Felipe Sales, Jornal do Brasil
Um depósito clandestino foi encontrado na tarde de ontem, no Maracanã, por funcionários da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj). Cerca de 12 mil caixas de cerveja - algumas geladas - foram encontradas atrás de uma parede e de um fundo falso do teto de um banheiro feminino no terceiro andar do estádio, na entrada do portão 19. Segundo o secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Eduardo Paes, a ação desbaratou parte do esquema de uma quadrilha que atua há anos no local. Ninguém, porém, foi preso.
O esquema era tão requintado que as cervejas eram passadas de um andar para outro através de um alçapão que liga o terceiro e o segundo andar do Maracanã. Até andaimes eram usados para facilitar o transporte. A partir de uma denúncia anônima, funcionários da Suderj encontraram um fundo falso no teto de um banheiro feminino que fica entre os portões 18 e 19 do terceiro andar do estádio. A cerveja era vendida por falsos ambulantes que usavam camisas falsificadas da Suderj.
- É o caso mais surreal de todos. Já identificamos a mafiazinha que atua no estádio com o apoio de funcionários terceirizados, mas agora a desordem acabou - garante o secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Eduardo Paes.
Como algumas cervejas - da mesma marca vendida oficialmente no Maracanã - chegavam a estar geladas, o vice-presidente da Suderj, Márcio Restum, acredita que o depósito tenha sido abastecido durante a madrugada de ontem para o jogo de hoje entre Fluminense e Figueirense. As cervejas teriam chegado através da Rampa do Bigode, no Portão 19, e de lá seguiram para o depósito.
A Suderj possui cerca de 100 ambulantes cadastrados, com ficha criminal levantada na polícia. Eles já receberam novas camisas para dificultar a falsificação. Paes admite que a prática acontecia há anos dentro do estádio e que as operações serão intensificadas antes dos Jogos Pan-Americanos, quando serão instaladas no Maracanã 20 câmeras de segurança. O estádio passará ainda por uma vistoria da Força Nacional de Segurança e agentes anti-bomba.
Apesar ter sido a maior apreensão de cervejas do Maracanã, esta não foi a primeira vez que um depósito clandestino foi encontrado. Há cerca de dois meses, um policial militar foi preso em flagrante com cerca de 2 mil caixas de cerveja em cima de uma Picape dentro do estádio. Há, ainda, ambulantes que pegam cerveja na rua com a ajuda de cordas suspensas no muro e até de depósitos improvisados atrás do placar eletrônico. A Suderj também já reprimiu um cabeleireiro que trabalhava numa das rampas de acesso às poltronas do estádio.
Um depósito clandestino foi encontrado na tarde de ontem, no Maracanã, por funcionários da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj). Cerca de 12 mil caixas de cerveja - algumas geladas - foram encontradas atrás de uma parede e de um fundo falso do teto de um banheiro feminino no terceiro andar do estádio, na entrada do portão 19. Segundo o secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Eduardo Paes, a ação desbaratou parte do esquema de uma quadrilha que atua há anos no local. Ninguém, porém, foi preso.
O esquema era tão requintado que as cervejas eram passadas de um andar para outro através de um alçapão que liga o terceiro e o segundo andar do Maracanã. Até andaimes eram usados para facilitar o transporte. A partir de uma denúncia anônima, funcionários da Suderj encontraram um fundo falso no teto de um banheiro feminino que fica entre os portões 18 e 19 do terceiro andar do estádio. A cerveja era vendida por falsos ambulantes que usavam camisas falsificadas da Suderj.
- É o caso mais surreal de todos. Já identificamos a mafiazinha que atua no estádio com o apoio de funcionários terceirizados, mas agora a desordem acabou - garante o secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Eduardo Paes.
Como algumas cervejas - da mesma marca vendida oficialmente no Maracanã - chegavam a estar geladas, o vice-presidente da Suderj, Márcio Restum, acredita que o depósito tenha sido abastecido durante a madrugada de ontem para o jogo de hoje entre Fluminense e Figueirense. As cervejas teriam chegado através da Rampa do Bigode, no Portão 19, e de lá seguiram para o depósito.
A Suderj possui cerca de 100 ambulantes cadastrados, com ficha criminal levantada na polícia. Eles já receberam novas camisas para dificultar a falsificação. Paes admite que a prática acontecia há anos dentro do estádio e que as operações serão intensificadas antes dos Jogos Pan-Americanos, quando serão instaladas no Maracanã 20 câmeras de segurança. O estádio passará ainda por uma vistoria da Força Nacional de Segurança e agentes anti-bomba.
Apesar ter sido a maior apreensão de cervejas do Maracanã, esta não foi a primeira vez que um depósito clandestino foi encontrado. Há cerca de dois meses, um policial militar foi preso em flagrante com cerca de 2 mil caixas de cerveja em cima de uma Picape dentro do estádio. Há, ainda, ambulantes que pegam cerveja na rua com a ajuda de cordas suspensas no muro e até de depósitos improvisados atrás do placar eletrônico. A Suderj também já reprimiu um cabeleireiro que trabalhava numa das rampas de acesso às poltronas do estádio.