Tales Faria, Informe JB
No dia 28, o ministro Tarso Genro, da Coordenação Política, irá ao Congresso para entregar em mãos aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), um conjunto de propostas para a reforma política que contam com o apoio do governo.
O projeto a ser levado por Tarso nada mais é do que a junção das propostas do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que é presidido pelo ministro, e da Ordem dos Advogados do Brasil. O advogado da entidade, Cézar Britto, por sinal, acompanhará Tarso na visita ao Congresso.
É louvável a rapidez com que o ministro dá encaminhamento a uma das promessas da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, para os integrantes do Conselho Político, seria mais louvável ainda se Tarso tivesse cumprido um acordo inicial de só apresentar a reforma depois de recolher as propostas dos partidos da coalizão. A reforma política do governo, pelo acordo, seria o resultado do debate destas propostas no Conselho Político.
Acreditando que seria assim, o PSB chegou a fazer um seminário para debater o assunto, há 15 dias. O documento que seria apresentado para discussão ainda está em elaboração. Mas, pelo jeito, não será aproveitado.
Por fim, a proposta que será levada por Tarso ao Congresso é muito boa. Porém, grande parte das idéias tem tudo para ficar apenas na intenção.
Pavão
O gesto de Tarso Genro está sendo interpretado como uma demonstração de que, no momento, o ministro está mais preocupado com seu futuro. Ao adotar a proposta da OAB, Tarso estaria fazendo um afago na entidade com a qual pretende ter uma boa relação quando for ministro da Justiça.
Sem chance
Redução do mandato de senador para quatro anos e fim do senador suplente estão entre as propostas da reforma política de Tarso Genro. Outra idéia capaz de provocar arrepios nos parlamentares: o eleitor insatisfeito com o desempenho do seu parlamentar teria o direito de revogar o mandato do sujeito, o chamado recall. Este projeto, por sinal, está em tramitação no Congresso desde 2005.
No dia 28, o ministro Tarso Genro, da Coordenação Política, irá ao Congresso para entregar em mãos aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), um conjunto de propostas para a reforma política que contam com o apoio do governo.
O projeto a ser levado por Tarso nada mais é do que a junção das propostas do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, que é presidido pelo ministro, e da Ordem dos Advogados do Brasil. O advogado da entidade, Cézar Britto, por sinal, acompanhará Tarso na visita ao Congresso.
É louvável a rapidez com que o ministro dá encaminhamento a uma das promessas da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas, para os integrantes do Conselho Político, seria mais louvável ainda se Tarso tivesse cumprido um acordo inicial de só apresentar a reforma depois de recolher as propostas dos partidos da coalizão. A reforma política do governo, pelo acordo, seria o resultado do debate destas propostas no Conselho Político.
Acreditando que seria assim, o PSB chegou a fazer um seminário para debater o assunto, há 15 dias. O documento que seria apresentado para discussão ainda está em elaboração. Mas, pelo jeito, não será aproveitado.
Por fim, a proposta que será levada por Tarso ao Congresso é muito boa. Porém, grande parte das idéias tem tudo para ficar apenas na intenção.
Pavão
O gesto de Tarso Genro está sendo interpretado como uma demonstração de que, no momento, o ministro está mais preocupado com seu futuro. Ao adotar a proposta da OAB, Tarso estaria fazendo um afago na entidade com a qual pretende ter uma boa relação quando for ministro da Justiça.
Sem chance
Redução do mandato de senador para quatro anos e fim do senador suplente estão entre as propostas da reforma política de Tarso Genro. Outra idéia capaz de provocar arrepios nos parlamentares: o eleitor insatisfeito com o desempenho do seu parlamentar teria o direito de revogar o mandato do sujeito, o chamado recall. Este projeto, por sinal, está em tramitação no Congresso desde 2005.
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Trator
Está começando a crescer entre os líderes de partido na Câmara um sentimento de insatisfação com o estilo do presidente Arlindo Chinaglia. Conhecido pelo temperamento difícil, Chinaglia está imprimindo aos trabalhos na Câmara uma atuação, dizem alguns líderes, autoritária. Nas reuniões, ele apenas comunica o que pretende votar, em vez de ouvir o que os outros gostariam de ver na pauta. Queixas já começaram a chegar aos ouvidos do ministro Tarso Genro.
Trator
Está começando a crescer entre os líderes de partido na Câmara um sentimento de insatisfação com o estilo do presidente Arlindo Chinaglia. Conhecido pelo temperamento difícil, Chinaglia está imprimindo aos trabalhos na Câmara uma atuação, dizem alguns líderes, autoritária. Nas reuniões, ele apenas comunica o que pretende votar, em vez de ouvir o que os outros gostariam de ver na pauta. Queixas já começaram a chegar aos ouvidos do ministro Tarso Genro.
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Faltou combinar
Foi Chinaglia quem decidiu que colocaria o projeto da Super-Receita em votação na semana passada, antes de combinar com os líderes. Resultado: o projeto só foi votado, de fato, esta semana.
Faltou combinar
Foi Chinaglia quem decidiu que colocaria o projeto da Super-Receita em votação na semana passada, antes de combinar com os líderes. Resultado: o projeto só foi votado, de fato, esta semana.
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Pesquisa
O ex-governador do Ceará, Lúcio Alcântara, continua à procura do melhor partido para desembarcar, levando com ele cinco deputados federais. Ontem, conversou com o presidente do PMDB, Michel Temer, em Brasília.
Pesquisa
O ex-governador do Ceará, Lúcio Alcântara, continua à procura do melhor partido para desembarcar, levando com ele cinco deputados federais. Ontem, conversou com o presidente do PMDB, Michel Temer, em Brasília.
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Sem retorno
Na terça-feira, Temer encontrou-se com o senador José Sarney (PMDB-AP) para falar sobre a eleição da presidência do partido. Ele também tentou agendar um encontro com o presidente do Senado, Renan Calheiros, mas até hoje não obteve uma resposta. Na disputa pelo comando do PMDB, Renan apóia Nelson Jobim, adversário de Temer.
Sem retorno
Na terça-feira, Temer encontrou-se com o senador José Sarney (PMDB-AP) para falar sobre a eleição da presidência do partido. Ele também tentou agendar um encontro com o presidente do Senado, Renan Calheiros, mas até hoje não obteve uma resposta. Na disputa pelo comando do PMDB, Renan apóia Nelson Jobim, adversário de Temer.
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Novo prazo
O governo reabriu o prazo para apresentação de propostas de empresas interessadas em participar das licitações de exploração econômica de quatro florestas públicas no Pará. Até o momento, apenas duas empresas estavam habilitadas.
Novo prazo
O governo reabriu o prazo para apresentação de propostas de empresas interessadas em participar das licitações de exploração econômica de quatro florestas públicas no Pará. Até o momento, apenas duas empresas estavam habilitadas.