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Cinco dias após o início da ação dos sem-terra no interior de São Paulo, a União Democrática Ruralista (UDR) formalizou ontem no Ministério Público Estadual (MPE) pedido de investigação sobre a participação da Central Única de Trabalhadores (CUT) nas invasões de fazendas no estado. Segundo o presidente Luiz Antonio Nabhan Garcia, o objetivo é responsabilizar judicialmente a entidade, caso fique configurada a co-autoria nas invasões, com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).
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Entre domingo e segunda-feira de carnaval, os sem-terra ligados ao líder do MST José Rainha Júnior e sindicatos invadiram 13 fazendas no Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, oeste do estado. Segundo Nabhan, ao contrário do MST, a central de trabalhadores tem personalidade jurídica e pode ser responsabilizada pelos seus atos. “Estamos levando para conhecimento do Ministério Público os crimes das invasões com a noticiada participação da CUT e pedindo providências.”
Entre domingo e segunda-feira de carnaval, os sem-terra ligados ao líder do MST José Rainha Júnior e sindicatos invadiram 13 fazendas no Pontal do Paranapanema e Alta Paulista, oeste do estado. Segundo Nabhan, ao contrário do MST, a central de trabalhadores tem personalidade jurídica e pode ser responsabilizada pelos seus atos. “Estamos levando para conhecimento do Ministério Público os crimes das invasões com a noticiada participação da CUT e pedindo providências.”
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Agora, espera Nabhan, o MPE deve determinar a abertura de inquéritos para apurar quem são os autores e os responsáveis pelas invasões e adotar, de ofício, as medidas criminais cabíveis. No campo civil, segundo ele, a UDR pretende acionar judicialmente a entidade para que os fazendeiros sejam indenizados pelos prejuízos sofridos. “Além dos danos diretos nas propriedades, há ainda o dano moral e as despesas decorrentes dos processos judiciais para a retirada dos invasores.”
Agora, espera Nabhan, o MPE deve determinar a abertura de inquéritos para apurar quem são os autores e os responsáveis pelas invasões e adotar, de ofício, as medidas criminais cabíveis. No campo civil, segundo ele, a UDR pretende acionar judicialmente a entidade para que os fazendeiros sejam indenizados pelos prejuízos sofridos. “Além dos danos diretos nas propriedades, há ainda o dano moral e as despesas decorrentes dos processos judiciais para a retirada dos invasores.”
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O presidente da UDR disse que os prejuízos serão calculados oportunamente. A representação, dirigida ao procurador-geral de Justiça do Estado, Rodrigo César Rebello Pinho, foi protocolada no final da tarde no Ministério Público de Presidente Prudente.
O presidente da UDR disse que os prejuízos serão calculados oportunamente. A representação, dirigida ao procurador-geral de Justiça do Estado, Rodrigo César Rebello Pinho, foi protocolada no final da tarde no Ministério Público de Presidente Prudente.
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ApoioA CUT São Paulo divulgou nota de apoio à decisão dos sindicatos filiados que se juntaram ao MST e “ocuparam áreas” no Pontal do Paranapanema. A posição foi manifestada um dia depois de a entidade ter negado envolvimento com as invasões atribuindo a aliança com o MST de José Rainha Júnior a uma atitude isolada de alguns sindicatos. Nenhum dirigente quis comentar, ontem, a mudança de posição. A nota, assinada pelo diretor Daniel Reis, da executiva estadual, diz que “a CUT/SP luta por ampla reforma agrária, que valorize o trabalhador rural e crie condições para o desenvolvimento de efetivas políticas agrárias no país.”
ApoioA CUT São Paulo divulgou nota de apoio à decisão dos sindicatos filiados que se juntaram ao MST e “ocuparam áreas” no Pontal do Paranapanema. A posição foi manifestada um dia depois de a entidade ter negado envolvimento com as invasões atribuindo a aliança com o MST de José Rainha Júnior a uma atitude isolada de alguns sindicatos. Nenhum dirigente quis comentar, ontem, a mudança de posição. A nota, assinada pelo diretor Daniel Reis, da executiva estadual, diz que “a CUT/SP luta por ampla reforma agrária, que valorize o trabalhador rural e crie condições para o desenvolvimento de efetivas políticas agrárias no país.”
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Segundo Reis, a reforma agrária é pauta permanente dos debates e a entidade cobra políticas públicas dos governos federal e estadual para solucionar o “grave” problema nacional. “A atual ocupação é encabeçada pelo MST com a participação de alguns sindicatos locais ligados à CUT/SP, que têm autonomia para estabelecer alianças com os movimentos sociais de suas respectivas regiões”, acrescenta.
A CUT paulista informa que sempre incentivou a aliança de seus sindicatos com os movimentos sociais e vai apoiar a “melhor saída política para essa situação”. “Acreditamos que a negociação e o entendimento devem ser buscados com todos os esforços sem o uso de qualquer forma de violência.” Os dirigentes não quiseram comentar a decisão da UDR de pedir ao MPE que investigue a participação da entidade nas invasões a fim de processá-la civil e criminalmente.
COMENTANDO A NOTICIA: Só um imbecil para achar que invadir propriedade alheia não se trata de ato de violência. Além de ser sim violência, também se caracteriza como crime. Está na lei, o direito à propriedade é assegurada pela constituição. Portanto, esta balela dos sindicalistas da CUT de que “(..) Acreditamos que a negociação e o entendimento devem ser buscados com todos os esforços sem o uso de qualquer forma de violência(..)”, talvez seja muito mais por esperar não sofrer as conseqüências de seu ato impensado do que qualquer outra coisa. Ou seja, o que querem mesmo é continuarem agindo como criminosos e sendo tratado como vítimas. Eis um belo discurso cretino proferido por um canalha confesso.
Segundo Reis, a reforma agrária é pauta permanente dos debates e a entidade cobra políticas públicas dos governos federal e estadual para solucionar o “grave” problema nacional. “A atual ocupação é encabeçada pelo MST com a participação de alguns sindicatos locais ligados à CUT/SP, que têm autonomia para estabelecer alianças com os movimentos sociais de suas respectivas regiões”, acrescenta.
A CUT paulista informa que sempre incentivou a aliança de seus sindicatos com os movimentos sociais e vai apoiar a “melhor saída política para essa situação”. “Acreditamos que a negociação e o entendimento devem ser buscados com todos os esforços sem o uso de qualquer forma de violência.” Os dirigentes não quiseram comentar a decisão da UDR de pedir ao MPE que investigue a participação da entidade nas invasões a fim de processá-la civil e criminalmente.
COMENTANDO A NOTICIA: Só um imbecil para achar que invadir propriedade alheia não se trata de ato de violência. Além de ser sim violência, também se caracteriza como crime. Está na lei, o direito à propriedade é assegurada pela constituição. Portanto, esta balela dos sindicalistas da CUT de que “(..) Acreditamos que a negociação e o entendimento devem ser buscados com todos os esforços sem o uso de qualquer forma de violência(..)”, talvez seja muito mais por esperar não sofrer as conseqüências de seu ato impensado do que qualquer outra coisa. Ou seja, o que querem mesmo é continuarem agindo como criminosos e sendo tratado como vítimas. Eis um belo discurso cretino proferido por um canalha confesso.