terça-feira, abril 10, 2007

TOQUEDEPRIMA...

Mansão para Ana Júlia

Rainha do nepotismo que nomeou parentes, sua cabeleireira e a esteticista como "assessoras especiais", a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), também aprecia uma mordomia. Seu antecessor saiu da residência oficial da Granja do Icuí antes do prazo, para que ela a ocupasse logo, mas Ana Júlia torceu o nariz: faz o contribuinte pagar para ela o aluguel de uma mansão no "Cristalville", o condomínio mais luxuoso de Belém.

O vice-governador do Pará, Odair Corrêa (PSB), mora no Crowne Plaza, o melhor cinco estrelas de Belém, e também vai para o luxuoso "Cristalville".

Nepotista assumida, a governadora Ana Júlia não cumpre o ultimato do Ministério Público do Pará de demitir os parentes que infestam seu governo.

COMENTANDO A NOTICIA: No boletim do TOQUEDEPRIMA anterior, comentando sobre os cargos comissionados em poder dos petistas, já deixamos claro que, o que petista mais adora é de uma boca rica à custa do contribuinte. A governadora Ana Júlia não foge à regra. A mediocridade desta gente aliada à sua ganância associada à sordidez com que tratam as finanças públicas, deveriam ser motivo de deposição. Mas num país em que o STF jamais CONDENA político algum, porque também o Judiciário nosso de cada dia se beneficia destes “privilégios” imorais, a conta sempre sobra para quem realmente trabalha neste país para sustentar este bando de canalhas vagabundos.


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12º lugar no ranking dos investimentos externos

No que se refere aos investimentos externos à economia brasileira, o País foi o 12ª maior destino entre 2003 e 2005 de recursos estrangeiros. No ranking, os norte-americanos são os primeiros, seguido pelo Reino Unido e China. Os investimentos registraram US$ 10 bilhões em 2003, US$ 18 bilhões em 2004 e US$ 15 bilhões em 2005. Os valores são bem superiores ao volume registrado em 1992, quando o País recebeu apenas US$ 2 bilhões em investimentos. Mas longe dos US$ 32 bilhões registrados em 2000.

No total, os estoques de investimentos estrangeiros no Brasil até 2005 somaram US$ 180 bilhões, contra US$ 536 bilhões na China e US$ 6,7 trilhões nos países ricos. Segundo a OCDE, o Brasil está entre os 20 maiores investidores no exterior entre 2003 e 2005. As empresas brasileiras ainda têm estoques de US$ 69 bilhões investidos no exterior, contra US$ 107 bilhões da Rússia e US$ 2,3 trilhões dos Estados Unidos.

No que se refere ao comércio, a OCDE destaca que o Brasil apresentou o menor crescimento em termos de importações entre 1992 e 2005. Os demais países emergentes como China, Índia, Turquia e México estiveram entre os que mais incrementaram suas compras nesse período. Mesmo os países ricos tiveram um aumento de importação bem superior ao do Brasil.

De outro lado, o Brasil apresentou o oitavo maior crescimento de exportações entre os 35 países avaliados. Não por acaso, em 2005, o País somou o oitavo maior superávit do mundo, com US$ 40 bilhões. A líder foi a Alemanha, com US$ 200 bilhões, seguido por China e Rússia.

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A saída é o Galeão
Jornal do Brasil

A melhor saída é o Galeão. A frase, usual nos tempos da ditadura militar, é agora repetida por pilotos da aviação civil, como Alexandre Moraes, que, afrontados com o encolhimento do mercado brasileiro, decidiram tentar a sorte no exterior.

Moraes, ex-piloto da Varig, fará parte dos "expatriados" e segue este mês para a Ásia. Deixa para trás alguns meses de desocupação, desde a venda da Varig no leilão judicial do ano passado, no qual cerca de 9 mil empregados foram defenestrados e apenas 2 mil foram incorporados à empresa surgida da recuperação judicial. Seu desejo é recuperar parte do patrimônio perdido nos meses em que ficou desempregado e precisou vender bens para tocar a vida.
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- No caso dos pilotos, eles ainda têm o mercado externo, onde os salários são crescentes com o aquecimento da economia. Mas no caso dos idosos e dos comissários, as chances de recuperar o que perderam são menores. É uma grande maldade. Quem vai responder por isso ? - pergunta, perplexo.

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Sem-terra querem inclusão de reforma agrária no PAC
Ângela Lacerda, Estadão online

RECIFE - Cerca de 300 trabalhadores sem-terra ligados à Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar no Estado (Fetraf-PE) ocuparam três propriedades em Pernambuco neste domingo, 8. A mobilização faz parte da Jornada Nacional da Agricultura Familiar, coordenada pela Fetraf-Brasil, que planeja inserir a desapropriação de terras improdutivas, programas de crédito e assistência ao pequeno agricultor dentro do Programa de Aceleração do crescimento (PAC), nas negociações do dia 1º de maio.

"O PAC pode ser louvável, mas para nós ele é uma falência se não incluir a reforma agrária", afirma o coordenador da Fetraf em Pernambuco, João Santos. "Um real crescimento começa no campo, com reforma agrária". Ele destaca que mais de 5 milhões de famílias brasileiras vivem "sem-terra, sem-teto e sem-cidadania".

Neste domingo foram ocupadas a Fazenda Santa Rosa, em Riacho das Almas, no agreste; a Fazenda Canto Escuro, em Sertânia, no sertão; e o Engenho Cristina, em Vitória de Santo Antão, na zona da mata. De acordo com a Fetraf, as áreas ocupadas estão abandonadas.

Juntas, as propriedades somam mais de 8 mil hectares. Não houve conflito nas ações. Incluindo as oito áreas ocupadas em 2007, a Fetraf-PE coordena 88 acampamentos no Estado, além de 32 assentamentos. Desde o início de abril o movimento promoveu oito ocupações; a meta é chegar a 40 até o fim do mês.

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Celulares viram lixo antes do tempo
Do G1, com informações do Jornal Nacional

O brasileiro está trocando de celular mais rápido do que se esperava. E nem todo mundo sabe o que deve fazer com os aparelhos antigos.

Basta olhar as vitrines, é um lançamento atrás do outro. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Eletro-Eletrônicos 33% dos celulares vendidos no país hoje são comprados por quem já tem um. A tentação diminui o tempo de uso dos aparelhos.
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“Brasileiro em si quer ter um celular que vai dar status para ele”, diz o gerente de uma loja de celulares, Hélio Dias.
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Para as baterias existe um destino previsto. Uma lei determina que sejam recolhidas pelo fabricante. A medida é para evitar contaminação do Meio Ambiente, porque elas contêm material tóxico.
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Alguns fabricantes têm postos de coletas nas oficinas autorizadas. Outros recebem as baterias nas lojas. “A gente recebe a bateria e manda para a fábrica. O celular depende do cliente”, conta o gerente.
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Os telefones aposentados são mais plástico e metal para os aterros sanitários. O geógrafo Fernando Leite alerta para a necessidade de se pensar na natureza antes de transformar um aparelho em sucata muito cedo.
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“Você tem um produto com a vida útil de dez anos e que, às vezes, ele é usado durante seis meses. Ela se transforma em lixo muito antes do que realmente deve”, aponta o ambientalista.