por Juliano Schiavo, Blog Diego Casagrande
Não tenho assunto a discutir: há um vazio. Entre as folhas de jornal, a programação televisiva, o coro insistente dos ambientalistas contra o efeito estufa, a lágrima da mãe que perde seu filho por bala perdida, há um vazio. Entre todos os assuntos, um vazio que cresce e toma dimensões nunca vistas. É a sociedade vazia.
Não tenho assunto a discutir: há um vazio. Entre as folhas de jornal, a programação televisiva, o coro insistente dos ambientalistas contra o efeito estufa, a lágrima da mãe que perde seu filho por bala perdida, há um vazio. Entre todos os assuntos, um vazio que cresce e toma dimensões nunca vistas. É a sociedade vazia.
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Esse texto, que tenta argumentar sobre a sociedade vazia, nada acrescenta e nada tira, apenas existe. É ineficaz com suas palavras, que não emocionam e nem fazem uma revolução. É repetitivo e nasce da rotina diária, desde o acordar até o dormir – ele brota das observações da vida, reflexo dessa inconstância de sentimentos de amor e ódio, de tristeza e felicidade.
Esse texto, que tenta argumentar sobre a sociedade vazia, nada acrescenta e nada tira, apenas existe. É ineficaz com suas palavras, que não emocionam e nem fazem uma revolução. É repetitivo e nasce da rotina diária, desde o acordar até o dormir – ele brota das observações da vida, reflexo dessa inconstância de sentimentos de amor e ódio, de tristeza e felicidade.
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Mas ele existe por que, mesmo quando as forças se esvaem, há sempre uma folha verde de esperança, de um verde novo que há de vir a brotar nesse solo ressecado chamado sociedade. Essa sociedade onde se morre aos poucos.
Mas ele existe por que, mesmo quando as forças se esvaem, há sempre uma folha verde de esperança, de um verde novo que há de vir a brotar nesse solo ressecado chamado sociedade. Essa sociedade onde se morre aos poucos.
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Morre-se aos poucos quando os olhos se fecham para o novo, a vida restringe-se somente a uma repetição diária e quando não há vontade de se crescer intelectualmente. Morre-se aos poucos quando a televisão ocupa a vida, quando os vícios falam mais alto e quando a violência se torna coisa natural. Tudo isso é reflexo do vazio social, onde o homem passou a ser mercadoria e seus direitos de cidadão passaram a ser direitos de consumidor.
Morre-se aos poucos quando os olhos se fecham para o novo, a vida restringe-se somente a uma repetição diária e quando não há vontade de se crescer intelectualmente. Morre-se aos poucos quando a televisão ocupa a vida, quando os vícios falam mais alto e quando a violência se torna coisa natural. Tudo isso é reflexo do vazio social, onde o homem passou a ser mercadoria e seus direitos de cidadão passaram a ser direitos de consumidor.
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Esse é o vazio onde pouco se muda, nada se transforma e a grande parte das ações se estagna. É o fruto dessa demagogia, onde se prega a mudança do outro e não sua própria mudança. É o vazio humano, tão presente nas ações diárias. É a filosofia do “eu sou perfeito, o outro que é ruim”. Cabe a quem mudar esses rumos?
Esse é o vazio onde pouco se muda, nada se transforma e a grande parte das ações se estagna. É o fruto dessa demagogia, onde se prega a mudança do outro e não sua própria mudança. É o vazio humano, tão presente nas ações diárias. É a filosofia do “eu sou perfeito, o outro que é ruim”. Cabe a quem mudar esses rumos?
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Não há mudança que se inicie sem que o homem eleve sua voz contra a injustiça, mesmo que num processo solitário. A transformação individual é o caminho para uma sociedade melhor.
Não há mudança que se inicie sem que o homem eleve sua voz contra a injustiça, mesmo que num processo solitário. A transformação individual é o caminho para uma sociedade melhor.