Veja online
Um ranking monitorado por personalidade ligadas aos direitos humanos como o Dalai Lama e o ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter colocou o Brasil na 83ª posição do Índice de Paz Global (Global Peace Index, GPI, em inglês). A lista, divulgada nesta quarta-feira, foi elaborada pela consultoria britânica Economic Intelligence Unit (EIU) e considerou a situação da violência em 121 nações: no caso do Brasil, pesou negativamente o elevado grau de violência urbana.
O índice pretende servir como subsídio à reunião de cúpula do G-8, que ocorrerá no próximo fim de semana na Alemanha, com líderes dos países mais industrializados – EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá, além da Rússia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do encontro como convidado.
O ranking mundial é liderado pela Noruega. Em seguida estão Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Japão, Finlândia, Suécia, Canadá, Portugal e Áustria. Na América Latina, o Chile é a sociedade mais pacífica, na 16ª posição. A nação com piores índices de violência ficou com o Iraque, seguido pelo Sudão.
América Latina – O Brasil foi considerado uma nação menos pacífica do que muitos vizinhos latino-americanos. É o caso de México, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina – todos à frente do Brasil no ranking. Venezuela (102ª posição) e até mesmo os Estados Unidos (96ª posição), porém, têm condições mais violentas.
O levantamento leva em consideração 24 indicadores, como nível de gastos militares, relações com países vizinhos, ação do crime organizado, número de homicídios e grau de respeito aos direitos humanos. Segundo a Economic Intelligence Unit, foram levados em consideração ainda fatores determinantes da paz, como o nível de democracia, transparência, educação e distribuição de renda.
"Países pequenos, estáveis, que integram blocos regionais como a União Européia, tendem a ocupar as melhores posições no ranking", disse um representante da EIU, segundo o portal Estadão. "Os principais determinantes de paz interna são a renda, o grau de escolaridade e o nível de integração regional."
Um ranking monitorado por personalidade ligadas aos direitos humanos como o Dalai Lama e o ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter colocou o Brasil na 83ª posição do Índice de Paz Global (Global Peace Index, GPI, em inglês). A lista, divulgada nesta quarta-feira, foi elaborada pela consultoria britânica Economic Intelligence Unit (EIU) e considerou a situação da violência em 121 nações: no caso do Brasil, pesou negativamente o elevado grau de violência urbana.
O índice pretende servir como subsídio à reunião de cúpula do G-8, que ocorrerá no próximo fim de semana na Alemanha, com líderes dos países mais industrializados – EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá, além da Rússia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do encontro como convidado.
O ranking mundial é liderado pela Noruega. Em seguida estão Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Japão, Finlândia, Suécia, Canadá, Portugal e Áustria. Na América Latina, o Chile é a sociedade mais pacífica, na 16ª posição. A nação com piores índices de violência ficou com o Iraque, seguido pelo Sudão.
América Latina – O Brasil foi considerado uma nação menos pacífica do que muitos vizinhos latino-americanos. É o caso de México, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina – todos à frente do Brasil no ranking. Venezuela (102ª posição) e até mesmo os Estados Unidos (96ª posição), porém, têm condições mais violentas.
O levantamento leva em consideração 24 indicadores, como nível de gastos militares, relações com países vizinhos, ação do crime organizado, número de homicídios e grau de respeito aos direitos humanos. Segundo a Economic Intelligence Unit, foram levados em consideração ainda fatores determinantes da paz, como o nível de democracia, transparência, educação e distribuição de renda.
"Países pequenos, estáveis, que integram blocos regionais como a União Européia, tendem a ocupar as melhores posições no ranking", disse um representante da EIU, segundo o portal Estadão. "Os principais determinantes de paz interna são a renda, o grau de escolaridade e o nível de integração regional."