Adelson Elias Vasconcellos
A partir do artigo em que Reinaldo Azevedo (post anterior) comenta sobre o “Partido do Aborto”, vamos aqui externar nossa opinião porque entendemos que este assunto não deva ficar restrito às discussões de natureza política, simplesmente, deve ser amplo, abrangendo a sociedade brasileira como um todo, porque diz respeito a todos nós, ao ato de existir e a impraticabilidade de se negar o direito de outros viverem também.
Se me permitam, e antes de prosseguir, devo esclarecer que sou contra, totalmente contra, ao aborto. Entendo que a legislação brasileira já admite dois motivos suficientemente justos para que ele acontece sem caracterizar-se em crime contra à vida. Em todos os demais, o crime existe sim, e portanto, deve ser evitado.
Há quem defenda o direito da mulher quando a ter liberdade de usar seu próprio corpo da forma que lhe aprouver. Pois bem, agora me digam, quando este direito viu-se restringido ? Pode a mulher sim,k usar seu corpo com a plenitude ampla do direito. Porém, é preciso deixar clara que, este direito não pode ser confundido com o direito sobre a vida de quem ela carrega dentro de si. Toda a mulher sabe, antes de iniciar sua fase digamos pró-procriação, que se não cuidar-se, poderá engravidar. E neste caso, terá problemas com sua própria vida dali para gente. A partir dos anos 60, com o advento da pílula anti-concepcional, a mulher no mundo todo pode libertar-se do fardo de fazer sexo sem mácula, sem riscos, sem medo. E isto, sim, a libertou. Não pensem que o aborto terá este papel. Até pelo contrário. Ao negar o direito à vida, do ser que estiver carregando e gerando dentro de si, o problema passa a ser de consciência, a de que matou um ser indefeso, muitas vezes apenas por vaidade, outras vezes por leviandade, e quase sempre por irresponsabilidade.
Que a mulher use seu corpo do modo como quiser, mas se estiver gerando outra vida, este direito, convenhamos, já não poderá ser tão amplo assim. Imagine ela própria se sua mãe tivesse agido da mesma maneira: simplesmente aquela mulher não estaria viva, e portanto, não estaria reclamando um direito que não tem quando se trata de negar o mesmo direito a outro ser vivente.
Uma sociedade se faz desenvolvida e civilizada justamente pelo valores morais que cultua entre os seus cidadãos e cidadãs. O aborto, ao contrário do que muitos imaginam, só faz aumentar a promiscuidade. Aquelas que ainda guardam algum recato, pudor e decência, se sentirão livres para um comportamento cada vez mais imbecilizado. Porque é bom entendermos que civilização é a restrição cada vez maior aos instintos primitivos de cada um. E somente com civilização, com repressão aos instintos mais animalescos do ser humano, é que a nossa espécie perpetuou-se e sobreviveu . E somente com a tal “civilização” acabamos como a raça predominante diante das demais. Portanto, dizer não ao aborto, é defender a vida, é defender o direito de outro ser de ter oportunidades, de ter seu nome, sua identidade, sua existência respeitada e garantida. Chaga a ser doloroso quanto o é deprimente, ver a defesa que tantos “cegos” da descriminalização do aborto. Da mesma forma o é quando se fala em descriminalizar as drogas. A ser assim, dirá virá em que de tanta descriminalização, não haverá mais crimes a punir. Tudo será permitido. E quem perde com isso é a própria essência da vida. Não estou aqui entrando em terreno religioso. O raciocínio é feito e construído apenas a partir do senso racional de que todos têm direito à vida. Negá-la para um, mesmo que ainda no ventre de sua mãe, é negá-la para todos.
Busca-se com um discurso imbecil tentar esconder o fracasso da sociedade brasileira em educar-se e corrigir-se nas suas questões mais básicas. Se o estado não consegue evitar que o tráfico de drogas continue a infestar a sociedade brasileira corrompendo-a torpemente, então descriminalize-se as drogas. Se o estado não consegue evitar que o aborto criminoso seja realizada, e ainda é mais incompetente a sociedade por não saber suas jovens e meninas quanto aos perigos da sexualidade praticada sem responsabilidade, descriminalize-se tudo isso que o problema por mágica desaparece. Errado. O efeito será pior ainda e mais danoso, porque já não mais temendo a gravidez indesejada, a mulher corre o risco de se ver ainda mais agredida e usada por esta mesma sociedade. O perigo que era a gravidez, já não mais existirá. E os abortos feitos em clínicas até continuarão. Só que agora tais clínicas estarão liberadas. E o risco de ações mal realizadas, condenarão o corpo da mulher para sempre, através da amputação de sua capacidade de procriar.
