Redecker: "Chávez é presidente-ditador"
O líder da Minoria na Câmara Federal, deputado Júlio Redecker (PSDB-RS), apresentou requerimento na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, solicitando moção de repúdio aos atos do presidente venezuelano Hugo Chávez, que cassou a concessão da maior e mais popular emissora de televisão de seu país, a RCTV. “Enfim, Hugo Chávez mostra sua verdadeira face, que não tem nada de democrática”, afirmou na tribuna. “A revolução bolivariana, como gosta de propagandear o dirigente venezuelano, é baseada no controle do Estado sobre todas as atividades do país, sem promoção humana e brutal aumento da dependência da população de repasses do governo. É preciso deixar claro que o regime de Chávez não interessa aos brasileiros porque seu conceito de democracia está longe do que entendemos por democracia”, sentenciou Redecker.
O líder da Minoria na Câmara Federal, deputado Júlio Redecker (PSDB-RS), apresentou requerimento na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, solicitando moção de repúdio aos atos do presidente venezuelano Hugo Chávez, que cassou a concessão da maior e mais popular emissora de televisão de seu país, a RCTV. “Enfim, Hugo Chávez mostra sua verdadeira face, que não tem nada de democrática”, afirmou na tribuna. “A revolução bolivariana, como gosta de propagandear o dirigente venezuelano, é baseada no controle do Estado sobre todas as atividades do país, sem promoção humana e brutal aumento da dependência da população de repasses do governo. É preciso deixar claro que o regime de Chávez não interessa aos brasileiros porque seu conceito de democracia está longe do que entendemos por democracia”, sentenciou Redecker.
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“Liberdade de expressão, promoção humana, respeito à iniciativa privada e à sociedade civil são valores que não fazem parte do dia-a-dia do presidente-ditador. Precisamos estar atentos, pois a Venezuela, ao ser aceita como membro pleno do Mercosul, terá que respeitar a regra básica de ingresso: o bloco tem como princípio o respeito à liberdade e à democracia, a chamada cláusula democrática. Sem isso não haverá Mercosul e, sobretudo, democracia na América do Sul”, avisou o líder da Minoria.
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“Não tenho como provar pagamentos”, diz Calheiros
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira que não pode provar as transferências bancárias realizadas para o pagamento de despesas com a filha que tem com a jornalista Mônica Veloso, antes do reconhecimento da criança.
“Liberdade de expressão, promoção humana, respeito à iniciativa privada e à sociedade civil são valores que não fazem parte do dia-a-dia do presidente-ditador. Precisamos estar atentos, pois a Venezuela, ao ser aceita como membro pleno do Mercosul, terá que respeitar a regra básica de ingresso: o bloco tem como princípio o respeito à liberdade e à democracia, a chamada cláusula democrática. Sem isso não haverá Mercosul e, sobretudo, democracia na América do Sul”, avisou o líder da Minoria.
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“Não tenho como provar pagamentos”, diz Calheiros
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira que não pode provar as transferências bancárias realizadas para o pagamento de despesas com a filha que tem com a jornalista Mônica Veloso, antes do reconhecimento da criança.
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“Eu não tenho como provar (os pagamentos) porque não era uma relação oficial. A partir do momento que assumi (a filha) tenho os comprovantes”, disse Calheiros, após almoço com o presidente Lula e o secretário-geral do Partido Comunista do Vietnã, Nong Due Manh.
“Eu não tenho como provar (os pagamentos) porque não era uma relação oficial. A partir do momento que assumi (a filha) tenho os comprovantes”, disse Calheiros, após almoço com o presidente Lula e o secretário-geral do Partido Comunista do Vietnã, Nong Due Manh.
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A documentação apresentada por Calheiros no plenário do Senado, na segunda-feira, não comprovava a origem dos gastos citados em seu discurso, incluindo a “assistência à gestante”. Além disso, não há citação dos R$ 100 mil de um fundo para “despesas futuras”, nem de recibos de aluguéis que o senador diz ter pago a jornalista.
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RCTV: Lula diz que Chávez é soberano. PT apóia ditador
Após sair de uma reunião com o secretário-geral do Partido Comunista do Vietnã, Nong Duc Manh, o presidente Lula disse que Hugo Chávez é soberano para fechar canais de televisão, e que não vai comentar a decisão do amigo.
A documentação apresentada por Calheiros no plenário do Senado, na segunda-feira, não comprovava a origem dos gastos citados em seu discurso, incluindo a “assistência à gestante”. Além disso, não há citação dos R$ 100 mil de um fundo para “despesas futuras”, nem de recibos de aluguéis que o senador diz ter pago a jornalista.
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RCTV: Lula diz que Chávez é soberano. PT apóia ditador
Após sair de uma reunião com o secretário-geral do Partido Comunista do Vietnã, Nong Duc Manh, o presidente Lula disse que Hugo Chávez é soberano para fechar canais de televisão, e que não vai comentar a decisão do amigo.
