quinta-feira, maio 31, 2007

TOQUEDEPRIMA...

SP: médico que esquartejou ex-namorada é liberado
Redação Terra

O cirurgião plástico Farah Jorge Farah, réu confesso do assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves, preso desde 2003, foi liberado no início da tarde de hoje do 13º Distrito Policial de São Paulo, na zona norte da cidade.

O cirurgião, segundo a conclusão do processo, matou e esquartejou a ex-namorada no dia 24 de janeiro de 2003, em seu consultório, na zona norte de SP. Os pedaços do corpo de Maria do Carmo foram embalados em sacos plásticos e depois guardados no porta-malas do carro.

Na época do crime, foi divulgado na mídia que o motivo do assassinato foi a insistência de Maria para que Farah reatasse o relacionamento. Ela chegou a emagrecer a 15 kg para tentar reconquistá-lo e ligava dezenas de vezes por dias para seus telefones pessoais.

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Bolívia e Equador protestam contra medida da Fifa
Veja online

Dois países prejudicados pela recente decisão da Fifa de proibir partidas internacionais de futebol em estádios localizados a mais de 2.500 metros acima do mar organizam protestos nesta quarta-feira contra a medida. Na Bolívia, o presidente Evo Morales promete jogar bola no principal estádio de La Paz para manifestar seu repúdio à decisão. E no Equador, o prefeito de Quito promete liderar uma manifestação contra a Fifa.

Morales, famoso pelas estratégias populistas, quer jogar no estádio Hernando Siles para mostrar que não há risco à saúde de quem se exercita em grandes altitudes - ele não comenta, é claro, o fato de essa condição não prejudicar quem já mora em cidades altas, como La Paz. Morales convocou uma reunião dos países sul-americanos em protesto à medida. "Sem futebol, não pode haver união sul-americana", afirmou ele.


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Internet: projeto deve voltar para pauta em agosto
Maria Clara Cabral, Redação Terra

O substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que trata de crimes praticados na Internet só deve voltar para a pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em agosto. Durante a reunião desta quarta-feira, o presidente da comissão, Antonio Carlos Magalhães (Democratas-BA), concedeu vista coletiva para a matéria e definiu que ela só voltará para a pauta após uma audiência pública que discuta o assunto.

A data do debate, no entanto, só será marcada na próxima semana. Assim, com a dificuldade de reunir todos os participantes do encontro e com o recesso em julho, o substitutivo só deve ser votado em agosto.

O requerimento para a audiência pública debater a matéria foi apresentado pela senadora Serys Slhessarenko (PT-MT). Nele, a petista pede que Sérgio Amadeu, representante da comunidade Software Livre; Renato Martini, diretor do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação; Sérgio Rosa, diretor do Serpro; Thiago Tavares, presidente da ONG Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos; Omar Kaminski, do Comitê Gestor da Internet; Ércio Zilli, presidente da Associação Brasileira de Telefonia Celular; e Jair Scalco, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços, participem da audiência.


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Governo prevê nova hidrelétrica na Amazônia
Veja online

A construtora Camargo Corrêa deve concluir ainda neste semestre o levantamento do potencial hidráulico do rio Tapajós e de um de seus afluentes, o Jamanxim, na região de Itaituba, Pará, para a construção uma nova hidrelétrica na Amazônia. Para isso, conta com um financiamento de R$ 13,6 milhões da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia. A primeira parcela do empréstimo foi liberada em fevereiro, de acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, desta terça-feira.

A empreiteira informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ainda não há uma estimativa sobre o potencial de geração de energia dos dois rios. Estudos anteriores da Eletronorte, parceira da Camargo Corrêa no empreendimento, mencionaram um potencial de 11 mil megawatts (9.000 no Tapajós e 2.000 no Jamanxim). Isso seria quase o dobro da capacidade instalada somada das polêmicas usinas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, em Rondônia.

A obra tem tudo para causar polêmica com o setor ambiental. Toda obra de grande porte como a necessária para a construção de uma hidrelétrica costuma mobilizar os ambientalistas, já que provocam grandes alterações na região, com inundações de floresta, surtos de grilagem de terras e desmatamento. No caso do rio Tapajós, a confusão seria aidna maior, pois na área estão ainda zonas de conservação, como o Parque Nacional da Amazônia, e a Flona (Floresta Nacional de Itaituba). Além disso, há diversos assentamentos de reforma agrária na área, palco de conflitos no passado recente entre madeireiros e Ibama.
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O financiamento da Finep à Camargo Corrêa é reembolsável, o que significa que, se dentro de dois anos não sair um edital de concorrência para a construção da usina (ou das usinas), a empreiteira paga o governo e banca o custo do estudo até que aconteça a licitação. No eventual processo de concorrência, no entanto, esse custo será transferido ao vencedor do leilão.

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Chávez já mira em outra TV local. E na CNN
Veja online

Um dia depois de tirar do ar a mais tradicional emissora de televisão de seu país, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, já mirava em outra emissora local, também de oposição a ele. Através de um ministro, o governo Chávez acusou na segunda-feira o canal Globovision, agora a única emissora venezuelana que não apóia o presidente, de defender o assassinato do polêmico líder. O governo foi além e atacou também a rede americana de notícias CNN.

Na madrugada de segunda, o governo havia fechado a RCTV, principal emissora do país - que acusava de envolvimento em uma tentativa de golpe de estado contra Chávez. Horas depois, o ministro das Comunicações, William Lara, apontava outro alvo do governo, a Globovision. O argumento é inusitado: segundo o ministro, o canal defendeu indiretamente o assassinato de Chávez ao exibir cenas do atentado contra o papa João Paulo II, em 1981, junto com uma canção chamada "Isso Não Acaba Aqui".

"A conclusão dos especialistas é de que eles estavam incitando o assassinato do presidente da Venezuela", disse Lara, que na própria segunda-feira abriu um processo na Justiça contra a emissora. O governo também processa a CNN por supostamente comparar Chávez ao líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden. Eles aparecem lado a lado na tela numa reportagem da emissora sobre os problemas de George W. Bush. "A CNN exibiu uma mentira", disse Lara.

Reação - Em um comunicado, a CNN "nega com veemência" ter participado "de uma campanha para desmoralizar ou atacar a Venezuela". Já o diretor da Globovision, Alberto Federico Ravell, classificou as acusações contra sua emissora de "ridículas". A Globovision foi a única emissora do país a exibir cenas de um grande protesto em Caracas contra o crescente controle da mídia por Chávez. Os protestos continuaram na segunda, com repressão policial.

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