domingo, dezembro 31, 2006

A Personalidade e o Fato de 2.006.

COMENTANDO A NOTÍCIA:
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Pois é, 2006 está chegando ao fim, e está na hora de fazermos uma espécie de retrospectiva das coisas boas e ruins que nos aconteceram neste ano.
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De minha parte, o bom foi justamente o nascimento do COMENTANDO A NOTÍCIA. Estamos no ar, com pretensões de crescer um pouquinho mais no ano de 2007. Nem tanto quanto o PIB do governo Lula: este quase nem se vê. Mas marcar nossa presença no mundo da informação e da opinião.
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Mas queremos aqui destacar acontecimentos e personalidades. Na edição da Revista Veja que circulará no final de semana, há uma reportagem de Ricardo Brito, e um artigo do Diogo Mainardi, os quais destacaríamos como o resumo do ano: de um lado, Mainardi, elege Márcio Thomaz Bastos, ministro da Justiça do governo Lula, como O HOMEM DO ANO. Ao de Mainardi arrolamos nosso voto. Leiam no artigo abaixo reproduzido, os fatos que marcaram esta “triunfal” passagem do criminalista pelo ministério da Justiça. Claro que os fatos e os demais personagens do governo Lula – muito contribuíram para a excelente performance do ministro. E ele, como poucos, soube aproveitar os ventos que sopraram em sua direção e coroou sua passagem nas “hostes” governamentais com raro brilhantismo. Mesmo que este “brilhantismo” tivesse servido para aumentar a impunidade dos homens do “puder”, abençoando suas canalhices, desvios e crimes. Mas afinal, para que serve mesmo um criminalista com carreira tão profícua e produtiva na defesa da liberdade para o que a sociedade produz de mais hediondo em matéria de crimes ? Portanto, o ministro merece o galardão. E, claro, Lula do alto de sua emoção de haver conquistado um mandato sob o manto protetor do criminalista, agradece de joelhos.
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De outra parte, a sempre tão festejada brigada vermelha do petê, a Polícia Federal, somou pontos suficientes para merecer o honroso título na produção do espetáculo mais cretino do ano, a investigação do dossiegate. Em matéria de cretinice, nada superou a investigação promovida e protagonizada pela honorável instituição na questão de apurar as coisas básicas do crime: a origem do dinheiro, e o indiciamento de toda a quadrilha criminosa.
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Portanto, a reportagem da Veja vem como abençoar os “companheiros” da PF que souberam manter longe do gabinete presidencial qualquer resquício de culpabilidade. Na reportagem de Ricardo Brito, o título fez jus a traquinagem cometida. Poucas vezes se viu alguém podendo tanto, com provas materiais indiscutíveis e irrefutáveis, culpados saindo a rodo por todos os lados, sigilos telefônicos que, uma vez quebrados, revelaram toda uma rede qualificada para o cometimento de um crime, filmes, fitas, documentos e mais documentos, então, podendo tudo chegou a nada com tamanha desenvoltura. Nada mais justo do que receber o prêmio da CRETINICE – ANO 2006. Claro que tivemos muitos outros fatos que concorreram mas nenhum outro destacou-se tanto quanto a investigação da PF no caso do dossiê. Ao homem do ano e a cretinice do ano, aos vencedores, nossos parabéns. Ambos se empenharam a fundo para o merecido prêmio de destaques do ano. Até 2007 !
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FELIZ ANO NOVO!