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Avaliação do PMDB
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A avaliação é do ministro Tarso Genro sobre a participação do partido no governo de coalizão. Segundo ele, PMDB é o mais forte, do ponto de vista de bancada
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Sandra Hahn – Estadão
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PORTO ALEGRE - O ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro, avaliou nesta sexta-feira que o PMDB "está se tornando aquilo de que a sociedade brasileira precisa, um partido centrista, progressista e democrático", ao comentar o fato de a legenda ter aprovado participar do governo de coalizão em montagem pelo Planalto.
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Tarso observou que o PMDB é o partido mais forte da coalização, do ponto de vista de bancada, numa referência ao fato de a legenda ter conquistado na eleição deste ano o maior número de deputados na Câmara. Depois vem o PT, situou Genro, dizendo que os dois "terão espaços muito fortes no governo".
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Ao avaliar a participação dos partidos no governo, Genro disse que "os espaços institucionais não podem ser medidos pelo número de cargos". O cálculo é "pela força que têm esses cargos em sua relação com as medidas econômicas e de políticas públicas que o governo está tomando para o próximo período", conforme ele.
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O ministro salientou em dois momentos, em entrevista e durante reunião com prefeitos que teve na Assembléia Legislativa gaúcha, a chamada "porta de saída" do Bolsa Família. Conforme Genro, este item e os sete pontos de coalizão serão chaves para a formação do Ministério.
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Questionado em entrevista, Genro voltou a comentar as declarações do ex-ministro Ciro Gomes, que criticou o baixo crescimento econômico e a Petrobras nas negociações com o Ceará para fornecer gás a uma usina siderúrgica no Estado. "Ciro está verbalizando de acordo com interesses regionais e com as funções políticas que ele tem no Nordeste", declarou Genro.
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"É uma situação facilmente solucionável pelo diálogo", acrescentou, dizendo que as críticas não tem "nenhum significado negativo na sua relação (de Ciro) com o governo". O ministro voltou a afirmar que, em uma frente heterogênea como a que o governo está formando, sempre haverá pontos de vista diferentes.
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O ministro também reiterou que o desempenho da economia - com crescimento de 0,5% do terceiro trimestre, ante o segundo - não surpreende. O mais importante, afirmou ele, é a orientação para as medidas que irão sustentar um crescimento de 5% em 2007. Ele também observou que a renda da população de menor poder aquisitivo cresceu em ritmo "chinês" de 8%.
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Sobre as negociações com o Rio Grande do Sul em torno da dívida com a União, Genro disse que a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está aberta para receber o governador Germano Rigotto (PMDB), mas previu que deve haver uma reunião quando for concluída análise feita por um grupo de trabalho designado especialmente para isso. Genro afirmou também que não tratou com o presidente sobre sua possível ida para o Ministério da Justiça em 2007.
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INSS divulga tabela que reduz valor das aposentadorias
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da Folha Online
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Sandra Hahn – Estadão
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PORTO ALEGRE - O ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro, avaliou nesta sexta-feira que o PMDB "está se tornando aquilo de que a sociedade brasileira precisa, um partido centrista, progressista e democrático", ao comentar o fato de a legenda ter aprovado participar do governo de coalizão em montagem pelo Planalto.
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Tarso observou que o PMDB é o partido mais forte da coalização, do ponto de vista de bancada, numa referência ao fato de a legenda ter conquistado na eleição deste ano o maior número de deputados na Câmara. Depois vem o PT, situou Genro, dizendo que os dois "terão espaços muito fortes no governo".
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Ao avaliar a participação dos partidos no governo, Genro disse que "os espaços institucionais não podem ser medidos pelo número de cargos". O cálculo é "pela força que têm esses cargos em sua relação com as medidas econômicas e de políticas públicas que o governo está tomando para o próximo período", conforme ele.
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O ministro salientou em dois momentos, em entrevista e durante reunião com prefeitos que teve na Assembléia Legislativa gaúcha, a chamada "porta de saída" do Bolsa Família. Conforme Genro, este item e os sete pontos de coalizão serão chaves para a formação do Ministério.
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Questionado em entrevista, Genro voltou a comentar as declarações do ex-ministro Ciro Gomes, que criticou o baixo crescimento econômico e a Petrobras nas negociações com o Ceará para fornecer gás a uma usina siderúrgica no Estado. "Ciro está verbalizando de acordo com interesses regionais e com as funções políticas que ele tem no Nordeste", declarou Genro.
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"É uma situação facilmente solucionável pelo diálogo", acrescentou, dizendo que as críticas não tem "nenhum significado negativo na sua relação (de Ciro) com o governo". O ministro voltou a afirmar que, em uma frente heterogênea como a que o governo está formando, sempre haverá pontos de vista diferentes.
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O ministro também reiterou que o desempenho da economia - com crescimento de 0,5% do terceiro trimestre, ante o segundo - não surpreende. O mais importante, afirmou ele, é a orientação para as medidas que irão sustentar um crescimento de 5% em 2007. Ele também observou que a renda da população de menor poder aquisitivo cresceu em ritmo "chinês" de 8%.
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Sobre as negociações com o Rio Grande do Sul em torno da dívida com a União, Genro disse que a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está aberta para receber o governador Germano Rigotto (PMDB), mas previu que deve haver uma reunião quando for concluída análise feita por um grupo de trabalho designado especialmente para isso. Genro afirmou também que não tratou com o presidente sobre sua possível ida para o Ministério da Justiça em 2007.
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INSS divulga tabela que reduz valor das aposentadorias
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da Folha Online
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O Ministério da Previdência divulgou no final da tarde desta sexta a tabela do fator previdenciário que começou a valer hoje, alterada pelo aumento da expectativa de vida do brasileiro.
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A tabela pode ser acessada no site da Previdência. Com ela, o segurado pode multiplicar a média do rendimento mensal pelo número correspondente à idade e ao tempo de contribuição para saber de quanto seria o seu benefício se a aposentadoria fosse solicitada hoje.
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Por exemplo: um segurado de 57 anos de idade e 37 anos de tempo de contribuição tinha, até ontem fator previdenciário igual a 0,843. A partir de hoje, esse número cai para 0,840.
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Na prática, se ele tem rendimento mensal médio de R$ 500, seu benefício, que seria de R$ 421,91 até ontem, cairá para R$ 420,08 hoje.
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Se o rendimento médio mensal for como o teto do INSS, de R$ 2.801,82, o benefício será reduzido de R$ 2.364,24 para R$ 2.353,96.
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Fator
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O fator previdenciário é uma fórmula usada pelo governo para calcular o valor dos benefícios e leva em conta o tempo de contribuição, a idade e a expectativa de vida do segurado. Na prática, o fator previdenciário reduz o benefício de quem se aposenta antes e premia o trabalhador que contribui por mais tempo.
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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) divulgou nesta sexta-feira que a expectativa de vida do brasileiro aumentou em dois meses, pulando de 71,7 para 71,9. A tabela do fator previdenciário é refeita a cada divulgação anual do IBGE.
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O resultado, segundo Newton Conde, atuário especializado em previdência, diretor da Conde Consultoria e professor da USP, é que o trabalhador que resolver se aposentar a partir de agora receberá um benefício em média 0,44% menor daquele que ganharia até ontem. Se optar por manter o valor antigo, o brasileiro deverá trabalhar --e contribuir para a Previdência-- entre um e dois meses a mais.