Existe o caminho da educação. Existe o caminho dos métodos contraceptivos. Que se intensifique o uso destes dois caminhos. E que aprendamos definitivamente que direitos não podem simplesmente ser defendidos sem que se preservem os limites de cada um. Não existem direitos absolutos, a exceção de um.O único direito universal a todos os seres, aquele que se justapõem a todos os demais, sem limites e sem salvaguardas ou restrições de qualquer espécie, é o direito à vida. Ao se declarar o aborto como uma de direito da mulher, está se declarando que ela tem o direito de dispor da existência de outrem. Não tem.
A grande questão é que meia dúzia de defensores da ilegalidade, no fundo o que mais desejam é fugir de responsabilidades. É alimentar a depravação social de forma cada vez mais acentuada. Tais “libertários” não passam de imorais, que querem uma sociedade selvagem e sem limites, sem lei e sem ordem , para se fazer tudo o seu instinto imbecilóide der vazão e tráfego. Se todos os mais de 6,0 bilhões de seres humanos tivessem o mesmo nível de entendimento moral, talvez quem sabe. Mas há malucos e desequilibrados demais no mundo atual, para que uma sociedade sem limites possa acontecer sem problemas. E aí, a única maneira da sociedade poder sobreviver, é o estado de limites, o estado de direitos, que até se compreende do porquê esta iniciativa de descriminalização do aborto partir do PT: para estes cretinos o único estado comportamental que reconhecem é o anárquico, o devassidão e caos total, formas que sua mente perturbada consegue absorver e entender na essência.
Porém, a sociedade brasileira, tenho plena convicção disto, é mais conservadora do que imagina a canalha petista. Duvido que uma questão como esta seja levada para uma consulta popular. A alma brasileira, por mais simples e simplória que seja, tem por tradição repelir tais conceitos modernistas, porque neles se insere um comportamento de depravação que a própria condena e repele. Repudiamos a devassidão como forma de vida social. O brasileiro, por menos cultura e formação intelectual que tenha, pode até aceitar um político corrupto e ladrão desfilando à sua porta. Porém, estejam certos, repelirá com veemência que lhe arranquem o consentimento ao assassinato intra-uterino, que no fundo é o que significa o aborto. E o que é pior: sem permitir a menor chance de defesa para quem é tão dependente de todos nós. Poderia neste ponto apelar até para religião, mas prefiro convidá-los a uma outra reflexão: mirem-se no espelho de sua casa e se imaginem como seres repelidos por suas mães no ventre ainda. Você aceitaria tal situação com tanta parcimônia ? Ou seja, você concordaria que sua mãe lhe tivesse negado o direito que você agora se arvora com direito de negar a outrem ?
Além disto adoraria conhecer as estatísticas (verdadeiras, sem maquiagem e levantadas por entidades sérias), sobre a mortalidade de mulheres fruto de aborto clandestino. Além disto, se de um lado as mulheres se desejam evitar a tal gravidez, que pratiquem o sexo com mais responsabilidade. Neste caso, a educação tanto familiar quanto escolar, deve servir de roteiro básico. E se a prática sexual não puder ser evitada, que se informe os meios anticonceptivos disponíveis e que se facilitem o seu uso. Bem como, é bom lembrar, que se a gravidez for indesejada, a lei brasileira aponta caminhos e meios da mulher se defender e se manter liberta. O que não podemos é premiar a libertinagem e falta de responsabilidade que no fundo é que o movimento petista deseja e defende.
A partir do artigo em que Reinaldo Azevedo (post anterior) comenta sobre o “Partido do Aborto”, vamos aqui externar nossa opinião porque entendemos que este assunto não deva ficar restrito às discussões de natureza política, simplesmente, deve ser amplo, abrangendo a sociedade brasileira como um todo, porque diz respeito a todos nós, ao ato de existir e a impraticabilidade de se negar o direito de outros viverem também.
Se me permitam, e antes de prosseguir, devo esclarecer que sou contra, totalmente contra, ao aborto. Entendo que a legislação brasileira já admite dois motivos suficientemente justos para que ele acontece sem caracterizar-se em crime contra à vida. Em todos os demais, o crime existe sim, e portanto, deve ser evitado.
