Clodovil critica as mulheres
Do deputado Clodovil Hernandez (PTC-SP), ao chegar ao Palácio do Planalto para entrevistar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), dizendo por que parou de fazer roupas para as mulheres:
- As mulheres ficaram muito ordinárias, ficaram vulgares, cheias de silicone. E hoje em dia, uma mulher trabalha deitada e descansa em pé.
*****************
O asno está certo, pelo menos no tribunal
Do deputado Clodovil Hernandez (PTC-SP), ao chegar ao Palácio do Planalto para entrevistar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), dizendo por que parou de fazer roupas para as mulheres:
- As mulheres ficaram muito ordinárias, ficaram vulgares, cheias de silicone. E hoje em dia, uma mulher trabalha deitada e descansa em pé.
*****************
O asno está certo, pelo menos no tribunal
. 
A matéria, da Associated Press, apareceu hoje no jornal USA Today. O advogado Gregory Shamoun levou ontem seu asno ao tribunal em Dallas, Texas (foto), para provar que o quadrúpede não urrava tão alto, era agressivo e sujava o terreno com montanhas de fezes, como um vizinho acusava. Buddy, o asno, ficou educadamente diante dos jurados, com uma bandeira americana enrolada no gangote - um verdadeiro animal de raça. Apesar do inusitado testemunho, diz a AP, nem os jurados ou o asno tiveram a última palavra. Os vizinhos entraram em acordo. Por aqui, "asnos", ainda que muito educados, costumam quase sempre encrencados nos tribunais.
*****************
Operação Hurricane: Justiça em pânico
Lauro Jardim, Radar, Veja online
Os advogados de vários encarcerados na Operação Hurricane estão convictos de que novos pedidos de prisão preventiva serão feitos amanhã pela Polícia Federal. Pegariam os suspeitos que não entraram na primeira leva, como o ministro do STJ Paulo Medina.
A propósito: o STJ está em pânico. Vários ministros e altos funcionários acham que o Ministério Público e a PF querem sangue - ou, mais especificamente, querem prender mais gente do Judiciário.
*****************
"Furacão" ainda vai arrastar muita gente

A matéria, da Associated Press, apareceu hoje no jornal USA Today. O advogado Gregory Shamoun levou ontem seu asno ao tribunal em Dallas, Texas (foto), para provar que o quadrúpede não urrava tão alto, era agressivo e sujava o terreno com montanhas de fezes, como um vizinho acusava. Buddy, o asno, ficou educadamente diante dos jurados, com uma bandeira americana enrolada no gangote - um verdadeiro animal de raça. Apesar do inusitado testemunho, diz a AP, nem os jurados ou o asno tiveram a última palavra. Os vizinhos entraram em acordo. Por aqui, "asnos", ainda que muito educados, costumam quase sempre encrencados nos tribunais.
*****************
Operação Hurricane: Justiça em pânico
Lauro Jardim, Radar, Veja online
Os advogados de vários encarcerados na Operação Hurricane estão convictos de que novos pedidos de prisão preventiva serão feitos amanhã pela Polícia Federal. Pegariam os suspeitos que não entraram na primeira leva, como o ministro do STJ Paulo Medina.
A propósito: o STJ está em pânico. Vários ministros e altos funcionários acham que o Ministério Público e a PF querem sangue - ou, mais especificamente, querem prender mais gente do Judiciário.
*****************
"Furacão" ainda vai arrastar muita gente
.
"O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, afirmou hoje que a Operação Furacão investiga muitas pessoas, inclusive algumas que ainda não tiveram sua identidade revelada. "É uma investigação muito grande. É um complexo de fatos muito grande", disse Souza."
*****************
PF suspeita de cinco juízes do Rio
Dossiês, fotos, vídeos e documentos apreendidos na casa do ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, desembargador José Eduardo Carreira Alvim, preso na Operação Furacão, estão levando a Polícia Federal a acreditar no envolvimernto de mais cinco desembargadores no esquema de venda de sentenças judiciais para beneficiar a máfia de jogos.
Para a PF, Carreira Alvim vinha montando os dossiês para, especialmente, chantagear os adversários na eleição para a presidência do TRF, em março. Alvim pretenderia se proteger e tentava também conseguir apoio.