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“O que o Brasil tem a ver com a concessão da Venezuela a uma TV? É um problema da legislação e do governo da Venezuela”, afirmou Lula. O presidente disse que não quer que outros chefes-de-estado dêem palpites nas coisas do Brasil, por isso não comenta o que é relativo aos países vizinhos.
“O que o Brasil tem a ver com a concessão da Venezuela a uma TV? É um problema da legislação e do governo da Venezuela”, afirmou Lula. O presidente disse que não quer que outros chefes-de-estado dêem palpites nas coisas do Brasil, por isso não comenta o que é relativo aos países vizinhos.
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No entanto, a direção nacional do PT, partido de Lula, e o PSOL assinaram um manifesto, que foi entregue à embaixada da Venezuela, apoiando a atitude de Chávez de fechar a RCTV. O MST, o MPNB (Movimento dos Pastores Negros do Brasil), o Círculo Bolivariano de Brasília e a Central de Movimentos Populares do Brasil também se declararam favoráveis à decisão do venezuelano.
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Crime em terra, ameaça nos céus
Jornal do Brasil
Com a chegada do mês de junho cresce em todo o país a ameaça dos balões das festas juninas. Mascarada sob o manto de hábito inofensivo e incorporada ao folclore nacional, a prática de fabricar e soltar balões implica, em verdade, crime previsto em lei desde 1998.
Em vôo, os artefatos representam uma dificuldade a mais no tumultuado céu brasileiro e potencializam os riscos de acidentes. Invisíveis aos radares de solo e de bordo, flutuam a distâncias pouco seguras de aeronaves comerciais.
Na queda, sempre descontrolada, são responsáveis por incêndios em áreas verdes e instalações industriais - contrariando o que dizem os baloeiros, estatísticas da Refinaria de Duque de Caxias acusam que dois em cada três balões caem acesos.
Em março, a Secretaria de Meio Ambiente anunciou a liberação de recursos para o reaparelhamento técnico da Coordenação Integrada de Combate a Crimes Ambientais, responsável por coibir a prática no Estado. Junho se avizinha e a promessa ainda não se cumpriu.
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Banco Mundial prevê desaceleração do crescimento na América Latina
O Banco Mundial (Bird) divulgou nesta terça-feira o relatório Fluxos Mundiais de Financiamento para o Desenvolvimento 2007, em que prevê desaceleração no crescimento da América Latina para os próximos anos. A expectativa é de que o PIB (Produto Interno Bruto) regional cresça 4,8% neste ano e chegue a 3,9% em 2009, valores abaixo dos 5,6% de 2006.
No entanto, a direção nacional do PT, partido de Lula, e o PSOL assinaram um manifesto, que foi entregue à embaixada da Venezuela, apoiando a atitude de Chávez de fechar a RCTV. O MST, o MPNB (Movimento dos Pastores Negros do Brasil), o Círculo Bolivariano de Brasília e a Central de Movimentos Populares do Brasil também se declararam favoráveis à decisão do venezuelano.
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Crime em terra, ameaça nos céus
Jornal do Brasil
Com a chegada do mês de junho cresce em todo o país a ameaça dos balões das festas juninas. Mascarada sob o manto de hábito inofensivo e incorporada ao folclore nacional, a prática de fabricar e soltar balões implica, em verdade, crime previsto em lei desde 1998.
Em vôo, os artefatos representam uma dificuldade a mais no tumultuado céu brasileiro e potencializam os riscos de acidentes. Invisíveis aos radares de solo e de bordo, flutuam a distâncias pouco seguras de aeronaves comerciais.
Na queda, sempre descontrolada, são responsáveis por incêndios em áreas verdes e instalações industriais - contrariando o que dizem os baloeiros, estatísticas da Refinaria de Duque de Caxias acusam que dois em cada três balões caem acesos.
Em março, a Secretaria de Meio Ambiente anunciou a liberação de recursos para o reaparelhamento técnico da Coordenação Integrada de Combate a Crimes Ambientais, responsável por coibir a prática no Estado. Junho se avizinha e a promessa ainda não se cumpriu.
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Banco Mundial prevê desaceleração do crescimento na América Latina
O Banco Mundial (Bird) divulgou nesta terça-feira o relatório Fluxos Mundiais de Financiamento para o Desenvolvimento 2007, em que prevê desaceleração no crescimento da América Latina para os próximos anos. A expectativa é de que o PIB (Produto Interno Bruto) regional cresça 4,8% neste ano e chegue a 3,9% em 2009, valores abaixo dos 5,6% de 2006.
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"A projetada desaceleração na atividade global deve reduzir a demanda pelas matérias-primas, resultando em um declínio modesto dos seus preços e em um crescimento mais lento", informou o relatório do Banco.
"A projetada desaceleração na atividade global deve reduzir a demanda pelas matérias-primas, resultando em um declínio modesto dos seus preços e em um crescimento mais lento", informou o relatório do Banco.
