quinta-feira, novembro 30, 2006

TOQUEDEPRIMA...

Espetáculo de mediocridade !
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PIB brasileiro cresce 0,5% no terceiro trimestre, mostra IBGE
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Fonte: INVERTIA
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A economia brasileira cresceu 0,5% no terceiro trimestre do ano em relação aos três meses imediatamente anteriores, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.
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Em relação ao mesmo período do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 3,2%.
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O mercado previa expansão de 0,56% no período de julho a setembro frente ao trimestre anterior (de abril a junho). Na comparação anual, a projeção era de taxa de crescimento de 3,4%.
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De abril a junho - no segundo trimestre -, a economia cresceu apenas 0,5% frente ao trimestre imediatamente anterior. O desempenho tímido da indústria que mais pesou sobre o PIB do Brasil no período.
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Segundo Débora Nogueira, economista da Rosenberg e Associados, o resultado está dentro da expectativa do mercado, mas não é bom e confirma a previsão de um PIB fraco no ano, estimado em 2,8%. Para 2007, diz ela, o prognóstico é de 3,2%. "Para melhorar bem e seguir rumo aos 5% que o governo fala, nós precisaríamos de reformas que não vemos acontecendo no curto prazo."
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Fabio Knijni, da BES Investimentos, diz que não há nenhum "espetáculo de crescimento". "A tendência é ainda ter desempenho fraco, melhorando no ano que vem", afirma.
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Sobrou para os aposentados !
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Governo vai mexer na aposentadoria dos servidores
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O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, confirmou ontem que o governo federal irá realizar mudanças nas regras para aposentadoria do funcionalismo público, dias após o titular da Fazenda, Guido Mantega, e o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizarem que não haveria reformas no sistema previdenciário, apenas ajustes de gestão. As alterações propostas, que têm o objetivo de acelerar o crescimento da economia, não deverão atingir a iniciativa privada.
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"A regulamentação da reforma do setor público está entre as medidas que apresentamos ao presidente (...). Acredito que o presidente Lula enviará o projeto ao Congresso em fevereiro", disse Paulo Bernardo ao jornal Folha de S.Paulo.
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Uma das principais mudanças a ser enviadas pelo governo Lula à apreciação dos parlamentares é a definição de um teto para as aposentadorias dos servidores públicos, que não poderá ultrapassar o total pago pelo INSS a trabalhadores do setor privado. O teto atual geral é de de R$ 2.801,56 - os funcionários públicos terão, segundo os planos do governo, de contribuir com até 11% desse valor, a exemplo do que já ocorre com a iniciativa privada.
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De acordo com a Folha, os servidores interessados em obter uma renda extra teriam à disposição um fundo de previdência complementar, para o qual servidores e governo repassariam de 6% a 7% do salário de cada funcionário público. O valor a ser recebido na aposentadoria, de acordo com a proposta, dependeria dos rendimentos obtidos pelo gestor do fundo ao longo do período de investimento. Seria um "regime misto" de previdência, opcional.
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As mudanças mas regras de aposentadoria do funcionalismo público já tinham sido aprovadas pelo Congresso em 2003, mas nunca tiveram regulamentação do governo federal. Até agora, a única medida em vigor é a cobrança dos 11% de contribuição sobre o vencimento dos servidores inativos, que está valendo desde 2004.
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Redação Terra
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Caixa: a conta é nossa
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Cláudio Humberto
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Quinhentos funcionários da Caixa, a maioria auditores, ocupam por conta do contribuinte o luxuoso resort Costão do Santinho, em Santa Catarina, de segunda (27) até sábado (2). Oficialmente, a rapaziada discute “integração e planejamento de ações para 2007”. O quarto duplo no resort custa R$ 621 e o festivo workshop pode chegar a R$ 2 milhões.
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Ímpunes até quando !!!
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MST planeja invasão de prédios públicos em 2007
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Vagner MagalhãesDireto de São Paulo
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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promete não dar trégua ao governo Lula durante o segundo mandato do presidente, que se inicia em 2007. De acordo com João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do movimento, os primeiros quatro anos do governo petista deixaram a desejar no setor de reforma agrária. Uma das estratégias de pressão, segundo ele, será a ocupação de prédios públicos.
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"Os movimentos sociais vão ter de ir para a luta. Vão ter de fazer o que não fizeram nestes quatro anos, que é ocupar prédios públicos. Pode aumentar o enfrentamento e a crítica, coisa que não teve nestes primeiros quatro anos, disse Rodrigues.
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Segundo ele, a relação com o governo Lula é boa, mas não será isso que fará a diferença nas negociações. "Nós do MST vamos ajudar a potencializar todas as lutas, no campo e na cidade. O que orienta a nossa prática vai ser um programa e não mais as boas relações que nós temos com o governo Lula. Então o Lula vai ter de fazer uma escolha. O governo Lula está devendo para os movimentos sociais e na reforma agrária a dívida continua grande", diz.
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Rodrigues esteve nesta quinta-feira em São Paulo no lançamento do relatório sobre os direitos humanos no Brasil em 2006. O relatório avalia que em 2006 - entre janeiro e agosto - os números das ações dos movimentos sociais e os números da violência no campo diminuíram.
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De janeiro a agosto do ano passado, 29 pessoas foram assassinadas no campo. No mesmo período deste ano, foi registrada a queda de 18,7% em número de mortes.
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O número que mais cresceu foi o de prisões, que teve um acréscimo de 351,20%. Esse número se explica pela prisão dos militantes do MLST (Movimento de Libertação dos Sem Terra), depois da invasão do prédio da Câmara dos deputados. Os dados são da Comissão da Pastoral da Terra.
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Redação Terra