No depoimento que prestou para a PF, Carreira Alvim disse que montou os dossiês porque estava investigando o esquema de corrupção. Mas a PF o confrontou informando que possuía gravações que mostravam seu envolvimento direto com a máfia dos jogos.
O relatório sobre o material apreendido será anexado ao inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga o esquema de exploração de jogo ilegal, corrupção e venda de decisões judiciais a donos de casas de bingo e máquinas de caça-níqueis.
Segundo as investigações, o magistrado descobriu que havia escutas em seu gabinete. De posse da informação, atribuiu o fato ao seu concorrente na disputa, desembargador Castro Aguiar - atual presidente do TRF. A partir daí, passou a tramar um meio de prejudicá-lo. A intenção seria divulgar fatos que comprometessem a imagem do adversário. No entanto, os planos de Carreira Alvim foram sepultados pela prisão.
Nas próximas horas, a PF deverá pedir a prisão preventiva de todos os 25 presos e a prisão temporária de outras 40 pessoas.
*****************
A palavra é ... Bangue-bangue
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
"O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, afirmou hoje que a Operação Furacão investiga muitas pessoas, inclusive algumas que ainda não tiveram sua identidade revelada. "É uma investigação muito grande. É um complexo de fatos muito grande", disse Souza."
*****************
PF suspeita de cinco juízes do Rio
Dossiês, fotos, vídeos e documentos apreendidos na casa do ex-vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, desembargador José Eduardo Carreira Alvim, preso na Operação Furacão, estão levando a Polícia Federal a acreditar no envolvimernto de mais cinco desembargadores no esquema de venda de sentenças judiciais para beneficiar a máfia de jogos.
Para a PF, Carreira Alvim vinha montando os dossiês para, especialmente, chantagear os adversários na eleição para a presidência do TRF, em março. Alvim pretenderia se proteger e tentava também conseguir apoio.
No depoimento que prestou para a PF, Carreira Alvim disse que montou os dossiês porque estava investigando o esquema de corrupção. Mas a PF o confrontou informando que possuía gravações que mostravam seu envolvimento direto com a máfia dos jogos.
O relatório sobre o material apreendido será anexado ao inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga o esquema de exploração de jogo ilegal, corrupção e venda de decisões judiciais a donos de casas de bingo e máquinas de caça-níqueis.
Segundo as investigações, o magistrado descobriu que havia escutas em seu gabinete. De posse da informação, atribuiu o fato ao seu concorrente na disputa, desembargador Castro Aguiar - atual presidente do TRF. A partir daí, passou a tramar um meio de prejudicá-lo. A intenção seria divulgar fatos que comprometessem a imagem do adversário. No entanto, os planos de Carreira Alvim foram sepultados pela prisão.
Nas próximas horas, a PF deverá pedir a prisão preventiva de todos os 25 presos e a prisão temporária de outras 40 pessoas.
*****************
A palavra é ... Bangue-bangue
Sérgio Rodrigues, NoMínimo
.
Da repetição expressiva do inglês bang, uma onomatopéia que traduz estampido, estrondo, batida forte, a forma aportuguesada “bangue-bangue” entrou na língua com dois sentidos: de um lado, tiroteio, essa onipresente trilha sonora carioca; do outro, faroeste ou western, isto é, o gênero narrativo americano que o cinema espalhou pelo mundo.
Da repetição expressiva do inglês bang, uma onomatopéia que traduz estampido, estrondo, batida forte, a forma aportuguesada “bangue-bangue” entrou na língua com dois sentidos: de um lado, tiroteio, essa onipresente trilha sonora carioca; do outro, faroeste ou western, isto é, o gênero narrativo americano que o cinema espalhou pelo mundo.
.
“Bangue-bangue”, a palavra, foi parar no Aurélio em 1975 como uma daquelas maluquices de que o português brasileiro, principalmente o que se fala nas histórias em quadrinhos, está cheio: a onomatopéia que não traduz som real algum. Quem conhece uma arma de fogo que produza um ruído sequer parecido com “bangue”? Pois é: bang, a palavra original, tem um fragor metálico que nosso “bangue” trai gloriosamente. Trai tanto que restaura, via idiossincrasia, o orgulho nacional que a imitação subserviente tinha arranhado.
