco para depois saber se convém participar ou não."
Anti-FMI
O projeto do Banco do Sul é liderado pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e tem o apoio da Argentina, do Equador e da Bolívia. O objetivo da instituição, segundo o líder venezuelano, é livrar a América do Sul da dependência de organismos internacionais, como o FMI e o Banco Mundial.Na segunda-feira (16), o assessor internacional da presidência brasileira, Marco Aurelio Garcia, havia dito que o Brasil não estaria interessado em participar do Banco do Sul nos moldes propostos pela Venezuela se não fosse convidado a participar da elaboração do projeto.
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Mudanças na Goldman Sachs
Lauro Jardim, Radar, Veja online
A Goldman Sachs surpreendeu o mercado hoje. Está anunciando nos EUA a troca de do seu comando no Brasil. Assume a presidência Valentino Carlotti, ou Val, como é conhecido no banco americano. Eduardo Centola, que comandava o banco no Brasil, continuará como co-presidente para a América Latina.
.
A Goldman, o maior banco de investimentos dos EUA, está no Brasil desde 1995. Desde sua tentativa frustrada de comprar o Banco Pactual, há dois anos, começou a definhar. Há um mês, a Goldman anunciou sua intenção de voltar a crescer no Brasil. Fez algumas contratações e trouxe o presidente mundial para bancar a perspectiva de novos tempos. Val está na GS há 13 anos. Começou como analista dos setores de telecom e mídia e é sócio desde o ano passado.
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53,4% reprovam os 100 dias de Wagner
O site "Bahia Notícias", do jornalista Samuel Celestino, realizou uma enquete para avaliar os cem primeiros dias do governador Jaques Wagner (PT). O resultado é devastador: 29,6% responderam que o governo está péssimo, 23,8% ruim; 21,2% regular; 14,1% bom; e 11,3% ótimo. Os que optaram entre "péssimo" e "ruim", na avaliação do governo petista da Bahia, somam 53,4%, contra a avaliação positiva de apenas 24,4% do total.
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BA: Universidade atuava sem autorização
Cláudio Humberto
A Unisinai - Universidade Corporativa, da Bahia, foi obrigada pela Justiça Federal a suspender os cursos de mestrado, doutorado e especialização. O Ministério Público Federal na Bahia constatou, após procedimento administrativo, que a instituição de ensino não possuía autorização do Ministério da Educação para oferecer pós-graduação latu e stricto sensu. A liminar concedida a pedido do MPF determinou ainda a suspensão de qualquer tipo de publicidade dos cursos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.
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PSDB quer partilha da CMPF com estados e municípios
O PSDB pretende condicionar o seu apoio à prorrogação da CPMF à partilha de recursos do tributo para os estados e municípios. O partido tomou essa posição durante encontro de oito deputados tucanos com o governador de Minas, Aécio Neves, na segunda-feira, em Belo horizonte.
A Goldman, o maior banco de investimentos dos EUA, está no Brasil desde 1995. Desde sua tentativa frustrada de comprar o Banco Pactual, há dois anos, começou a definhar. Há um mês, a Goldman anunciou sua intenção de voltar a crescer no Brasil. Fez algumas contratações e trouxe o presidente mundial para bancar a perspectiva de novos tempos. Val está na GS há 13 anos. Começou como analista dos setores de telecom e mídia e é sócio desde o ano passado.
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53,4% reprovam os 100 dias de Wagner
O site "Bahia Notícias", do jornalista Samuel Celestino, realizou uma enquete para avaliar os cem primeiros dias do governador Jaques Wagner (PT). O resultado é devastador: 29,6% responderam que o governo está péssimo, 23,8% ruim; 21,2% regular; 14,1% bom; e 11,3% ótimo. Os que optaram entre "péssimo" e "ruim", na avaliação do governo petista da Bahia, somam 53,4%, contra a avaliação positiva de apenas 24,4% do total.
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BA: Universidade atuava sem autorização
Cláudio Humberto
A Unisinai - Universidade Corporativa, da Bahia, foi obrigada pela Justiça Federal a suspender os cursos de mestrado, doutorado e especialização. O Ministério Público Federal na Bahia constatou, após procedimento administrativo, que a instituição de ensino não possuía autorização do Ministério da Educação para oferecer pós-graduação latu e stricto sensu. A liminar concedida a pedido do MPF determinou ainda a suspensão de qualquer tipo de publicidade dos cursos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.
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PSDB quer partilha da CMPF com estados e municípios
O PSDB pretende condicionar o seu apoio à prorrogação da CPMF à partilha de recursos do tributo para os estados e municípios. O partido tomou essa posição durante encontro de oito deputados tucanos com o governador de Minas, Aécio Neves, na segunda-feira, em Belo horizonte.
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Segundo o deputado Jutahy Júnior (PSDB-MG), a proposta do partido é que os repasses para estados e municípios sejam de 20% e 10%, respectivamente. Ele também disse que o governo terá de se articular com sua base para aprovar o texto sem alterações.
