Mesma origem...
Lauro Jardim, Radar, Veja online
A Reichert, a maior exportadora de calçados do país, decidiu fechar as portas em julho, 72 anos depois de sua fundação, segundo o Valor Econômico de hoje. Foi abatida pelo real valorizado e pelo Custo Brasil. É notícia ruim. Mas inevitável em tempos de globalização da produção. Tome-se o exemplo da Paramont, fundada na mesma época e na mesma Campo Bom, cidadezinha gaúcha onde surgiu a Reichert. No anos 90, seu fundador enxergou longe: avistou a China e seus irrisórios custos de produção. Pouco a pouco, transferiu a empresa para Dongguan, no sul do país.
ENQUANTO ISSO...
...Destinos diferentes
Hoje, a Paramont produz 35 milhões de calçados femininos, quase todos exportados de lá para os EUA. Aqui, mantém uma pequena fábrica. Mas nada de "berço esplêndido": os donos da Paramont já perceberam que o Vietnã é capaz de produzir ainda mais barato que a China. E estão abrindo uma unidade por lá. Assim caminha a Humanidade.
COMENTANDO A NOTICIA: Vamos ver até quando vão acontecer os seguintes fatos sem que o governo tome alguma providência: fechamento de fábricas, desemprego, investimentos de empresas brasileiras ... no exterior, exportação de empregos, importação de quinquilharias, perda de investimentos, redução de exportações de manufaturados. Se é a isto que Mantega chama de “desenvolvimento” só se for o dos outros...
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A Reichert, a maior exportadora de calçados do país, decidiu fechar as portas em julho, 72 anos depois de sua fundação, segundo o Valor Econômico de hoje. Foi abatida pelo real valorizado e pelo Custo Brasil. É notícia ruim. Mas inevitável em tempos de globalização da produção. Tome-se o exemplo da Paramont, fundada na mesma época e na mesma Campo Bom, cidadezinha gaúcha onde surgiu a Reichert. No anos 90, seu fundador enxergou longe: avistou a China e seus irrisórios custos de produção. Pouco a pouco, transferiu a empresa para Dongguan, no sul do país.
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