Há quem defenda o direito da mulher quando a ter liberdade de usar seu próprio corpo da forma que lhe aprouver. Pois bem, agora me digam, quando este direito viu-se restringido ? Pode a mulher sim,k usar seu corpo com a plenitude ampla do direito. Porém, é preciso deixar clara que, este direito não pode ser confundido com o direito sobre a vida de quem ela carrega dentro de si. Toda a mulher sabe, antes de iniciar sua fase digamos pró-procriação, que se não cuidar-se, poderá engravidar. E neste caso, terá problemas com sua própria vida dali para gente. A partir dos anos 60, com o advento da pílula anti-concepcional, a mulher no mundo todo pode libertar-se do fardo de fazer sexo sem mácula, sem riscos, sem medo. E isto, sim, a libertou. Não pensem que o aborto terá este papel. Até pelo contrário. Ao negar o direito à vida, do ser que estiver carregando e gerando dentro de si, o problema passa a ser de consciência, a de que matou um ser indefeso, muitas vezes apenas por vaidade, outras vezes por leviandade, e quase sempre por irresponsabilidade.
Que a mulher use seu corpo do modo como quiser, mas se estiver gerando outra vida, este direito, convenhamos, já não poderá ser tão amplo assim. Imagine ela própria se sua mãe tivesse agido da mesma maneira: simplesmente aquela mulher não estaria viva, e portanto, não estaria reclamando um direito que não tem quando se trata de negar o mesmo direito a outro ser vivente.
Uma sociedade se faz desenvolvida e civilizada justamente pelo valores morais que cultua entre os seus cidadãos e cidadãs. O aborto, ao contrário do que muitos imaginam, só faz aumentar a promiscuidade. Aquelas que ainda guardam algum recato, pudor e decência, se sentirão livres para um comportamento cada vez mais imbecilizado. Porque é bom entendermos que civilização é a restrição cada vez maior aos instintos primitivos de cada um. E somente com civilização, com repressão aos instintos mais animalescos do ser humano, é que a nossa espécie perpetuou-se e sobreviveu . E somente com a tal “civilização” acabamos como a raça predominante diante das demais. Portanto, dizer não ao aborto, é defender a vida, é defender o direito de outro ser de ter oportunidades, de ter seu nome, sua identidade, sua existência respeitada e garantida. Chaga a ser doloroso quanto o é deprimente, ver a defesa que tantos “cegos” da descriminalização do aborto. Da mesma forma o é quando se fala em descriminalizar as drogas. A ser assim, dirá virá em que de tanta descriminalização, não haverá mais crimes a punir. Tudo será permitido. E quem perde com isso é a própria essência da vida. Não estou aqui entrando em terreno religioso. O raciocínio é feito e construído apenas a partir do senso racional de que todos têm direito à vida. Negá-la para um, mesmo que ainda no ventre de sua mãe, é negá-la para todos.
Busca-se com um discurso imbecil tentar esconder o fracasso da sociedade brasileira em educar-se e corrigir-se nas suas questões mais básicas. Se o estado não consegue evitar que o tráfico de drogas continue a infestar a sociedade brasileira corrompendo-a torpemente, então descriminalize-se as drogas. Se o estado não consegue evitar que o aborto criminoso seja realizada, e ainda é mais incompetente a sociedade por não saber suas jovens e meninas quanto aos perigos da sexualidade praticada sem responsabilidade, descriminalize-se tudo isso que o problema por mágica desaparece. Errado. O efeito será pior ainda e mais danoso, porque já não mais temendo a gravidez indesejada, a mulher corre o risco de se ver ainda mais agredida e usada por esta mesma sociedade. O perigo que era a gravidez, já não mais existirá. E os abortos feitos em clínicas até continuarão. Só que agora tais clínicas estarão liberadas. E o risco de ações mal realizadas, condenarão o corpo da mulher para sempre, através da amputação de sua capacidade de procriar.
Existe o caminho da educação. Existe o caminho dos métodos contraceptivos. Que se intensifique o uso destes dois caminhos. E que aprendamos definitivamente que direitos não podem simplesmente ser defendidos sem que se preservem os limites de cada um. Não existem direitos absolutos, a exceção de um.O único direito universal a todos os seres, aquele que se justapõem a todos os demais, sem limites e sem salvaguardas ou restrições de qualquer espécie, é o direito à vida. Ao se declarar o aborto como uma de direito da mulher, está se declarando que ela tem o direito de dispor da existência de outrem. Não tem.