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Ex-presidente diz o óbvio. Em espanhol
Cláudio Humberto
"O novo populismo" é tão perigoso quanto o terrorismo, segundo o ex-presidente do governo espanhol José Maria Aznar, em palestra aberta ao público no XX Foro da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais de Porto Alegre (RS). Na conferência, que a agência espanhola Efe destacou, Aznar explicou que esse "novo populismo" usa "meios democráticos, como eleições, reeleições e referendos, para esvaziar a democracia e estabelecer regimes autoritários". O ex-mandatário espanhol acredita que a América Latina tem duas alternativas hoje: estimular uma sociedade livre, próspera, democrática e influente nas decisões mundiais ou "voltar ao autoritarismo ou caudilhismos, ainda que travestidos de novidades - o que traz problemas". E deu a receita: democracia, instituições fortes, estado de direito, segurança jurídica, liberalização e privatizações de todos os setores econômicos, "porque pior que ter um monopólio estatal é ter um monopólio privado". Aznar não citou nenhum país em especial, mas comentou em particular, com empresários brasileiros, que se referia à Venezuela e à Bolívia. Ainda bem: não era com "nosotros".
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Lupi promete desonerar os que empregarem mais
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse que encaminhou aos técnicos um estudo para criação de um mecanismo que reduza impostos para as empresas que empregarem mais com carteira assinada. Lupi admitiu que “tudo não passa de uma tese” e este tipo de desoneração demora demais porque envolve negociação de tributos federais, estaduais e municipais.
“Quanto mais empregos, menos impostos. Essa é a minha tese e nela coloquei o meu pessoal para trabalhar para depois submetermos à discussão interna do governo”, afirmou o ministro.
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Calheiros diz que só instala CPI com aval do STF
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), prefere aguardar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) para avaliar a instalação da CPI do Apagão Aéreo. A decisão deve ocorrer em torno de 15 dias. O senador afirmou que deve dar toda tramitação ao regimento que pede a instalação da CPI: verificação de assinaturas, pedido de parecer do departamento jurídico que há fato determinado para uma comissão e prazo para que os líderes indiquem membros.O líder dos Democratas no Senado, José Agripino Maia (RN), disse que vai apresentar o pedido de CPI nesta quarta-feira. Ele já tem mais assinaturas do que o necessário para a instalação da Comissão. A estratégia é conseguir mais assinaturas para evitar a retirada de alguns nomes.
Segundo o deputado Jutahy Júnior (PSDB-MG), a proposta do partido é que os repasses para estados e municípios sejam de 20% e 10%, respectivamente. Ele também disse que o governo terá de se articular com sua base para aprovar o texto sem alterações.
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Ex-presidente diz o óbvio. Em espanhol
Cláudio Humberto
"O novo populismo" é tão perigoso quanto o terrorismo, segundo o ex-presidente do governo espanhol José Maria Aznar, em palestra aberta ao público no XX Foro da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais de Porto Alegre (RS). Na conferência, que a agência espanhola Efe destacou, Aznar explicou que esse "novo populismo" usa "meios democráticos, como eleições, reeleições e referendos, para esvaziar a democracia e estabelecer regimes autoritários". O ex-mandatário espanhol acredita que a América Latina tem duas alternativas hoje: estimular uma sociedade livre, próspera, democrática e influente nas decisões mundiais ou "voltar ao autoritarismo ou caudilhismos, ainda que travestidos de novidades - o que traz problemas". E deu a receita: democracia, instituições fortes, estado de direito, segurança jurídica, liberalização e privatizações de todos os setores econômicos, "porque pior que ter um monopólio estatal é ter um monopólio privado". Aznar não citou nenhum país em especial, mas comentou em particular, com empresários brasileiros, que se referia à Venezuela e à Bolívia. Ainda bem: não era com "nosotros".
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Lupi promete desonerar os que empregarem mais
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse que encaminhou aos técnicos um estudo para criação de um mecanismo que reduza impostos para as empresas que empregarem mais com carteira assinada. Lupi admitiu que “tudo não passa de uma tese” e este tipo de desoneração demora demais porque envolve negociação de tributos federais, estaduais e municipais.
“Quanto mais empregos, menos impostos. Essa é a minha tese e nela coloquei o meu pessoal para trabalhar para depois submetermos à discussão interna do governo”, afirmou o ministro.
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Calheiros diz que só instala CPI com aval do STF
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), prefere aguardar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) para avaliar a instalação da CPI do Apagão Aéreo. A decisão deve ocorrer em torno de 15 dias. O senador afirmou que deve dar toda tramitação ao regimento que pede a instalação da CPI: verificação de assinaturas, pedido de parecer do departamento jurídico que há fato determinado para uma comissão e prazo para que os líderes indiquem membros.O líder dos Democratas no Senado, José Agripino Maia (RN), disse que vai apresentar o pedido de CPI nesta quarta-feira. Ele já tem mais assinaturas do que o necessário para a instalação da Comissão. A estratégia é conseguir mais assinaturas para evitar a retirada de alguns nomes.
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A oposição no congresso dividiu-se. Os tucanos se declararam contrários à investigação e querem prioridades na Câmara. “Eu tenho um receio muito grande de que, se o Senado aprovar uma CPI sobre o mesmo tema, isso possa provocar perda do objeto do mandado de segurança no STF. E, isso acontecendo, teremos uma situação em que as melhorias [em favor da CPI] ficarão vulneráveis”, disse o líder do PSDB na Câmara, Antônio Carlos Pannunzio (SP).
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O deputado Onyx Lorenzoni (RS), líder dos Democratas na Câmara, declarou que não vai entrar no jogo do governo: "Não vou fazer o jogo do governo e impedir CPI no Senado. Não é inteligente isso. Precisamos abrir urgentemente no Senado."
O deputado Onyx Lorenzoni (RS), líder dos Democratas na Câmara, declarou que não vai entrar no jogo do governo: "Não vou fazer o jogo do governo e impedir CPI no Senado. Não é inteligente isso. Precisamos abrir urgentemente no Senado."