De O Globo:
Mal foram concluídas as obras de sua fundação, a construção da nova sede da Procuradoria-Geral do Trabalho (PGT), em Brasília, já está sob suspeita. Auditoria realizada pelo Ministério Público da União, à qual O GLOBO teve acesso, apontou fortes indícios de irregularidades tanto na licitação para a escolha das empresas quanto na liberação dos recursos públicos que financiarão a obra, estimada em R$ 130 milhões.
As denúncias caíram como uma bomba na Procuradoria: antes do fim das primeiras investigações, a procuradora-geral do Trabalho, Sandra Lia Simón, exonerou dois servidores suspeitos e enviou uma representação criminal para o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O Ministério Público deve abrir inquérito criminal nos próximos dias.
COMENTANDO A NOTICIA: Rezo para que chegue um dia em que obra pública no Brasil não seja sinônimo de safadeza. Por Deus, não se vê uma só, umazinha que seja, que a licitação não tenha sido dirigida para beneficiar esta ou aquela empresa de amigos do reino, ou que os aditivos aos contrato original não sejam viciados para favorecer superfaturamento, ou a liberação de recursos não seja uma porteira imoral a jogar no ralo o dinheiro público. Quando não se tem ainda, dinheiro liberado para obra não executada. E também tem outra: por que se insiste em construir prédios públicos cada vez mais suntuosos ? Nisto aliás, o Poder Judiciário é campeão. Só devem ser para constranger o pobre brasileiro a não ir lá encher o saco dos sacrificados funcionários públicos que se sentirão obrigados a trabalhar !
Na foto, reparem na suntuosidade do prédio. Podia ter uma arquitetura mais, digamos, ... simples, menos luxo, menos pompa, e bem mais de acordo com o país miserável que ainda somos. Talvez ficasse mais acessível para o povo ser atendido com menor constrangimento. Povo que recebe R$ 380,00 de salário na sua grande maioria, um prédio como este é uma humilhação e um acinte.
Mal foram concluídas as obras de sua fundação, a construção da nova sede da Procuradoria-Geral do Trabalho (PGT), em Brasília, já está sob suspeita. Auditoria realizada pelo Ministério Público da União, à qual O GLOBO teve acesso, apontou fortes indícios de irregularidades tanto na licitação para a escolha das empresas quanto na liberação dos recursos públicos que financiarão a obra, estimada em R$ 130 milhões.As denúncias caíram como uma bomba na Procuradoria: antes do fim das primeiras investigações, a procuradora-geral do Trabalho, Sandra Lia Simón, exonerou dois servidores suspeitos e enviou uma representação criminal para o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O Ministério Público deve abrir inquérito criminal nos próximos dias.
COMENTANDO A NOTICIA: Rezo para que chegue um dia em que obra pública no Brasil não seja sinônimo de safadeza. Por Deus, não se vê uma só, umazinha que seja, que a licitação não tenha sido dirigida para beneficiar esta ou aquela empresa de amigos do reino, ou que os aditivos aos contrato original não sejam viciados para favorecer superfaturamento, ou a liberação de recursos não seja uma porteira imoral a jogar no ralo o dinheiro público. Quando não se tem ainda, dinheiro liberado para obra não executada. E também tem outra: por que se insiste em construir prédios públicos cada vez mais suntuosos ? Nisto aliás, o Poder Judiciário é campeão. Só devem ser para constranger o pobre brasileiro a não ir lá encher o saco dos sacrificados funcionários públicos que se sentirão obrigados a trabalhar !
Na foto, reparem na suntuosidade do prédio. Podia ter uma arquitetura mais, digamos, ... simples, menos luxo, menos pompa, e bem mais de acordo com o país miserável que ainda somos. Talvez ficasse mais acessível para o povo ser atendido com menor constrangimento. Povo que recebe R$ 380,00 de salário na sua grande maioria, um prédio como este é uma humilhação e um acinte.