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O estudo sugere que o Brasil deve ter crescimento médio de 4,1% nos próximos três anos, devido aos investimentos de US$ 240 bilhões prometidos até 2010 pelo governo federal no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em conjunto com o manejo adequado da dívida e da política monetária.O Bird também alerta para a redução do crescimento dos Estados Unidos, o que pode afetar o desempenho das exportações dos países latinos e do Caribe. No entanto, o estudo afirma que a América Latina atualmente é mais resistente a influências negativas da economia mundial do que era em anos anteriores, uma vez que a maioria dos países adotou medidas para reestruturar e reduzir suas dívidas e buscou aumentar suas reservas internacionais.
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ACM cai no Congresso e vai para o Incor
Maria Clara Cabral, Redação Terra
Ao deixar o Plenário do Senado nesta terça-feira, o senador Antônio Carlos Magalhães (Democratas-BA) sentiu-se fraco e caiu em frente à porta de seu gabinete. Segundo o senador Renato Casagrande (PSB-ES), que estava com ele, ACM disse que tomou um medicamento pela manhã que o deixou tonto. O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) disse que ele seguiu para o Incor de Brasília, onde fará exames.
ACM ficou alguns minutos no chão e disse não lembrar do nome do medicamento. Ele foi encaminhado para o setor médico do Congresso, onde passou por exames de pressão e glicose, e, em seguida, saiu andando de seu gabinete.
O senador esteve internado no Incor de São Paulo em abril por causa de um descompensação cardíaca. Ele também havia sido internado no dia 7 de março apresentando quadro de pneumonia.
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Portas de saída
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo
"O discurso de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado foi cuidadosamente construído na tentativa de evitar desmentidos irrespondíveis. Mirou-se, assim, na história de ex-colegas como José Roberto Arruda (DEM-DF), que caiu por ter mentido em plenário.
Estruturado por advogados, o pronunciamento menciona novas cifras para a ajuda financeira dada à filha que Renan reconheceu em 2005, mas não contesta as que já estavam na praça. Ao agradecer ao amigo Cláudio Gontijo, que "intermediou seu apoio", Renan não esclareceu qual teria sido a participação do lobista da Mendes Júnior depois que a pensão passou a ser descontada de seu contracheque de senador. Por fim, nenhuma palavra sobre a denúncia de que Gontijo teria ajudado a financiar suas campanhas eleitorais."
O estudo sugere que o Brasil deve ter crescimento médio de 4,1% nos próximos três anos, devido aos investimentos de US$ 240 bilhões prometidos até 2010 pelo governo federal no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em conjunto com o manejo adequado da dívida e da política monetária.O Bird também alerta para a redução do crescimento dos Estados Unidos, o que pode afetar o desempenho das exportações dos países latinos e do Caribe. No entanto, o estudo afirma que a América Latina atualmente é mais resistente a influências negativas da economia mundial do que era em anos anteriores, uma vez que a maioria dos países adotou medidas para reestruturar e reduzir suas dívidas e buscou aumentar suas reservas internacionais.
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ACM cai no Congresso e vai para o Incor
Maria Clara Cabral, Redação Terra
Ao deixar o Plenário do Senado nesta terça-feira, o senador Antônio Carlos Magalhães (Democratas-BA) sentiu-se fraco e caiu em frente à porta de seu gabinete. Segundo o senador Renato Casagrande (PSB-ES), que estava com ele, ACM disse que tomou um medicamento pela manhã que o deixou tonto. O senador Papaléo Paes (PSDB-AP) disse que ele seguiu para o Incor de Brasília, onde fará exames.
ACM ficou alguns minutos no chão e disse não lembrar do nome do medicamento. Ele foi encaminhado para o setor médico do Congresso, onde passou por exames de pressão e glicose, e, em seguida, saiu andando de seu gabinete.
O senador esteve internado no Incor de São Paulo em abril por causa de um descompensação cardíaca. Ele também havia sido internado no dia 7 de março apresentando quadro de pneumonia.
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Portas de saída
Da coluna Painel da Folha de S.Paulo
"O discurso de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado foi cuidadosamente construído na tentativa de evitar desmentidos irrespondíveis. Mirou-se, assim, na história de ex-colegas como José Roberto Arruda (DEM-DF), que caiu por ter mentido em plenário.
Estruturado por advogados, o pronunciamento menciona novas cifras para a ajuda financeira dada à filha que Renan reconheceu em 2005, mas não contesta as que já estavam na praça. Ao agradecer ao amigo Cláudio Gontijo, que "intermediou seu apoio", Renan não esclareceu qual teria sido a participação do lobista da Mendes Júnior depois que a pensão passou a ser descontada de seu contracheque de senador. Por fim, nenhuma palavra sobre a denúncia de que Gontijo teria ajudado a financiar suas campanhas eleitorais."