A grande questão é que meia dúzia de defensores da ilegalidade, no fundo o que mais desejam é fugir de responsabilidades. É alimentar a depravação social de forma cada vez mais acentuada. Tais “libertários” não passam de imorais, que querem uma sociedade selvagem e sem limites, sem lei e sem ordem , para se fazer tudo o seu instinto imbecilóide der vazão e tráfego. Se todos os mais de 6,0 bilhões de seres humanos tivessem o mesmo nível de entendimento moral, talvez quem sabe. Mas há malucos e desequilibrados demais no mundo atual, para que uma sociedade sem limites possa acontecer sem problemas. E aí, a única maneira da sociedade poder sobreviver, é o estado de limites, o estado de direitos, que até se compreende do porquê esta iniciativa de descriminalização do aborto partir do PT: para estes cretinos o único estado comportamental que reconhecem é o anárquico, o devassidão e caos total, formas que sua mente perturbada consegue absorver e entender na essência.
Porém, a sociedade brasileira, tenho plena convicção disto, é mais conservadora do que imagina a canalha petista. Duvido que uma questão como esta seja levada para uma consulta popular. A alma brasileira, por mais simples e simplória que seja, tem por tradição repelir tais conceitos modernistas, porque neles se insere um comportamento de depravação que a própria condena e repele. Repudiamos a devassidão como forma de vida social. O brasileiro, por menos cultura e formação intelectual que tenha, pode até aceitar um político corrupto e ladrão desfilando à sua porta. Porém, estejam certos, repelirá com veemência que lhe arranquem o consentimento ao assassinato intra-uterino, que no fundo é o que significa o aborto. E o que é pior: sem permitir a menor chance de defesa para quem é tão dependente de todos nós. Poderia neste ponto apelar até para religião, mas prefiro convidá-los a uma outra reflexão: mirem-se no espelho de sua casa e se imaginem como seres repelidos por suas mães no ventre ainda. Você aceitaria tal situação com tanta parcimônia ? Ou seja, você concordaria que sua mãe lhe tivesse negado o direito que você agora se arvora com direito de negar a outrem ?
Além disto adoraria conhecer as estatísticas (verdadeiras, sem maquiagem e levantadas por entidades sérias), sobre a mortalidade de mulheres fruto de aborto clandestino. Além disto, se de um lado as mulheres se desejam evitar a tal gravidez, que pratiquem o sexo com mais responsabilidade. Neste caso, a educação tanto familiar quanto escolar, deve servir de roteiro básico. E se a prática sexual não puder ser evitada, que se informe os meios anticonceptivos disponíveis e que se facilitem o seu uso. Bem como, é bom lembrar, que se a gravidez for indesejada, a lei brasileira aponta caminhos e meios da mulher se defender e se manter liberta. O que não podemos é premiar a libertinagem e falta de responsabilidade que no fundo é que o movimento petista deseja e defende.
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Portanto, o mote da campanha petista pelo aborto não faz sentido, uma vez que a liberdade de um não pode ser restringida a de outro. A mulher é livre para dispor de seu próprio corpo. Disto ninguém discute e não se coloca empecilhos de nenhuma natureza. Porém, esta libertação não pode ir além de impedir que outro ser, já nascido, em gestação e formação, com sentimentos, pleno de vida sim, tenha o seu direito de viver negado. A liberdade da mulher neste casso será não de dispor de seu corpo, mas o de negar o direito de alguém viver. E isto pode ser tudo, menos libertação. O assassinato intra-uterino, que é o se discute no fundo da questão do aborto, a ninguém é consentido. E como tal deve ser mantido. A menos é claro que para esta gente, a vida tenha passado a ser coisa de menor importância...
Portanto, o mote da campanha petista pelo aborto não faz sentido, uma vez que a liberdade de um não pode ser restringida a de outro. A mulher é livre para dispor de seu próprio corpo. Disto ninguém discute e não se coloca empecilhos de nenhuma natureza. Porém, esta libertação não pode ir além de impedir que outro ser, já nascido, em gestação e formação, com sentimentos, pleno de vida sim, tenha o seu direito de viver negado. A liberdade da mulher neste casso será não de dispor de seu corpo, mas o de negar o direito de alguém viver. E isto pode ser tudo, menos libertação. O assassinato intra-uterino, que é o se discute no fundo da questão do aborto, a ninguém é consentido. E como tal deve ser mantido. A menos é claro que para esta gente, a vida tenha passado a ser coisa de menor importância...