*****************
Todos nas ruas - Inteligência desativada
A Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, responsável pelas investigações da Operação Furacão, aderiu ontem à greve da Polícia Federal por reajuste de salários.
“Bangue-bangue”, a palavra, foi parar no Aurélio em 1975 como uma daquelas maluquices de que o português brasileiro, principalmente o que se fala nas histórias em quadrinhos, está cheio: a onomatopéia que não traduz som real algum. Quem conhece uma arma de fogo que produza um ruído sequer parecido com “bangue”? Pois é: bang, a palavra original, tem um fragor metálico que nosso “bangue” trai gloriosamente. Trai tanto que restaura, via idiossincrasia, o orgulho nacional que a imitação subserviente tinha arranhado.
*****************
Todos nas ruas - Inteligência desativada
A Diretoria de Inteligência da Polícia Federal, responsável pelas investigações da Operação Furacão, aderiu ontem à greve da Polícia Federal por reajuste de salários.
.
Foi suspensa a coleta de depoimentos dos investigados, presos em Brasília. Durante a manhã, a equipe também interrompeu a análise de duas toneladas de documentos, objetos de valor e equipamentos apreendidos durante a operação policial da última sexta-feira.
O diretor da Diretoria de Inteligência, delegado Renato Porciúncula, participou da paralisação realizada em frente à sede da Polícia Federal.
Questionado sobre a possibilidade de a paralisação prejudicar a investigação, ele respondeu positivamente, "sobretudo se o movimento tiver continuidade".
À frente da investigação, o delegado Emanuel Oliveira, chefe da Divisão de Contra-Inteligência Policial, disse que não tinha condições de manter o pessoal trabalhando".
*****************
MST promete aumento de violência se ficar de fora do PAC
O coordenador do MST (Movimento dos Sem Terra) João Paulo Rodrigues afirmou nesta quarta que haverá aumento de violência no campo se o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não contemplar a reforma agrária. Ele garantiu que as ações não se restringirão ao “Abril Vermelho”, caso o atual governo não faça investimentos no campo nos próximos meses.
Foi suspensa a coleta de depoimentos dos investigados, presos em Brasília. Durante a manhã, a equipe também interrompeu a análise de duas toneladas de documentos, objetos de valor e equipamentos apreendidos durante a operação policial da última sexta-feira.
O diretor da Diretoria de Inteligência, delegado Renato Porciúncula, participou da paralisação realizada em frente à sede da Polícia Federal.
Questionado sobre a possibilidade de a paralisação prejudicar a investigação, ele respondeu positivamente, "sobretudo se o movimento tiver continuidade".
À frente da investigação, o delegado Emanuel Oliveira, chefe da Divisão de Contra-Inteligência Policial, disse que não tinha condições de manter o pessoal trabalhando".
*****************
MST promete aumento de violência se ficar de fora do PAC
O coordenador do MST (Movimento dos Sem Terra) João Paulo Rodrigues afirmou nesta quarta que haverá aumento de violência no campo se o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não contemplar a reforma agrária. Ele garantiu que as ações não se restringirão ao “Abril Vermelho”, caso o atual governo não faça investimentos no campo nos próximos meses.
.
João Paulo também rebateu a declaração do presidente Lula que chamou os usineiros de heróis nacionais. “Onde esses heróis do Lula estão atuando a violência está crescendo mais. Nos locais onde se avança as fronteiras agrícolas, especialmente no Mato Grosso e Pará, a violência e o desmatamento aumentam assustadoramente”, disse, após divulgação de relatório sobre a violação de direitos humanos na América Latina.
João Paulo também rebateu a declaração do presidente Lula que chamou os usineiros de heróis nacionais. “Onde esses heróis do Lula estão atuando a violência está crescendo mais. Nos locais onde se avança as fronteiras agrícolas, especialmente no Mato Grosso e Pará, a violência e o desmatamento aumentam assustadoramente”, disse, após divulgação de relatório sobre a violação de direitos humanos na América Latina.